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EUA proíbem transporte de produtos com bateria de lítio no bagageiro de aviões

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A medida foi uma resposta ao pedido da Organização da Aviação Civil das Nações Unidas

Os casos de explosão do Galaxy Note 7 tinham como responsável sua bateria de lítio, que têm alto potencial explosivo. Por isso, algumas medidas foram tomadas pela Administração Federal de Aviação e pelo Departamento de Transporte dos EUA: os órgãos emitiram medida provisória para proibir o transporte de células e baterias de íons de lítio como carga.

Além disso, a determinação coloca um limite máximo de 30% no valor transportado. O Brasil já havia feito a mudança em 2016, quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a implementou após pedido da Organização da Aviação Civil das Nações Unidas.

A bateria, apesar de potencialmente perigosa, é utilizada em muitos equipamentos eletrônicos — então, a regra não pode impedir os clientes de viajarem com o item. Além disso, é mais fácil para funcionários e passageiros cuidarem de uma bateria em fogo na cabine do que no cargueiro do avião.

As orientações explicitam a proibição, tanto da bateria como de outros itens. “Se uma bagagem de mão for despachada no portão ou no avião, baterias de lítio sobressalentes, cigarros eletrônicos e dispositivos devaping devem ser removidos da bagagem e mantidos com o passageiro na cabine da aeronave.”

O comunicado alerta, ainda, que mesmo na bagagem de mão, as baterias devem ser protegidas contra danos que possam causar explosões. A maior consequência da decisão deve ser para as fabricantes de celulares, que terão de esperar por aviões específicos de carga para transportar grandes quantidades. Outra opção é que os aparelhos sejam vendidos sem estarem prontos para uso.

Fonte Olhar Digital

 

 

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Tecnologia

Os lançamentos da Netflix na semana (20/05 a 26/05)

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Nesta semana, mais uma vez, o catálogo da Netflix ganha o reforço de novos títulos. Entre eles, há filmes, documentários, séries e novas temporadas de séries. Quer saber o que vem por aí? Acompanhe, a seguir, a lista que o Olhar Digital preparou. Depois, é só escolher seus preferidos e divertir-se!

Segunda-feira, 20 de maio (20/05)

Quinta-feira, 23 de maio (23/05)

Sexta-feira, 24 de maio (24/05)

Filmes

Terça-feira, 21 de maio (21/05)

Quarta-feira, 22 de maio (22/05)

Sexta-feira, 24 de maio (24/05)

Documentários

Quarta-feira, 22 de maio (22/05)

Sexta-feira, 24 de maio (24/05)

Stand-up

Terça-feira, 21 de maio (21/05)

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Tecnologia

Microsoft pode bloquear atualizações para laptops da Huawei

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Até o momento, a fabricante do Windows se recusou a comentar se iria aderir ao boicote, dizendo de forma bastante sucinta: ‘não temos nada a compartilhar’

Com a Huawei se tornando uma “empresa non grata” pelo governo dos Estados Unidos, diversas gigantes de Tecnologia do país resolveram aderir ao boicote, entre elas Google, Qualcomm, Intel, entre outras. E no meio de tudo isso, algumas dúvidas surgiram enquanto ao posicionamento da Microsoft, já que a Huawei também produz notebooks. E sim, parece que eles também podem fazer deixar de fazer negócios com a gigante chinesa.

A administração de Trump na sexta-feira (17) colocou a Huawei em uma “lista negra do comércio”, que proíbe as empresas dos EUA a fazer negócios com a companhia chinesa. A ação se dá pelas pesadas disputas comerciais entre China e EUA e, no embalo da contenda, o presidente Donald Trump acusa o governo chinês de espionagem através da infraestrutura de telecom da Huawei.

E depois que o Google suspendeu o suporte do Android aos smartphones da marca, é provável que a Microsoft também interrompa a venda de licenças do Windows 10 para a fabricação de laptops da Huawei. O TechRadar entrou em contato com a empresa, que se recusou a comentar iria aderir ao boicote. dizendo de forma bastante sucinta: “não temos nada a compartilhar”.

Caso a “Big M” também participe do movimento, a alternativa da Huawei seria, naturalmente, o uso de alguma distribuição de Linux, devidamente customizada. Até o momento, não é possível saber se os chineses já têm esse plano também para os PC, mas é bastante provável, uma vez que eles já têm essa carta na manga para sua linha de smartphones.

As atualizações de segurança e o acesso à loja e aos serviços do Google Play continuarão nos dispositivos Huawei já comercializados, incluindo os que ainda estão em estoque globalmente. É uma suposição segura de que a Microsoft adotará a mesma postura. Sua licença do Windows 10 e as atualizações de serviço resultantes das mesmas foram pagas e seu sistema operacional não irá simplesmente parar de funcionar.

Via: MSPoweruser / Forbes

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Google começa a cortar laços com a Huawei

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Em meio a tensões comerciais, Trump proibiu que empresas americanas façam negócios com estrangeiras do setor de telecomunicações

Huawei: empresa se tornou inimiga de Washington (Aly Song/File Photo/Reuters)

O grupo americano Google, cujo sistema operacional Android está instalado na grande maioria dos smartphones do mundo, anunciou no domingo (19) que começou a suspender suas relações com o grupo chinês Huawei, uma das empresas consideradas “de risco” por Washington.

Em meio a tensões comerciais com Pequim, o presidente Donald Trump proibiu que os grupos americanos façam negócios com empresas estrangeiras do setor de telecomunicações consideradas perigosas para a segurança nacional, uma medida que tinha como alvo principal a Huawei, gigante chinesa e que se tornou inimiga de Washington.

O grupo aparece na lista de empresas suspeitas com as quais não se pode negociar sem a autorização das autoridades.

“Estamos cumprindo a ordem e revisando as implicações”, afirmou um porta-voz do Google em um e-mail à AFP.

As implicações podem ser importantes, pois, como todos os grupos de tecnologia, o Google deve colaborar com os fabricantes de smartphones para que seus sistemas sejam compatíveis com os telefones.

A empresa terá que interromper as atividades que representam transferência de tecnologias que não são públicas (“open source“), o que obrigaria o fabricante chinês a usar apenas a versão “open source” do Android, explicou à AFP uma fonte próxima ao caso.

Desta maneira, a Huawei não poderá acessar mais os aplicativos e serviços que pertencem ao Google, como o Gmail, por exemplo.

Nesta segunda-feira (20), a Huawei afirmou que fez “contribuições substanciais” ao desenvolvimento do sistema operacional Android e que vai continuar oferecendo atualizações de segurança e serviços pós-venda a todos seus equipamentos, depois de saber que o Google deixará de vender componentes e software à empresa chinesa.

“A Huawei fez contribuições substanciais ao desenvolvimento e crescimento de Android. Como um dos seus parceiros-chave globais, trabalhamos estreitamente com sua plataforma de código aberto para desenvolver um ecossistema que beneficiou tanto os usuários como a indústria”, informou a empresa chinesa em comunicado.

A companhia indicou que continuará fornecendo atualizações e serviços pós-venda a todos seus equipamentos, tanto “para os quais já foram vendidos como para os que estão ainda em estoque”

No primeiro trimestre, a Huawei vendeu 59,1 milhões de smartphones, o que representa 19% do mercado, mais do que a americana Apple, mas ainda continua atrás da líder do setor, a sul-coreana Samsung.

A Huawei é uma das empresas líderes do 5G, a nova geração da internet móvel que está em processo de desenvolvimento.

As duas maiores economias mundias travam uma guerra comercial, com a imposição mútua de tarifas, e a tecnologia é um eixo fundamental do confronto.

 

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