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Glitter ecológico já é hit do Carnaval! Aprenda como fazer e onde comprar

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Para você brilhar muito neste Carnaval, sem prejudicar a vida marinha.

(Ile Machado/O Brilho da Tartaruga/Divulgação)

Já é fevereiro, garota, e o Carnaval está batendo na porta com tudo esperando a gente atender, né? Para muitas folionas, se tiver pouco brilho é melhor nem sair de casa, e o jeito mais comum de usar purpurina nos bloquinhos de carnaval é se banhar de glitter da cabeça aos pés. Mas essa ação, aparentemente inofensiva, pode impactar seriamente muitas vidas, incluindo as humanas.

Com até cinco milímetros de diâmetro, o glitter é produzido com micropartículas plásticas e de alumínio, que ao serem descartadas durante o banho, escorrem pelo ralo e vão parar diretamente nos oceanos, prejudicando a vida marinha. Parece que não é tão grave assim, mas mesmo sendo tão pequenos, os pedaços de plástico vão se acumulando no fundo dos oceanos, atingindo a cadeia alimentar ao serem ingeridos por peixes e outras espécies, como os humanos. Sim, você pode estar ingerindo plástico sem saber.

Preocupados com os impactos do uso desenfreado das micropartículas, especialmente nesse período do ano, algumas marcas surgiram no mercado trazendo alternativas ecológicas para os consumidores. Luciana Duarte, da Pura Bioglitter, explica que, por ser feito à base de algas marinhas, o material biodegradável se dissolve facilmente na água e não prejudica espécies marinhas. “Acreditamos que a consciência ambiental está crescendo e isso se reflete no aumento de pedidos que estamos tendo nesse carnaval”, conta a sócia da marca.

Para você poder se divertir com mais tranquilidade nas folias e evitar tanto transtorno para o meio ambiente e para o seu organismo, o MdeMulher separou algumas ideias super legais para produzir o seu próprio glitter de forma sustentável em casa e também sugestões de marcas que vendem os produtos prontinhos para você lotar seu corpo com muito brilho e deixar a sua fantasia de Carnaval ainda mais perfeita. 

Se você não quiser ter o trabalho de produzir o material, algumas marcas vendem potinhos fabulosos de glitter sustentáveis, veganos e cruelty-free (que não testam em animais). Além da comodidade de receber os produtos em casa, você tem diversas opções de cores para usar em todos os rolês possíveis, sempre com uma combinação diferente.

Com vendas pela internet, os produtos são comercializados pela loja da Chateliê, na Elo7. Em cinco cores, além da opção incolor, cada potinho contém cerca de 1,5g de glitter artesanal e 100% vegano, custando R$ 8,00 a unidade. A loja online também vende as chamadas “escamas brilhosas“, em unidades com 1g, custando R$ 7,00 cada.

Pura Bioglitter

 (Pura Bioglitter/Divulgação)

Com mais de 20 opções de glitter e pastas, a Pura Bioglitter é bem diversificada e seus produtos podem ser usados com tranquilidade durante muito tempo. Custando a partir de R$ 10,00, os colares de glitter vêm com correntinhas que podem ser levadas com você para se banhar de brilho em qualquer lugar, a qualquer hora. Para quem está com o espírito animalesco e quer um make fenomenal, vale a pena adquirir o “Vem, oncete!” para arrasar nos bloquinhos!

Lua Branca

 (Lua Branca/Elo7/Divulgação)

Também pela Elo7, a marca Lua Branca acertou em cheio nas escolhas da paleta e possui seis cores que vão deixar qualquer make um verdadeiro bafão! Feitos à base de algas e pó de pedras, os produtos da marca são fáceis de remover, sendo indicados para todos os tipos de pele, e não são testados em animais. Cada potinho contém 2g e custa R$ 10,00.

Glitter Glitter

 (Glitter Glitter/Divulgação)

Você vai pirar nas diversas opções de produtos que a Glitter Glitter preparou para um desfile de brilho e cores neste Carnaval. Além dos potinhos, a marca ainda vende o kit rainbow com sete cores + fixador por R$ 45,00.

O Brilho da Tartaruga

 

Além das opções em potinhos, O Brilho da Tartaruga também tem opções bacanas do material em garrafinhas com cerca de 3g de glitter. Cada unidade sai por R$ 8,00 e, segundo os idealizadores, até as tartarugas gostam

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Toxina botulínica pode ser usada em rugas, cicatrizes e diminuição de suor

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Ela vendo sendo utilizada há 30 anos para tratar rugas de expressão, melhorando o envelhecimento cutâneo

A toxina botulínica vendo sendo utilizada há 30 anos para tratar rugas de expressão, melhorando o envelhecimento cutâneo. A toxina botulínica neutraliza a ação da acetilcolina, que é um neuromodulador e relaxa a musculatura diminuindo a força das rugas de expressão. A aplicação é feita de forma superficial sem efeitos colaterais importantes.

