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Gestão Doria tem aprovação de 32% e reprovação de 26%, diz pesquisa Datafolha

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Índice dos que consideram a administração do prefeito regular foi de 40%. Pesquisa ouviu 1.092 nos dias 4 e 5 de outubro.

Aprovação do governo de João Dória cai; maioria acha regular

Aprovação do governo de João Dória cai; maioria acha regular

Pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo (8) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostrou os seguintes percentuais de avaliação da gestão do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB):

– Ótimo/bom: 32%

– Regular: 40%

– Ruim/péssimo: 26%

– Não sabe: 2%

O levantamento do Datafolha foi realizado nos dias 4 e 5 de outubro. Foram ouvidas 1.092 pessoas com 16 anos ou mais na cidade de São Paulo. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

O percentual de pessoas que rejeitam a sua administração foi de 22% em junho para 26% agora, e os que a aprovam foi de 41% para 32%. Outros 40% consideram que o governo de Doria é regular.

Em evento no Ipiranga, na Zona Sul, Doria afirmou na manhã deste domingo que respeita a pesquisa.

“Pesquisa é sempre uma referência. É importante respeitar pesquisa, e eu respeito”, disse. “Estamos com nove meses de gestão à frente da Prefeitura de São Paulo, sem recurso, vocês sabem disso. Temos R$ 7,5 bilhões de déficit no orçamento que foi herança do PT, que nos deixou esse rombo”, completou.

A gestão anterior, do ex-prefeito Fernando Haddad (PT), disse que o rombo mencionado pelo prefeito Doria, na verdade é, resultado de uma frustração de receita, causada pela crise econômica. Segundo a gestão, o prefeito Doria tem responsabilidade pelo problema por ter congelado a tarifa de ônibus e a planta genérica do município, que é a base de cálculo do IPTU.

Entre os problemas apontados pelos eleitores na administração de Doria em São Paulo, estão as constantes falhas nos semáforos da cidade. Para 50% dos entrevistados, o sistema é ruim ou péssimo.

Na cidade como um todo, outros dados da pesquisa mostram que 64% acreditam que o prefeito fez menos do que poderia, contra 53% em junho e 39% em seu primeiro mês na administração.

 (Foto: Arte/G1)

(Foto: Arte/G1)

Presidência

De acordo com a pesquisa, para 37% da população, o prefeito será candidato a presidente. Em junho, 21% achavam isso.

Apesar disso, 58% preferem que ele permaneça na prefeitura de São Paulo, contra 10% que querem vê-lo na disputa pela presidência ou 15% na disputa do governo paulista.

Mas segundo o Datafolha, 55% não votariam em Doria para ser presidente. Em eventual candidatura para governador, 47% não votariam nele.

Para 45% dos eleitores da cidade de São Paulo, quem deveria ser o candidato tucano ao Planalto é o atual governador Geraldo Alckmin. Outros 31% preferem o prefeito Doria.

No evento da manhã deste domingo, Doria foi perguntado por jornalista se será presidente. “Eu não me apresento como candidato à presidência da República, me apresento sempre como prefeito. Quem induz o meu nome são as pesquisas. Não saio apresentando meu nome, são as pesquisas que apresentam isso”, disse.

Viagens

Ainda de acordo com o Datafolha, para 49% dos entrevistados, as viagens de Doria pelo país trazem mais prejuízos do que benefícios à São Paulo, enquanto 35% aprovam essa iniciativa do prefeito, entendendo que elas beneficiam a cidade.

Ainda há 77% que veem benefício pessoal de Doria nas viagens contra 14% que enxergam o contrário. Metade das pessoas ouvidas acha que o prefeito viaja mais do que devia, enquanto 40% apontam que a frequência é adequada.

“[As viagens] são em benefícios da cidade. Mas nenhum beneficio é imediato, é instantâneo, não há mágica nisso”, comentou Doria ao ser perguntado sobre a avaliação dos entrevistados.

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Matrículas em graduações presenciais caem pelo 2º ano no Brasil

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A redução é puxada pela rede privada, que perdeu 0,8% de seus alunos nessa modalidade – cerca de 160 mil estudantes a menos

São Paulo – Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil teve queda de matrículas em graduações presenciais, segundo dados do Censo da Educação Superior 2017, divulgados nesta quinta-feira, 20. A redução é puxada pela rede privada, que perdeu 0,8% de seus alunos nessa modalidade – cerca de 160 mil estudantes a menos. O resultado é reflexo da redução de programas como o Programa Universidade Para Todos (ProUni) e o Financiamento Estudantil (Fies), além da crise financeira no País.

