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Falha de operadoras antecipa horário de verão em celulares

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Falha, corrigida ainda no domingo, fez com que os relógios dos aparelhos fossem adiantados uma hora automaticamente

Este domingo, dia 21, ficou uma hora mais curto para os usuários de smartphones de todo o país (foto/Thinkstock)

São Paulo – Este domingo, dia 21, ficou uma hora mais curto para os usuários de smartphones de todo o País. É que uma falha, corrigida ainda no domingo, fez com que os relógios dos aparelhos fossem adiantados uma hora automaticamente, mesmo antes do início do horário de verão, programado para ter início no próximo dia 4 de novembro.

À meia-noite, clientes das operadoras de celulares e tiveram os relógios dos telefones adiantados em uma hora. A falha virou um dos assuntos mais comentados do Twitter e causou transtorno aos usuários.

A vendedora Verônica Oliveira, de 30 anos, achou que estava atrasada. Ela leva quase duas horas para ir de casa até o trabalho, em uma loja de doces na zona oeste de São Paulo. “Tinha de abrir a loja às 13h. Quando olhei no telefone, já eram 11h40. Corri para me arrumar.”

Os bilheteiros Eduardo Lima e Gleide Jane também se espantaram com o horário de verão “antecipado”. “Geralmente, avisam antes”, diz ele. Ela, que estava mexendo no celular à meia-noite de ontem, quando o relógio do aparelho passou a marcar 1h, achou que o problema fosse apenas no seu telefone. “Mudei para o horário certo por minha conta, pelo menos não perdi uma hora de sono.”

Com a confusão do horário de verão no celular, Lauro Ortega, de 67 anos, chegou ao trabalho uma hora mais cedo. Ele é funcionário do estacionamento de um supermercado, colocou o telefone para despertar às 4h, com a intenção de chegar às 6h no trabalho. “Só percebi que o relógio estava errado quando cheguei no trabalho.”

Na última segunda-feira, dia 15, o governo anunciou que o horário de verão começará no dia 4 de novembro. A mudança do início do horário de verão, que geralmente começa em outubro, foi feita pelo presidente Michel Temer a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O pedido havia sido feito para que a troca de horário começasse após o segundo turno das eleições, no próximo domingo.

O Ministério da Educação também havia pedido que o início do horário de verão fosse adiado em duas semanas, devido ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mas o governo voltou atrás.

De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular (Sinditelebrasil), o ajuste nos relógios dos aparelhos não foi feito pelas operadoras. A entidade disse não saber o que originou a falha. Segundo o Estado apurou, o relógio dos aparelhos geralmente é configurado pelas redes das operadoras.

O problema também afetou alguns relógios de rua em São Paulo. Segundo a SPObras, vinculada à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras, as empresas de telefonia celular que prestam o serviço, por meio de chips, à concessionária responsável pelos relógios tiveram problemas para reverter a programação do horário de verão previsto inicialmente para ontem. Segundo a concessionária, a situação já havia sido normalizada ainda ontem.

Há uma semana, o mesmo problema já havia ocorrido em aparelhos de clientes da operadora Tim. A falha foi relatada tanto por usuários do sistema Android quanto do iOS. Na ocasião, a empresa de telefonia reconheceu que um problema no sistema fez com que alguns modelos de smartphones tivessem seus relógios adiantados.

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Deputado propõe motos isentas de pedágios em rodovias federais

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Para o autor do projeto de Lei, o deputado Gutemberg Reis, as motos não causam danos as estradas e rodovias e ao meio ambiente

Motos: “É o tipo de veículo que menos congestiona o trânsito”, argumenta o deputado (CRMacedonio/Getty Images)

São Paulo — O Projeto de Lei 2844/19, que tramita na Câmara dos Deputados, isenta motocicletas e similares de pagamento de pedágios em rodovias federais.

Na avaliação do autor do texto, deputado Gutemberg Reis (MDB-RJ), a proposta contempla uma parcela de veículos que, pelas suas características, não causam danos as estradas e rodovias e ao meio ambiente. Ele destaca que a motocicleta é notoriamente um veículo de baixo consumo de combustível e não causa, em razão do seu peso, danos à pavimentação das vias públicas.