A toxina botulínica também é usada para o tratamento da hiperidrose e, quando aplicada nas axilas, diminui a quantidade de suor por sete a oito meses.

No 14º World Congress of Cosmetic Dermatology – Lima 2019, foi enfatizado o potencial da toxina botulínica para o tratamento de alterações dermatológicas como rugas de expressão, excesso de suor, rosácea, hidrosadenite, desidrose, herpes simples, cicatrizes hipertróficas e queloides.

No caso de qualquer trauma na pele, como um corte cirúrgico, a toxina pode ser utilizada ao redor do mesmo para evitar a tensão excessiva no local. Além disso, a toxina botulínica pode ser aplicada nas cicatrizes espessas, vermelhas e doloridas, que são chamadas hipertróficas. A toxina botulínica pode ser injetada com agulhas delicadas dentro da cicatriz para diminuir a inflamação e a fibrose e, dessa forma, melhorar a aparência da mesma. São utilizadas cerca de 1 a 2 unidades de toxina botulínica para cada centímetro quadrado da cicatriz. Os resultados aparecem por volta de 15 dias após esta aplicação.

Esse tratamento pode ser realizado a cada 15 dias, de duas a quatro sessões para diminuir o tamanho das cicatrizes hipertróficas e também para o tratamento de queloides. A injeção da toxina botulínica nas cicatrizes é ligeiramente dolorosa.

O mecanismo de ação envolvido no tratamento das cicatrizes com toxina botulínica ainda não é totalmente esclarecido. A ação dessa substância é bastante ampla e age em receptores neuro-hormonais, modulando a inflamação. Também há referências de melhora do eritema da rosácea quando tratada com toxina botulínica.

A equipe da dra. Denise Steiner publicou um trabalho utilizando 10 unidades de cada lado do rosto de toxina botulínica para tratamento do flushing, com melhora significativa.

Enumeramos mais uma utilização interessante do uso da toxina botulínica para tratamento de cicatrizes hipertróficas e queloides.

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Pílula anticoncepcional masculina significa liberdade para as mulheres?

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A previsão de comercialização da pílula é para daqui dez anos, em 2029

As mulheres são as que mais sentem as consequências dos métodos contraceptivos. São elas que normalmente põem a própria saúde em risco ingerindo pílulas, levando injeções ou instalando chips anticoncepcionais no corpo. Essa realidade pode mudar em um futuro não tão distante.

No final do mês de março, a Sociedade de Endocrinologia dos Estados Unidos informou que uma nova pílula anticoncepcional passou por testes e obteve resultados positivos. Dessa vez, o público alvo não são as mulheres, mas os homens!

O novo medicamento oral, chamado 11-beta-MNTDC, foi divulgado durante reunião anual. A pílula é composta de testosterona modificada com uma combinação entre hormônio masculino, o andrógeno, e feminino, a progesterona.

Apesar de serem desenvolvidas para sistemas reprodutivos diferentes, a pílula masculina e a feminina funcionam de formas semelhantes. Priscila Lima, ginecologista da Clínica Vivitá, explicou à CLAUDIA que em ambos os medicamentos há o uso de hormônios que bloqueiam a hipófise, inibindo nas mulheres a ovulação e nos homens a espermatogênese.

As tentativas anteriores de desenvolver uma pílula para homens foram barradas por apresentarem efeitos colaterais graves. Então por que, afinal, a pílula feminina, que também pode acarretar problemas de saúde como a trombose, foi aprovada e ainda circula comercialmente?

Priscila conta que, durante a fase de testes da pílula feminina, 5 mil pessoas foram submetidas à experimentação e o risco de trombose não foi tão grande a ponto de barrar a liberação do anticoncepcional.

“Em pacientes saudáveis, há o risco de trombose, mas não é um risco tão alto a ponto de contra-indicar a pílula”, aponta a ginecologista. “Quando há a pressão alta, diabetes ou no caso de pacientes com mais de 40 anos, aumenta-se um pouco o risco de problemas cardiovasculares e trombose.”

O estudo

Christina Wang, principal pesquisadora e uma das diretoras do Centro de Ciência Clínica do Instituto de Pesquisa Biomédica de Los Angeles (LA BioMed), explica que a pílula é feita com o hormônio feminino para inibir a produção de espermatozoide. A combinação com o hormônio masculino serve para não diminuir a libido.

Nos testes, 40 homens tomaram o medicamento. Dez homens tomaram placebos (pílulas sem efeito); 14 tomaram pílulas com 200mg e 16 tomaram pílulas com 400mg da substância; todos fizeram uso de um comprimido ao dia, por 28 dias contínuos.

Ao final do estudo, os exames de sangue mostraram que o nível de testosterona de quem tomou o anticoncepcional diminuiu a níveis que não permitiam a produção de espermatozoide, mas sem causar insuficiência androgênica.