Os dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) mostram que, em 2017, foi um tímido aumento de matrículas (0,6% ou 12,3 mil alunos) na rede pública o que segurou a queda nessa modalidade. O saldo para o ensino superior presencial foi, então, de 24,6 mil alunos a menos que em 2016. No entanto, somando os dois anos de queda, já são 103,8 mil matrículas a menos.

A redução no ensino presencial fez com que, mais uma vez, o País tivesse um quadro de estagnação no volume de estudantes no ensino superior. No ano passado, o Brasil tinha 8,28 milhões de alunos em todos as modalidades de cursos superiores (presencial e a distância; ensino público e privado), 3% a mais que em 2016, quando eram 8,05 milhões de matriculados.

O aumento do total de matrículas em 2017 foi maior que o de 2016, quando o País teve o pior cenário desde 1992 na ampliação do ensino superior. Em 2016, o Brasil tinha 8,05 milhões de alunos em cursos superiores (presencial e a distância; ensino público e privado), 0,2% a mais que em 2015, quando eram 8,03 milhões de matriculados.

Apesar da recuperação no número de matrículas, o aumento ainda está longe do que o País vinha vivendo nos últimos anos. De 1992 a 2015, a média de crescimento de alunos no ensino superior foi de 7,5% ao ano.

A dificuldade de voltar ao mesmo ritmo deixa o País ainda mais distante de atingir a meta do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê elevar a taxa líquida de matrículas nessa etapa para 33% da população de 18 a 24 anos – em 2015, apenas 18,1% das pessoas nessa faixa etária estavam no ensino superior.

O pequeno crescimento pode ser atribuído à expansão das matrículas e ingressantes em cursos a distância. Nessa modalidade, o número de matrículas cresceu 17,5% e o de ingressantes, 27,3% – o que pode indicar uma tendência de ainda mais expansão para os próximos anos. No ano passado, uma a cada três pessoas que entraram no ensino superior foram cursar graduações a distância.

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Polícia Civil apreende maior arma já confiscada no Rio de Janeiro

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Metralhadora, que mede quase 1,7 metro e pesa 38 quilos, é capaz de furar blindagem de carro forte e de aeronaves

Rio – Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) do Rio apreenderam nesta quarta-feira, 19, uma metralhadora Browning .50. A arma, que mede quase 1,7 metro e pesa nada menos que 38 quilos, é capaz de furar blindagem de carro forte e de aeronaves. A metralhadora tem capacidade de disparar de 400 a 600 tiros por minuto. Trata-se do maior armamento já apreendido no Estado do Rio de Janeiro.

A ponto 50, como é conhecida, é uma arma de guerra. Ela estava com dois homens que, segundo os policiais da força especializada, estavam negociando a sua venda, na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste da capital fluminense. Os dois foram presos, mas seus nomes não haviam sido divulgados até a publicação desta matéria. Não há informações sobre os compradores.

 

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MEC vai transferir R$ 8,5 milhões para o Museu Nacional

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Segundo ministro da Educação, Rossieli Soares, repasse será feito para obras emergenciais na instituição

O Ministério da Educação (MEC) vai transferir ainda hoje (20) R$ 8,5 milhões para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), segundo informou o ministro da Educação, Rossieli Soares. Os recursos são um primeiro repasse do total de R$ 10 milhões prometidos pela pasta para as obras emergenciais no Museu Nacional, no Rio de Janeiro

“Teremos mais um complemento para a segunda etapa, em acordo e conforme o programado”, garantiu Rossieli Soares, mas sem especificar a data para a próxima transferência. Segundo ele, o MEC recebeu ontem (19) a documentação que detalha os preços dos contratos que serão assinados pela instituição nessa primeira fase de reconstrução do museu. O documento era necessário para a liberação da verba.

Na terça-feira (18), a UFRJ selecionou, por chamada pública, a Concrejato Engenharia, empresa que participou da reconstrução do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, para realizar as obras emergenciais do Museu Nacional.

Reconstrução

Após o incêndio ocorrido no dia 2 de setembro, a reconstrução do Museu Nacional será feita em quatro etapas, incluindo a possibilidade de cessão de um terreno próximo ao local para que as atividades acadêmicas sejam mantidas.

A primeira etapa será dedicada à realização de intervenções emergenciais, como instalação de um toldo, escoramento de paredes, levantamento da estrutura, inventário do acervo e separação do que é possível encontrar nos escombros.

A segunda etapa depende da conclusão da perícia da Polícia Federal no local. Depois de realizada, será contratado um projeto básico e, com base nele, será implementado o projeto executivo da reconstrução do museu.

A terceira etapa é a da reconstrução. A ideia é usar a lei federal de incentivo à cultura, a Lei Rouanet. A quarta fase poderá ocorrer em paralelo com a obra de construção. É a de recomposição do acervo. O governo pretende fazer uma campanha internacional para a doação e aquisição de acervos para o Museu Nacional.

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