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Facebook testa área de comentários privados para publicações de páginas

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O Facebook iniciou mais um de seus testes neste final de semana. Dessa vez, a rede social está experimentando comentários privados em publicações de páginas públicas. A nova funcionalidade permitiria que somente os seus amigos vissem a sua opinião sobre um assunto e participassem da conversa.

De acordo com a publicação do MSPowerUser, o teste iniciado pelo Facebook agora mostra duas abas na sessão de comentários das páginas: “Public” (Público) e “You” (Você). Ao selecionar “Você”, o usuário poderia fazer comentários sobre a notícia ou publicação que só seriam exibidas para os seus amigos, sendo ocultado para as demais pessoas da rede. Já a aba “Pública” manteria a conversa como é agora, ou seja, com todos vendo as respostas e discussões independentemente do nível de amizade na rede.

A gerente do Feed de Notícias do Facebook, Tiffany Dohzen, disse que a empresa tem recebido comentários dos usuários, indicando que preferem conversar com amigos ao invés de estranhos em publicações públicas. “Essa nova função torna mais fácil para que amigos se conectem, ganhando um espaço dedicado para ter conversas nos conteúdos de páginas públicas”, disse.

Ao que tudo indica, porém, os comentários privados ainda estão em testes com um número muito pequeno de usuários. Nos últimos meses, a empresa tem planejado mudanças para as conversas em páginas públicas. Recentemente, o Facebook iniciou o teste do botão de “upvote” e “downvote” em entre os internautas brasileiros..

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Google tomará uma atitude mais firme sobre fim do suporte ao Flash Player

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O Google anunciou que até o final de 2020 deixará de oferecer suporte ao Flash Player. Ainda no mês de julho, agigante das buscas começará a dificultar ainda mais o acesso dos usuários ao recurso, e vai exibir uma notificação que alerta para o fim do plug-in no Chrome.

O objetivo principal desta ação é fazer o usuário optar por outros players como o HTML5, muitas vezes mais seguro. Porém, ainda parece existir uma certa preferência pelo reprodutor de multimídia da Adobe, visto que mesmo com todas as barreiras colocadas pelo Chrome, o serviço continua sendo muito utilizado.

Por essa razão, a abordagem do Google se tornará mais agressiva a partir de julho. O Chrome 76, última atualização do navegador, pedirá que o usuário reative o uso do Flash Player a partir das “Configurações” , se optar por continuar utilizando-o. Também será preciso conceder permissão explícita aos sites para executar o conteúdo Flash no Chrome.

No caso do uso do Flash Player por empresas, o Google irá liberar o funcionamento do recurso, sem a mensagem de aviso so fim do suporte. Portanto, a decisão de como lidar com o fim do suporte ficará nas mãos dos administradores.

Por sorte, quem não é muito antenado em tecnologia e ficou sabendo apenas agora da decisão, ainda terá 18 meses pela frente para se adaptar às mudanças do Chrome em relação à execução de conteúdo multimídia.

Fonte Olhar Digital

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Tecnologia

YouTube detém quase 40% do uso mundial de Internet em dispositivos móveis, diz pesquisa

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Alcance da plataforma de vídeo está muito à frente dos outros apps, sendo 29 pontos percentuais maior do que o segundo colocado, o Facebook, com 8,4% do total do consumo de Internet no mundo

 

Uma pesquisa realizada em fevereiro deste ano pela Sandvine, empresa norte-americana de equipamentos de rede e serviços de cibersegurança, apontou que o YouTube é responsável por 37% do tráfego mundial de Internet móvel, ou seja, quando acessada a partir de dispositivos como smartphones, tablets e smartwatches. Os dados foram divulgados no estudo The Mobile Internet Phenomena Report (em tradução livre, O Relatório de Fenômenos da Internet Móvel).

Em segundo lugar do ranking, bem lá atrás, vem o Facebook, com 8,4% do tráfego de dados mobile, quase 29 pontos percentuais a menos que o YouTube. A empresa de Mark Zuckerberg, no entanto, é seguida de perto pelo Snapchat, com 8,3%. Já o Instagram aparece em quarto com 5,7% do consumo mundial de megabytes dos usuários móveis; por fim, a quinta e sexta posições ficaram por conta, respectivamente, dos app de navegação na web (4,5%) e do WhatsApp, com 3,7%.

Reprodução

Fonte: Statia.

