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Eliana cumpre agenda na porta do IHB e promete melhorias na Saúde

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Líder nas pesquisas, a candidata afirmou que o atual modelo adotado no DF não funciona e precisa de mudanças

MATHEUS VENZI/METRÓPOLES

Mais qualidade no atendimento e menos tempo de espera nas unidades públicas de saúde. Essas foram as principais promessas da candidata ao GDF Eliana Pedrosa (Pros), durante caminhada em frente ao Instituto Hospital de Base (IHB), na manhã desta quarta-feira (29/8).

Líder nas pesquisas, a candidata afirmou que o atual modelo de saúde adotado no DF não funciona e precisa de mudanças. Voltou a criticar o modelo de gestão do IHB e conversou a população que passava pelo local para ouvir reclamações. Entre as principais queixas, o ponto mais citado foi a falta de remédios para pessoas com doenças crônicas.

Para resolver os problemas da saúde, a candidata ao Palácio do Buriti afirma que contará com auxílio de profissionais de especializados para construir soluções. “Na minha equipe, tenho médicos com grande experiência na rede pública. Só assim poderemos fazer algo. Além disso, também voltaremos as atenções para as regiões administrativas. Ceilândia, por exemplo, é uma cidade enorme que não possui uma rede pública compatível com seu tamanho. Precisamos ampliar”, argumentou.

“A Saúde da Família vai ser prioridade. Com atendimento prévio, você previne e evita doenças graves”, justifica.explicou. A candidata voltou a defender uma de suas propostas de governo, que é a integração entre saúde e educação, com o atendimento dos estudantes nas próprias escolas.

Os ambulantes que ficam em frente ao IHB também indagaram Eliana sobre as condições de trabalho. “A Agefis só fica em cima da gente enquanto quem tem mais dinheiro se safa. O nosso ganha pão tá aqui. Sem isso não temos nada. Você precisa ajudar a gente”, pediu o ambulante, Cosme da Silva Dias, 42 anos. A candidata prometeu mudar o modo de agir da agência de fiscalização.

Perfil
Eleita deputada distrital por três vezes consecutivas, entre 2002 e 2010, foi secretária de Desenvolvimento Social do Distrito Federal e terá o nome colocado à prova na disputa ao Buriti pela segunda vez.

Nas eleições de 2014, chegou a ser anunciada pelo PPS, mas não fechou aliança para vice do então chefe José Roberto Arruda (PR): saiu para deputada federal, mas não conseguiu se eleger. Antes de iniciar carreira na política, atuava em empresas de segurança da família, entre elas a Dinâmica.

Fonte: MATHEUS VENZI/METRÓPOLES
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PSB assumirá dívidas de Rollemberg. “Vamos pagar assim que possível”

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Derrotado nas urnas, governador do DF arrecadou menos do que gastou na campanha à reeleição. Saldo negativo chega a R$ 1,5 milhão

O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), teve de passar o chapéu na sede do partido. Derrotado na campanha à reeleição, ele amarga, também, o prejuízo financeiro de R$ 1,5 milhão nas contas eleitorais. Ao Metrópoles, na manhã desta quarta-feira (14/11), o socialista disse como pretende honrar os compromissos feitos nos últimos meses para tentar se manter no cargo.

“Nós estamos conversando com todos os credores e o partido do Distrito Federal vai assumir a dívida, devidamente autorizado pelo PSB Nacional. Vamos pagar ao longo do tempo”, afirmou Rollemberg.

Segundo ele, o débito surgiu porque a equipe de campanha tomou a decisão de ser “extremamente rigorosa na captação”. “Não tivemos os recursos necessários para pagar todas as despesas neste primeiro momento, mas vamos fazer com que o partido possa assumir essa dívida e pagar tão logo seja possível”, esclareceu.

A três dias do prazo final para a prestação de contas final no Tribunal Superior Eleitoral, o atual chefe do Executivo local precisa deixar o saldo “zerado”. Caso contrário, ele não receberá a certidão de quitação eleitoral e ficará impossibilitado de participar das próximas eleições. No último pleito, ele teve R$ 5,6 milhões de despesas, mas só conseguiu, até o último informe, R$ 4,1 milhões em receitas.

O gestor participou, nesta manhã, da entrega da Medalha Mérito Ambiental da Polícia Militar do DF. A condecoração é destinada a civis, militares e instituições pelos serviços prestados na preservação do meio ambiente.