Entretanto, ainda são necessários pesquisas mais longas para confirmar a efetividade do medicamento. Provando-se eficaz, a droga é finalmente submetida a testes com casais sexualmente ativos. A previsão de comercialização da pílula é para daqui dez anos, em 2029.

 (Robert Kneschke / EyeEm/Getty Images)

Como funciona a pílula anticoncepcional masculina?

Flávio Trigo, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia, afirma que, toda vez que se toma essa combinação de hormônio masculino, existe uma inibição da produção do espermatozoide.

O médico explica que a hipófise, glândula localizada na base do cérebro que tem a função de regular o trabalho dos testículos, nos homens, libera o LH – hormônio relacionado à fertilidade – e estimula a produção da testosterona.

“Quando eu dou alguma substância que inibe a produção do LH, eu não consigo inibir só a sua produção, eu também diminuo a produção de SSH, responsável pelos espermatozoides”, detalha o urologista. “Então, eu mexo em um sistema em que a pessoa se torna temporariamente infértil”.

Tentativas anteriores: alto risco à saúde

Não é a primeira vez que se tenta desenvolver um medicamento contraceptivo para os homens. Nas tentativas anteriores, os estudos foram barrados por terem apresentado níveis colaterais graves.

Alex Meller, urologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), conta que, anteriormente, os contraceptivos eram criados à base de progesterona. “Por se tratar de um hormônio feminino, havia a perda de libido”, explica. “Ela inibe a produção de espermatozoide, atingindo o seu objetivo; mas, consequentemente, prejudica a libido e a virilidade em um todo. Então estes estudos foram abandonados.”

Como saída, a testosterona começou a ser combinada com o hormônio feminino para tentar diminuir os efeitos colaterais. Porém, os testes continuaram mostrando riscos à saúde. “Além das questões sexuais, apareceram sintomas como aumento de peso e aumento de colesterol”, explica o urologista. “Então, o problema de aprovação destes métodos para o uso comercial foram as altas taxas de efeitos colaterais.”

 (Paul Bradbury/Getty Images)

Nova tentativa, menos efeitos colaterais

Na nova pílula desenvolvida nos Estados Unidos, a combinação de testosterona modificada (a nandrolona) para ter efeitos de hormônio masculino e de progesterona foi a solução para atenuar as decorrências do uso dos anticoncepcionais masculinos. Com isso, é esperado que a droga, que combina duas ações hormonais em uma, diminua a produção de espermatozoides sem afetar a libido.

Durante o teste realizado no LA BioMed, alguns participantes perceberam efeitos colaterais leves, como acne e dor de cabeça. Já cinco tiveram uma tênue diminuição no desejo sexual e outros dois descreveram disfunção erétil leve, mas sem diminuir a atividade sexual.

Há o perigo de infertilidade irreversível?

 (Carol Yepes/Getty Images)

Para ambas as pílulas, a masculina e a feminina, Priscila Lima afirma que não há risco de infertilidade. “A vantagem da pílula é que ela é reversível”, argumenta. “Ela produz infertilidade no tempo de uso, ou seja, é temporário. Depois de parar de usar ainda demora alguns meses para o organismo voltar ao normal, mas volta”, garante.

“Neste último estudo eles viram que a produção de espermatozoides foi diminuída, mas seu uso é seguro e reversível, interfere na infertilidade do homem temporariamente”, completa a ginecologista.

E no futuro? Será que as mulheres vão poder parar de tomar o anticoncepcional e os homens é que vão adotar o método contraceptivo?

Segundo a ginecologista, em uma pesquisa feita com 9 mil homens, dos que mantinham uma relação estável, mais da metade concordou que adotaria métodos contraceptivos caso fosse desejo da parceira parar de tomar pílula. “Dessa forma, acredito que a pílula masculina vai ser um método utilizado, mas em maior quantidade entre homens em relacionamento estável”, opina.

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7 inspirações de unha bailarina

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A novidade é perfeita para quem está em busca de algo diferente

Para quem gosta de unhas, sempre tem alguma novidade. Já foi a época de unhas redondas, quadradas e agora é a vez da unha bailarina.

A tendência é um formato que pode ser usado no dia a dia e que deixa as mãos muito delicadas. É um modelo de unha que já era muito conhecido lá fora e que chegou no Brasil para ficar.

O nome da unha foi inspirado nos sapatinhos de bailarina, que possuem as pontas afuniladas e quadradas. O design dessa unha tem a ponta dos dedos achatada e quadrada. A única exigência para aderir ao modelo é deixar as unhas um pouco mais longas.

Curtiu a ideia? Então confira 7 inspirações da unha bailarina:

 (@onfleek.br/Instagram)

 (@dicasdeunhas_br/Instagram)

 (@elisataninaildesign/Instagram)

 (@onfleek.br/Instagram)

 (@luandreacabral/Instagram)

 (@mila_unhas_maniepedi/Instagram)

 (@studiosmodest/Instagram)

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