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Estes são os recursos do iPhone que os fãs do Android desejam ter

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(Foto: Technobuffalo)

Falar sobre as diferenças entre smartphones rodando com Android e smartphones rodando com iOS é quase como discutir religião, política ou futebol: todos têm uma opinião e quase sempre a outra pessoa está errada. Porém, com o passar dos anos, as diferenças entre os sistema operacionais do Google e da Apple foram diminuindo e hoje quase não temos mais muito mais para divergir a respeito.

Contudo, de vez em quando, eis que surge uma nova discussão sobre o tema Android vs iOS e traz à tona os desejos mais íntimos dos usuários de smartphones de ambos os lados.

Desta vez, o assunto surgiu em um tópico no Reddit, no início da semana passada. No subreddit do Android, um membro do canal publicou um tópico com o seguinte tema: “O que você gostaria de ver no Android e que já existe no iPhone?”

O tópico começa assim: “Ambos os sistemas operacionais são bons por si só, e eu sempre permaneço objetivo ao comparar os dois. Uma coisa que desejo ao Android faça tão bem quanto o iPhone está relacionada à compatibilidade… iPhones emparelhados com outros dispositivos da Apple funcionam instantaneamente e sem a necessidade de configurar nada, é quase mágica (parece cliché, eu sei). Também apps… eles funcionam melhor no iOS, são lançados primeiro no iOS e recebem atualizações mais rapidamente. Eu também acho que [queria] um aplicativo de mensagens como o iMessage. O Hangouts faz o trabalho, mas não da mesma forma.”

Até o momento, o tópico teve mais de 1,6 mil comentários, e o dono da questão abriu a mesma discussão no subreddit do iPhone, porém, não teve o mesmo sucesso.

Como usuária de ambas as plataformas, reconheço que a Apple faz um excelente trabalho quando o assunto é o emparelhamento com outros dispositivos, em especial por causa do ecossistema fechado. Enquanto usuária do MacOS, por exemplo, e de um Pixel 3, é realmente diferente conectar o meu Android ao Mac do que o iPhone. Além disso, conectar outros dispositivos Bluetooth com o Pixel 3 e com o iPhone X também se mostrou uma experiência distinta.

Reprodução

Em relação ao iMessage, talvez não tenhamos no Brasil a mesma experiência das pessoas que utilizam o serviço nos Estados Unidos, país em que a maioria das pessoas opta pela plataforma de mensagens da Apple. No Brasil, devido ao uso massivo do WhatsApp e de smartphones rodando com o SO Android, é mais fácil para proprietários de iPhone se comunicarem usando apps de mensagens alternativos. Ainda assim, precisamos reconhecer que a Apple faz um excelente trabalho com o iMessage, tanto que o Google está trabalhando para tornar o seu aplicativo de mensagens algo bastante próximo daquilo que é hoje o iMessage.

Mas quais outros recursos do iPhone os usuários do Android desejam ver em seus smartphones?

Uma das respostas mais votadas foi a sugestão de um recurso bastante simples, o qual existe antes mesmo do sistema operacional da Apple se chamar iOS: a capacidade de tocar na barra de status na parte superior de qualquer tela para voltar instantaneamente ao topo de uma página. No entanto, apesar deste não ser um recurso nativo do Android, é possível buscar a função em aplicativos de terceiros, mas, na maioria dos casos, será necessário privilégio administrativo (root do sistema).

Outros recursos do iPhone que os usuários do Android mencionaram foram a capacidade de gravar a tela junto com áudio interno, algo que a Sony já adicionou aos seus aparelhos há algum tempo; o botão físico para silenciar o aparelho rapidamente, o que já temos em aparelhos da OnePlus, por exemplo; a otimização do recurso de backup de todo o sistema; melhores recursos de acessibilidade, como compatibilidade com aparelhos auditivos; e, claro, atualizações mais rápidas do sistema operacional.

Para saber quais outros recursos do iPhone os usuários do Android gostariam de ver implementados no sistema operacional do Google, confira o tópico completo no Reddit.

Mas agora gostaria de saber de você, usuário do Android ou do iOS: qual recurso de outros sistemas operacionais você gostaria de ver no seu smartphone?

Via: BGR
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Aplicativos fazem acordo com Prefeitura e estudam medidas para reduzir mortes no trânsito

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Além do corte do bônus por demanda, a adminstração pretende oferecer cursos de direção defensiva e pilotagem; 360 motociclistas morreram em 2018

 

Para tentar diminuir as mortes no trânsito, a cidade de São Paulo assina um pacto com empresas de entregas por aplicativo para acabar com os bônus pelo volume de serviço.

O compromisso foi firmado com a iFood e com a Loggi após reunião no gabinete do prefeito na manhã desta quinta-feira (18). As conversas estavam em andamento há seis meses. A administração também convidou a Rappi e o Uber Eats, que não quiseram integrar o acordo.

O secretário de Mobilidade e Transportes da Cidade de São Paulo, Edson Caram, diz que as medidas assinadas já valem imediatamente.

