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Google confirma o fim da fabricação do Chromecast Audio

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(Foto: Reprodução/Google)

O Google confirmou que vai descontinuar o Chromecast Audio na tarde desta sexta-feira, 11. Segundo a gigante de buscas, a fabricação do dispositivo foi interrompida e os consumidores poderão encontra-lo apenas enquanto os estoques durarem. Por outro lado, os aparelhos existente continuarão funcionando e recebendo suporte normalmente.

Anunciado em 2015, o Chromecast Áudio é uma opção para levar streaming de áudio sem fio a qualquer caixa de som com entrada P2 (3,5 mm). O aparelho se conecta à rede Wi-Fi, mas serve apenas para transmitir músicas, ao contrário da versão original. Em reposta à publicação do CNET, o Google confirmou que não vai mais fabricar o dispositivo.

“Nosso portfólio de produto continua a evoluir, e agora nós temos uma variedade de produtos para usuários aproveitarem áudio. Nós, portanto, paramos de fabricar o Chromecast Áudio. Vamos continuar a oferecer assistência para os dispositivos para que usuários continuem a aproveitar suas músicas, podcast e mais”, disse um porta-voz da empresa.

Nos últimos anos, a gigante de buscas tem movido o seu foco dos Chromecasts para produtos com a Google Assistente integrada. Para a reprodução de áudio, por exemplo, a empresa já oferece uma linha própria de caixinhas inteligentes, o Google Home, e fez parcerias com outras fabricantes. Entretanto, nenhum destes aparelhos é vendido no Brasil e nem oferece o baixo preço do Chromecast Audio lá fora.

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Inscrições para o Fies estão abertas; veja como fazer pela internet

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Estudantes de universidades particulares já podem solicitar o financiamento estudantil para o segundo semestre de 2019

Estudantes do ensino superior já podem se inscrever para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2019. O cadastro para o programa de financiamento de cursos superiores pode ser feito pela internet.

O Fies ajuda estudantes de baixa renda a pagarem cursos de graduação em instituições privadas. São duas modalidades: a Fies, que oferece financiamento a juro zero para estudantes com renda per capita familiar de até três salários mínimos; e o P-Fies, que oferece empréstimo a juros baixos para estudantes com renda mensal familiar per capita de até cinco salários mínimos.

A seleção do Fies é feita com base no Enem: quem se candidatar a um dos 150 mil contratos que serão liberados pelo Ministério da Educação (MEC) precisa ter realizado o exame nacional a partir de 2010, com nota mínima de 450 pontos e sem ter zerado a redação.

As inscrições podem ser feitas pela página do Fies no site do MEC. O estudante precisa entrar com CPF, data de nascimento e o código de verificação que aparece na tela para seguir com o cadastro.

As inscrições vão de 25 de junho até 1º de julho, com a pré-seleção prevista para ser divulgada no dia 9 de julho; seguida da contratação entre 10 e 12 de julho. Confira o edital do Fies para mais detalhes.

 

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Aplicativo usa Inteligência Artificial para remover humanos das fotos

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“Finalmente, você pode tirar uma selfie sem você”, diz criador do aplicativo

“Finalmente, você pode tirar uma selfie sem você”, diz criador do aplicativo

O aplicativo “Bye Bye Camera” foi criado para dispositivos iOS por Damjanski, um artista que mora em Nova York, e mais dois amigos, sob o conceito de um “mundo pós humano”. O que isso significa? O app utiliza Inteligência Artificial (IA) para retirar pessoas das fotos e cobrir a ausência delas.

“Uma piada que sempre fazemos é: ‘finalmente, você pode tirar uma selfie sem você'”, disse Damjanski ao The Verge.