O player de vídeo do Facebook também marcou seu espaço, abrangendo 2,5% do tráfego mobile, número mais alto que o da Netflix, por exemplo. Curiosamente, a gigante de streaming e líder global do tráfego na Internet, é responsável apenas por 2,4% dos megabytes consumidos em dispositivos móveis. O índice pode ser explicado pelo próprio formato da plataforma, já que seu conteúdo é mais adequado para displays maiores, como TV ou notebooks, enquanto o campeão da lista, o YouTube, funciona bem em telas menores, como um smartphone. Além disso, como exibe conteúdos mais densos e que gastam mais os planos de dados, é possível também que os usuários prefiram utilizar redes Wi-Fi.

As lojas online de aplicativos da Apple e do Google ocuparam os últimos lugares do ranking. A App Store alcançou 2,1%, enquanto a Play Store ficou com 1,9%. E se você ficou curioso com os 23,4% de “Outros” (Others), é possível que seja a soma de diversos outros serviços que, sozinhos, não dariam nem 1% do consumo de tráfego. Nessa categoria, é possível que estejam apps como o Spotify, por exemplo.

Fonte Olhar Digital

 

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Novo navegador da Microsoft vazou; saiba tudo o que esperar do Edge no Chromium

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A Microsoft está otimizando o navegador Edge usando o Chromium como base e, antes mesmo do software ser anunciado oficialmente, já sabemos tudo o que podemos esperar desta versão  melhorada do Edge. Confira abaixo.

Antes de vazar, o pessoal do The Verge teve acesso exclusivo ao software de testes e publicou uma espécie de primeiras impressões do Edge no Chromium. Depois do vazamento, o canal NeoWin também colocou as mãos sobre a nova versão. Com base nestas duas análises prévias, confira abaixo o que podemos esperar do Edge para Windows.

#1 Instalação funcional

Logo que o novo Edge para Windows é instalado, aparecerá uma mensagem perguntando ao usuário se este deseja importar a seleção própria de páginas favoritas, as senhas e o histórico de navegação dos navegadores Chrome e Edge (versão antiga). Depois disso, você poderá escolher o estilo do navegador que quer utilizar.

#2 Interface do usuário

De acordo com a análise do canal, a Microsoft não reinventou a roda, apenas optou por unir alguns estilos que já vimos no navegador do Google e no próprio Edge. Assim, você pode esperar por pequenos detalhes exclusivos da equipe de designers da Microsoft, porém, muito da IU já é conhecida do Chrome e Edge.

A empresa manteve as opções de acessibilidade do navegador anterior, como a leitura da página em voz alta. Contudo, o sistema de abas separadas ainda não foi implementado, bem como a opção de suporte para a caneta Stylus. Além disso, o Modo Escuro só estará disponível em forma de teste, ou seja, ainda não é um recurso padrão do sistema

#3 Suporte para extensões

Como já havia sido confirmado pela equipe do Edge, o navegador com base no Chromium agora oferece suporte para extensões, com uma página dedicada para tanto. A partir das configurações, também será possível usar extensões do Chrome no Edge, o que abre uma grande janela de possibilidades e melhora a experiência de uso do navegador. De acordo com os editores do The Verge, as extensões estão funcionando como se fosse no Chrome.

Contudo, não espere total suporte à sincronização das extensões e outras funções logo no início, pois isso pode demorar mais tempo para chegar, conforme descrito nas configurações do novo navegador. Assim, em um primeiro momento, será possível apenas sincronizar a pasta de favoritos. Desta forma, sincronizar recursos como configurações, histórico, extensões, abas abertas, senhas e informações de autopreenchimento ainda não é possível.

O Edge no Chromium está bem consistente

Infelizmente, não pude testar a versão do Edge no Chromium para Windows, além disso, o software para Mac ainda não está disponível. Contudo, observando a opinião dos editores do The Verge e do NeoWin, o novo Edge está bem consistente – mesmo que ainda não seja oficial.

O navegador é rápido e, mais importante, deve substituir o Chrome para Windows. Isso significa que o monopólio do Google pode estar com os dias contatos e, possivelmente, isso deverá abrir mais espaço para outros navegadores, como Opera e Firefox, pois quem abrir mão do navegador do Google pelo da Microsoft estará muito mais apto, no futuro, a querer testar outras plataformas.

Ainda não existe previsão de lançamento da nova versão do Edge construída em cima do Chromium. Porém, dado o atual estágio de desenvolvimento do navegador, é possível que vejamos a Microsoft anunciando o novo Edge nas próximas semanas. Como temos um grande update do Windows 10 agendado para abril, é possível que até o final do próximo mês você já esteja usando o Edge no lugar do Chrome.

Se você instalou e testou o novo Edge no seu computador, por favor, compartilhe a sua experiência e opinião do o navegador nos comentários abaixo.

Fonte Olhar Digital

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