“É o tipo de veículo que menos congestiona o trânsito, e parece justo que mereçam uma atenção especial pelo que representam: diminuição do volume de tráfego, diminuição dos elevados índices de poluição e até mesmo diminuição do estresse ocasionado pelos engarrafamentos”, diz Reis.

O projeto será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Governo do Estado do RJ vai assumir administração da Marquês de Sapucaí

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Localizado no centro da cidade, o Sambódromo do Rio de Janeiro recebe os desfiles do Grupo Especial, escolas da Série A e das escolas mirins

Após meses de debate, a administração do Sambódromo do Rio de Janeiro será de responsabilidade do Governo do Estado a partir de 2020. Em nota à imprensa, a assessoria de comunicação do governo estadual informou que o acerto com a Prefeitura, atual gestora, aconteceu na noite da última terça-feira (16).

Em junho, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, e o governador, Wilson Witzel, já haviam antecipado que haveria uma parceria entre estado e Prefeitura no Sambódromo. Na época, também foi levantada a possibilidade de concessão do espaço à iniciativa privada.

O Sambódromo do Rio de Janeiro fica localizado no centro da cidade, na Avenida Marquês de Sapucaí, que é percorrida pelas escolas de samba. Além dos desfiles do Grupo Especial, escolas de samba da Série A e das escolas mirins, além de ensaios técnicos e apuração das notas dos jurados acontecem no espaço. Ao longo do ano, shows e eventos também são realizados na Praça da Apoteose.

Ainda em nota, o Governo afirmou que os detalhes sobre a gestão do espaço serão divulgados nos próximos dias. Foi adiantado que a ideia é de que o Sambódromo continue sendo usado o ano todo, em outros eventos, e não apenas para os desfiles de Carnaval.

*Com informações da Agência Brasil

 

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Ponte Santos-Guarujá terá pedágio e balsas devem ser privatizadas, diz secretário de Logística e Transportes

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Proposta da concessionária Ecovias é interligar duas margens do Porto de Santos

O secretário de Logística e Transportes do Estado de São Paulo, João Octaviano Machado Neto, afirmou, nesta quarta-feira (17), que a construção da Ponte Santos-Guarujá, no litoral de São Paulo, não utilizará recursos públicos. Em entrevista ao Jornal da Manhã, ele esclareceu que todo o processo será coordenado pela Ecovias, que é a concessionária responsável pelo sistema Anchieta-Imigrantes.

“O projeto da ponte está dentro da área de concessão da Ecovias, responsável pelo sistema Anchieta-Imigrantes, e será feito dentro do prazo da concessão. Dessa forma, a construção não implicará no uso de recursos públicos, ficando sob integral responsabilidade privada da concessionária”, disse.

Apesar de não gastar recursos do Estado, a privatização da obra tem um preço: será cobrado pedágio aos usuários, o que, segundo Neto, é algo “bastante razoável para se manter uma estrutura de qualidade operando”. O secretário ressaltou que a ponte é uma demanda antiga da população local e que somará esforços logísticos com a região, apresentando uma “excelente alternativa ao cidadão da baixada santista” para fazer a ligação seca entre as cidade.

A obra custará R$ 2,9 bilhões à Ecovias e, de acordo com Neto, demorará 36 meses, a partir de sua liberação – que deve acontecer em outubro – para ficar pronta. “O prazo se deve a complexidade da obra, de não interferir nas atividades do Porto de Santos e de cumprir todas as medidas necessárias para a preservação do meio ambiente”, explicou.

E as balsas?

Atualmente, a ligação entre Santos e Guarujá acontece por meio do sistema de balsas que, segundo o secretário, não vai acabar mesmo depois da conclusão da ponte. “As balsas vão continuar operando, elas têm um papel importante na mobilidade urbana viária das cidades. O que estamos fazendo é, por determinação do governador João Doria, pensar em privatizar esse sistema.”

Ele ressaltou que, enquanto a privatização não acontece, o foco é melhorar a situação do transporte, que atualmente “tem problemas grandes e graves de manutenção.” “Estamos trabalhando para, até o final do ano, operarmos com pelo menos sete balsas, o que vai resolver bastante o tempo de espera dos moradores e melhorar a qualidade da travessia”, disse.

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