Reprodução

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Foto: Comparação antes e depois feita pelo The Verge

O aplicativo custa US $2,99 na App Store (cerca de R$11,50) e, apesar de interessante, não funciona de maneira perfeita. Ele é lento e remove humanos com muita bagunça, deixando para trás uma mancha de pixels. Se você quiser fazer um trabalho decente, use o Photoshop, mas se sua intenção for experimentar uma nova tecnologia Inteligência Artificial (IA), o Bye Bye Camera é uma opção interessante

De qualquer modo, o artista diz que a intenção do app é não ser perfeito mesmo. “Eu realmente gosto quando ele erra”, diz ele. “Eu sou como uma criança pequena – eu tenho fotografado o tempo todo. E quando funciona, é ótimo; quando isso não acontece, também é engraçado”.

O software por trás do trabalho do aplicativo é bastante simples. Ele usa um algoritmo de detecção de objetos de código aberto chamado YOLOpara identificar pessoas (abreviação de “You Only Look Once”) e uma combinação de sistemas de IA para preencher sua ausência.

Damjanski não entra em detalhes sobre este último, mas não é uma técnica incomum, considerando que a NVIDIA criou diversas ferramentas que montam paisagens e cenários a partir de desenhos dos usuários. A técnica é chamada de ‘reconhecimento de conteúdo’.

Por enquanto o aplicativo funciona apenas para diversão, mas quem sabe no futuro essa tecnologia IA desenvolvida por Damjanski e seus amigos não possa ter mais funcionalidades. Sabemos que essas tecnologias costumam desenvolver-se muito rápido.

Se você não quiser usá-lo nas pessoas, ele funciona muito bem com obras de arte. Quanto ao aspecto “pós-humano”, Damjanski admite que isso é, principalmente, uma piada irônica. O aplicativo foi inspirado por ameaças que a nossa espécie sofre atualmente, como mudanças climáticas e coisas do gênero.

“Estamos pensando em um futuro onde a humanidade não estará mais por perto”, diz ele. “Uma das coisas que eu realmente gosto é que o aplicativo tira os humanos, mas mantém suas sombras.”

Fonte: The Verge

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Após confusão com a Huawei, FedEx processa governo dos EUA por impor regras de transporte

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Em uma declaração, a FedEx reclamou das implicações disso, e alega que ‘ela é uma empresa de transporte, não uma agência de aplicação da lei’

A empresa de entregas FedEx está processando o Departamento de Comércio dos EUA por exigir que a empresa imponha proibições de exportação, fazendo com que produtos considerados “arriscados” devam ser recusados. Em uma declaração, a FedEx reclamou das implicações disso, e alega que “ela é uma empresa de transporte, não uma agência de aplicação da lei”.

A FedEx está tentando transformar em inconstitucional a ideia do Departamento de Comércio em penalizar a empresa caso ela envie produtos que pareçam arriscados. Outro detalhe da lei é que a empresa deve ter total conhecimento sobre os itens que estão transportando. Caso eles desrespeitem a imposição, eles podem sofrer com penalidades legais

O Secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, discordou da interpretação da FedEx sobre a lei. O regulamento, disse ele, apenas diz que as operadoras como a FedEx “não podem enviar conscientemente itens que são proibidos pelos controles de exportação”.

O interessante a se observar nessa história, é que a empresa se recusou a enviar um telefone Huawei sob alegação de que não queria problemas com o governo dos EUA, mesmo que as sanções de Trump especifiquem a exportação de tecnologia para a empresa, e não restrições de uso.

O Governo colocou diversas restrições às empresas norte-americanas que trabalham diretamente com a Huawei, em parte por causa da guerra comercial contra a China e, em parte, por causa de supostas ameaças de segurança, envolvendo espionagem via infraestrutura de telecomunicações.

Como foi dito, não há nenhuma proibição de transportar produtos da Huawei, mas a FedEx argumenta que, de acordo com os reguladores atuais, seus funcionários poderão cometer erros para evitar problemas legais, que é o que pode ter acontecidocom o caso do smartphone devolvido pela empresa.

Via: The Verge

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