Outras medidas

Para a segunda fase do projeto, a administração pretende oferecer cursos de direção defensiva e pilotagem segura aos motociclistas que atuam com aplicativos.

O prefeito Bruno Covas afirma ainda que conversa com as empresas para que os bônus antes oferecidos por demanda sejam vinculados a outras práticas. “As empresas vão agora estudar a possibilidade de bonificação não por entrega, mas por respeito as leis de trânsito”, disse Covas.

Dados do governo do Estado apontam que o número de mortes de motociclistas como um todo foi o maior em três anos na cidade de São Paulo em 2018.

Foram 360 óbitos em 2018, contra 305 em 2017, uma alta de 18%.

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Computação em nuvem passa Windows e Office na receita da Microsoft

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Mercado de nuvem chegará a mais de 600 bilhões de dólares em 2023, enquanto setor de PCs, maduro, terá crescimento modesto

MIcrosoft: negócio de nuvem se torna maior do que o de Windows e Office (GettyImages/Getty Images)

São Paulo – Nesta semana, a Microsoft anunciou os resultados financeiros do seu quarto trimestre fiscal. Pela primeira vez, o negócio de computação em nuvem da empresa gerou mais receita do que a divisão de produtividade e computação pessoal da companhia, que engloba o sistema operacional Windows e o pacote de produtividade Office (Word, PowerPoint e Excel).

A divisão de “nuvem inteligente” gerou 11,4 bilhões de receita, registrando crescimento de 64% ante o ano anterior.

O crescimento dos negócios de computação em nuvem fez o valor de mercado da Microsoft superar 1 trilhão de dólares pela primeira vez em abril.

A divisão de computação teve receita de 11,3 bilhões de dólares no período. Além do Windows e do Office, essa área da empresa inclui o console de games Xbox, buscador rival do Google chamado Bing e os computadores da linha Surface – não vendidos oficialmente no mercado brasileiro.

O lucro líquido da Microsoft chegou a 13,19 bilhões de dólares no seu último trimestre, que terminou em 30 de junho. O valor é maior do que o registrado no mesmo período no ano passado, que era de 8,87 bilhões.

Apesar da virada da computação em nuvem em relação à unidade de produtividade e computação, a velocidade de crescimento do Microsoft Azure, solução de cloud da empresa, diminuiu. No ano passado, o crescimento registrado na unidade foi de 89% e, agora, foi de 64% em relação ao mesmo período em 2018.

Ainda assim, o setor tem previsão de crescimento para os próximos anos. De acordo com a consultoria MarketsAndMarkets, o faturamento do mercado de computação em nuvem atingirá 623,3 bilhões de dólares em 2023. A taxa de crescimento anual prevista é de 18%, o que levará o faturamento de 2018, 272 bilhões de dólares, a um crescimento total de 130% no período. Já o mercado de computadores, apesar de ainda ter inovação por parte de fabricantes como Lenovo, Dell, Samsung, Asus e LG, seguirá com previsão de estabilidade e pouco crescimento nos próximos anos.

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Facebook enfrentará mais questionamentos do Congresso dos EUA sobre libra

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A rede social já foi questionada sobre os possíveis riscos à privacidade dos dados, proteção dos consumidores e controles de lavagem de dinheiro

Libra: Moeda digital do Facebook tem gerado críticas e dúvidas sobre o impacto na privacidade das usuários e no sistema financeiro (Dado Ruvic/Illustration/File Photo/Reuters)

Washington — O Facebook enfrentará mais questionamentos nesta quarta-feira de parlamentares norte-americanos interessados nos planos da rede social para a criptomoeda libra, um dia depois que senadores de democratas e republicanos condenaram o projeto, dizendo que a empresa não demonstrou ser confiável para levá-lo adiante.

A empresa de mídia social tenta trazer os parlamentares norte-americanos para seu lado após ter anunciado em 18 de junho que planejava lançar a libra em 2020.

Desde então, o Facebook tem enfrentado críticas de políticos e defensores de questões financeiras no país e no exterior, que temem que a adoção generalizada da moeda digital pelos 2,38 bilhões de usuários da rede social possa impactar o sistema financeiro.

Na terça-feira, o executivo do Facebook que supervisiona o projeto da libra, David Marcus, foi questionado pelo Comitê Bancário do Senado sobre os possíveis riscos impostos pela moeda digital à privacidade dos dados, proteção dos consumidores e controles de lavagem de dinheiro. O senador Sherrod Brown, o principal democrata no painel, disse que o plano da criptomoeda era “delirante”.

A audiência desta quarta-feira pode revelar-se ainda mais tensa. O painel já divulgou um projeto de lei que pode acabar com a criptomoeda ao proibir que o Facebook e outras empresas de tecnologia entrem no setor de serviços financeiros.

Na terça-feira, Marcus tentou acalmar os legisladores prometendo não começar a emitir a libra até que as preocupações regulatórias sejam resolvidas. Ele também disse que a empresa revelou o projeto em um estágio inicial, a fim de obter contribuições de todas as partes interessadas.

 

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