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Energia elétrica pressiona inflação ao consumidor no IGP-10 de julho

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Informações foram divulgadas pela Fundação Gutulio Vargas na manhã desta segunda-feira, 16

Rio – A tarifa de energia elétrica pressionou a inflação ao consumidor no Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) de julho, segundo informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na manhã desta segunda-feira, 16.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) registrou variação de 0,78% em julho, após uma alta de 0,74% em junho. Quatro das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais elevadas. O destaque foi o grupo Habitação, que passou de aumento de 1,04% em junho para avanço de 1,63% em julho, sob impacto do item tarifa de eletricidade residencial, que saiu de elevação de 5,39% para 7,60% no período.

Os demais acréscimos ocorreram nos grupos Educação, Leitura e Recreação (de -0,30% para 0,86%), Comunicação (de 0,22% para 0,40%) e Despesas Diversas (de 0,11% para 0,14%). As maiores influências partiram dos itens passagem aérea (de -7,92% para 20,81%), tarifa de telefone móvel (de 0,07% para 0,80%) e serviço religioso e funerário (de 0,25% para 0,86%).

Na direção oposta, as taxas foram mais baixas nos grupos Alimentação (de 0,98% para 0,51%), Vestuário (de 0,58% para -0,32%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,55% para 0,33%) e Transportes (de 0,89% para 0,78%). Os itens de maior contribuição foram hortaliças e legumes (de 11,74% para -15,74%), roupas (de 0,57% para -0,35%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,25% para -0,80%) e gasolina (de 4,48% para 1,28%).

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Economia

Receita cancela adesão de “viciados em Refis” que deixaram de pagar R$ 1 bi

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A Receita informou ainda que hoje mais de 4 mil contribuintes estão sendo cobrados para que regularizem sua situação

Arquivo/Agência Brasil

A Secretaria da Receita Federal informou nesta quinta-feira, 19, que cancelou a adesão ao Programa Especial de Regularização Tributária (Pert) de mais de 700 contribuintes “viciados em Refis”, como classificou a instituição em nota. A punição ocorreu porque esses contribuintes não pagaram obrigações correntes que chegaram a um total superior a R$ 1 bilhão.

Conhecido como Novo Refis, o programa de parcelamento foi criado pela Lei 13.496/2017, com facilidades e altos descontos em multas, para atender pessoas físicas e jurídicas interessadas em regularizar débitos de natureza tributária e não tributária vencidos até 30 de abril de 2017. No entanto, esclareceu a Receita, para que o contribuinte possa usufruir das vantagens do programa, é necessário pagar regularmente suas obrigações tributárias correntes.

Na nota, a Receita informou ainda que hoje mais de 4 mil contribuintes estão sendo cobrados para que regularizem sua situação e que, em uma próxima etapa, mais de 58 mil optantes pelo parcelamento, com débitos em aberto no valor de R$ 6,6 bilhões, serão alvo de cobrança, com consequente cancelamento caso não regularizem os pagamentos.

“A experiência das cobranças anteriores de optantes pelo Pert demonstra que aproximadamente metade dos contribuintes regulariza a sua situação após receber a cobrança da Receita Federal”, destacou a nota. “Para usufruir dos benefícios instituídos pelo Pert, é fundamental que os optantes mantenham o pagamento das suas obrigações correntes em dia, pois a inadimplência por três meses consecutivos ou seis meses alternados implicará exclusão do devedor do Pert”, acrescentou.

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    Economia

    Dólar à vista renova máximas acima de R$ 3,88 com exterior e eleições no radar

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    Dólar à vista ultrapassou os R$ 3,880

    Agência Brasil

    O dólar à vista começou a sessão desta quinta-feira, 19, renovando máximas e ultrapassou os R$ 3,880, acompanhando o fortalecimento da moeda americana no exterior. O movimento reflete as avaliações do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Jerome Powell, que minimizou o impacto das disputas comerciais e demonstrou otimismo com a economia norte-americana, o que reforçou as expectativas dos investidores sobre a força da moeda no longo prazo.

    Mais cedo, a divulgação de dados positivos sobre a economia dos Estados Unidos deu suporte à valorização adicional, assim como a queda dos preços do petróleo. Os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caíram 8 mil na última semana, a 207 mil, ante previsão de 220 mil, enquanto o índice de atividade regional do Federal Reserve da Filadélfia subiu de 19,9 em junho a 25,7 em julho, ante projeção de 20,8 dos analistas.

    No cenário doméstico, as articulações para a formação de alianças de olho na corrida presidencial deixam os investidores na retaguarda. Há expectativas em torno da definição do pré-candidato que terá o apoio do Centrão (bloco integrado pelas legendas Solidariedade, PRB, DEM e PP), que está entre os pré-candidatos Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin(PSDB).

    O apoio do bloco também é cobiçado pelo ex-ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, pré-candidato do MDB ao Palácio do Planalto, que concede às 11h entrevista ao Broadcast Ao Vivo Interativo.

    A movimentação do pré-candidato do PSL, Jair Bolsonaro, para indicar seu vice também está no radar. Há possibilidade de formação de uma “chapa pura” com a advogada Janaina Paschoal, uma das autoras do pedido de impeachment da ex-presidente petista Dilma Rousseff, que se filiou ao PSL em maio. Em entrevista à Rádio Eldorado, Janaina disse que ainda não recebeu nenhum convite, mas se mostrou otimista com a possibilidade.

    Às 9h35 desta quinta-feira, o dólar à vista atingiu máxima, aos R$ 3,8863 (+1,09%). O dólar futuro de agosto estava em alta de 0,83%, aos R$ 3,8890.

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      Economia

      Preço médio da gasolina nas refinarias é mantido em R$ 1,9611 nesta sexta-feira

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      Trata-se do terceiro dia consecutivo de manutenção do valor do combustível

       

      Antonio Cruz/Agência Brasil

      A Petrobras anuncia que o preço médio do litro da gasolina A sem tributos nas refinarias será mantido em R$ 1,9611 nesta sexta-feira, dia 20. Trata-se do terceiro dia consecutivo de manutenção do valor do combustível.

      O preço do diesel, por sua vez, segue inalterado desde o dia 1º de junho em R$ 2,0316. A redução do preço do combustível usado no transporte de cargas foi uma das reivindicações dos caminhoneiros na greve feita no fim de maio.

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