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Encontro com Onyx pode selar apoio do MDB no Senado

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Nome cotado para líder do governo no Senado é Fernando Bezerra Coelho, de Pernambuco, ex-ministro de Dilma Rousseff

SENADO: eleição de Davi Alcolumbre contra Renan Calheiros foi derrota marcante do MDB no início do governo Bolsonaro / Marcelo Camargo/Agência Brasil (/)

O Ministro da Casa Civil,Onyx Lorenzoni, irá se reunir nesta segunda-feira, 11, com o Senador de Pernambuco Fernando Bezerra Coelho (MDB) para um encontro que deve acertar o principal articulador do governo dentro do Congresso Nacional. Além disso, esperam os estrategistas do governo, pode selar a paz com o MDB após a derrota de Renan Calheiros para presidente do Senado.

Bezerra vem articulando seu papel como futuro líder do governo no Senado desde a semana passada com o recém eleito presidente do casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), figura próxima à Onyx. Caso Bezerra seja confirmado como articulador oficial do governo de Bolsonaro, o Planalto ganhará, na teoria, o apoio de pelo menos mais doze Senadores do MDB, apesar das inúmeras divisões internas dentro do partido.

Dentro do Senado, o MDB ㅡ antigo PMDB ㅡ historicamente sempre ficou posição de destaque, ocupando os cargos de maiores prestígios da casa. Para qualquer governo, se aliar à legenda, mais do que a compatibilidade de ideias, é uma questão de prática. Apesar da estratégia governista de mudar a forma de relação com o Congresso, convém ter o MDB por perto.

Embora o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre, tenha sido eleito através do apoio fundamental de legendas como PSDB, PSD e Podemos, ele decidiu adotar o critério de distribuição proporcional na distribuição de comissões, e, com isso, o MDB mais uma vez levou a comissão de Constituição e Justiça, a mais importante do congresso.

À Folha de Pernambuco, Fernando Bezerra disse que, além do presidente da casa, sua liderança no governo também vem sendo articulada junto ao também senador e líder no MDB no Senado, Eduardo Braga. “O presidente Alcolumbre sondou Braga sobre possibilidade de meu nome liderar o governo. O nosso líder consultou a bancada, que respondeu de forma positiva”, e completa: “Então, o Davi me pegou no plenário e disse que segunda-feira nós falaríamos com Onyx”, disse.

Durante o primeiro governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Bezerra ocupou a posição de ministro da Integração Nacional. Já no mandato de Michel Temer, o Senador chegou a assumir a liderança interina do governo no Senado por uma semana após a renúncia do articulador oficial da época, Romero Jucá, também do MDB.

Fonte Exame

 

 

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O Pires da Nova Política

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Transição bem-sucedida

Sergio Moro em entrevista ao Fantástico (Reprodução/TV Globo)

No último governo da ditatura militar de 64, sempre que o presidente João Figueiredo via sua autoridade contestada ameaçava chamar o Pires. No caso, o ministro do Exército, o general Walter Pires. Nem o Pires salvou Figueiredo do desfecho melancólico de deixar o Palácio do Planalto pela porta dos fundos.

No primeiro governo civil da chamada Nova República, vez por outra o presidente José Sarney também ameaçava chamar o Pires. O ministro do Exército à época atendia pelo nome de Leônidas Pires Gonçalves. Serviu a Sarney com lealdade, e ao contrário de Walter, jamais pensou em colaborar para que o tempo político se fechasse.

O Pires do governo do capitão, mas não só dele é Sérgio Moro, juiz até um dia desses, ministro da Justiça e da Segurança Pública desde então. Bolsonaro chamou Moro para investigar o laranjal do PSL, o partido da Nova Política. O presidente do Senado chamou Moro para descobrir quem tentou fraudar a recente eleição naquela casa.

Moro é mais seletivo do que os outros Pires. É bem verdade que Bolsonaro não lhe pediu para apurar os rolos de Onyx Lorenzoni, duas vezes envolvido com dinheiro de caixa dois. Mas provocado sobre o assunto, Moro foi logo dizendo que Onyx já pedira perdão. Logo, ele não tinha por que investigá-lo.

Os rolos de Queiroz e de Flávio Bolsonaro? Moro não viu razão para se preocupar com eles. Quebrou a cara quem duvidou que Moro fosse capaz de fazer com sucesso a transição entre o judiciário e a política.

Fonte Veja

 

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Preferida dos Bolsonaro rejeita críticas a Carlos: ‘É minha inspiração’

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Alana Passos (PSL) segue os passos de Carlos

Carlos e Alana Passos: amizade (reprodução/Reprodução)

Única parlamentar do Rio com livre acesso à família Bolsonaro, a deputada estadual Alana Passos (PSL) diz que o estilo pitbull de Carlos Bolsonaro (PSC) é a grande inspiração de seu mandato.

Nem a confusão em que Carlos se meteu nos últimos dias, ao fritar publicamente o ministro Gustavo Bebianno, assusta a deputada.

“Tenho enorme admiração. Vejo a postura dele como de proteção, antes do Jair ser o presidente, é o pai dele”, diz.

“Carlos tem uma conversa direta, sem intermediários, com seus eleitores. É nele que me inspiro na hora de conversar com os meus”, afirma.

Desde o início do mandato, Alana, que frequenta a casa de Jair Bolsonaro, mantém contato com o presidente.

“Bolsonaro tem me dado suporte, por exemplo, no projeto para implantar escolas militares no Rio”, diz.

Fonte Veja

 

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Reunião com a Globo pode ter sido estopim para Bolsonaro fritar Bebianno

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Bolsonaro se sente traído por Bebianno

Bebianno e Bolsonaro: amizade desfeita (Marcos Corrêa/PR)

Uma das razões para a irritação exagerada de Jair Bolsonaro com o  ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, é um profundo sentimento de traição.

Como Bebianno sustenta, os dois, de fato, trocaram áudios nos últimos dias.

Num deles, Bolsonaro dá uma bronca em seu ministro porque ele marcou uma reunião com o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, no Palácio do Planalto.

No áudio, Bolsonaro diz: “Como você coloca nossos inimigos dentro de casa?”

Bebianno vinha atuando para abrir um canal de diálogo com a emissora. A relação entre Bolsonaro e a Globo está muito estremecida desde o escândalo das movimentações suspeitas feitas por assessores de Flávio Bolsonaro.

Bolsonaro achou exagerada a maneira como a emissora se comportou com relação ao caso.

Ver o auxiliar se movimentar para abrir esse canal com “os inimigos” ajudou a colocar lenha na fogueira em que Bolsonaro queimou Bebianno em público.

Evidentemente, não é algo razoável. Mas o “capitão” já demonstrou que o equilíbrio não é uma de suas qualidades.

Fonte Veja

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