Decisão
Na ocasião, Rollemberg também comentou as declarações do sucessor, Ibaneis Rocha (MDB), que calcula assumir o GDF com déficit de R$ 5 bilhões. “É um número equivocado. O candidato eleito está contando com as parcelas dos reajustes que não foram pagas nos anos anteriores.”

Segundo o socialista, a Constituição brasileira é clara: “Não havendo disponibilidade orçamentária, não há efetividade no aumento. Temos uma decisão sobre o assunto e é por isso que não pagamos”.

Rollemberg disse que chama a atenção o fato de Ibaneis estar vivendo um profundo conflito de interesse interno acerca do assunto. “Ele precisa tomar uma decisão se, a partir de agora, vai continuar agindo como advogado dos sindicatos ou como o governador do Distrito Federal”, disse.

Fonte: Portal Metrópoles

 

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Cúpula de Ibaneis no GDF chega a 16 pessoas com indicações de terça

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O governador eleito do Distrito Federal definiu nomes para secretarias e forças de segurança pública

O número de integrantes do primeiro escalão da futura gestão do governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) chegou a 16. Na terça-feira (13/11), o emedebista confirmou suas escolhas para as secretarias de Educação; Casa Civil; Justiça; Comunicação; Meio Ambiente; e comando-geral do Corpo de Bombeiros.

Ibaneis, porém, ainda tem muitos outros nomes para definir. Na atual estrutura, há 21 secretarias, cinco órgãos especializados e 31 regiões administrativas (RAs). A quantidade de pastas do GDF pode crescer, uma vez que Ibaneis manifestou desejo de criar mais braços do Palácio do Buriti – embora com quadro de funcionários mais enxuto.

Há sinais de mudança na estrutura do Executivo local. Ibaneis anunciou, por exemplo, Éricka Filippelli (MDB) como secretária da Mulher. A pasta havia sido transformada em subsecretaria pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB) e deve voltar a ter estrutura desvinculada de outros órgãos.

Também é prerrogativa do chefe do Executivo local a nomeação dos líderes das 27 instituições da administração indireta, entre fundações, autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista.

Portanto, cabe a Ibaneis definir quem coordenará o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb) e Serviço de Limpeza Urbana (SLU), por exemplo.

Confira quem foi anunciado como integrante do primeiro escalão do governo Ibaneis:

Daniel Ferreira/Metrópoles

Secretário de Fazenda: André Clemente. O auditor da Receita licenciado atuou como secretário de Fazenda nos governos de José Roberto Arruda (PR), Paulo Octávio (PP) e Rogério Rosso (PSD). Em 2010, ainda durante a gestão de Rosso, assumiu o Planejamento. Entre 2012 e 2014, foi secretário do Entorno por Goiás.

Caio Barbieri/Metrópoles

Secretário de Habitação: Mateus de Oliveira. Mestre em direito urbanístico pela PUC-SP, ele atuou em vários escritórios de advocacia, foi assessor jurídico da Prefeitura de São Paulo (2004) e, em Brasília, trabalhou como conselheiro de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan), entre 2014-2016 e 2018-2020.

OAB/Reprodução

Secretário de Segurança: Anderson Gustavo Torres. O delegado da Polícia Federal é chefe de gabinete do deputado federal Fernando Francischini (PSL-PR), aliado do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Anderson foi papiloscopista da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e diretor parlamentar da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF).Daniel Ferreira/Metrópoles

Comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF): coronel Sheyla Soares Sampaio. A policial integra os quadros da corporação há 27 anos e tem MBA em planejamento, orçamento e gestão pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ela foi a primeira colocada no curso de formação de oficiais de 1994. De 2013 a 2016, chefiou o 1º Batalhão da PMDF. Depois, foi subeditora de recrutamento e seleção da corporação e diretora da Diretoria de Promoções, Avaliação e Desempenho. Atualmente, Sheyla chefia o Comando do Policiamento Regional Sul II.

Daniel Ferreira/Metrópoles

Presidente da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap): Júlio César Reis. O atual presidente da Terracap será mantido no cargo. Funcionário de carreira do órgão, Júlio é considerado um quadro técnico. O nome dele foi defendido por entidades que representam a construção civil, como Sinduscon, Ademi, Asbraco e Anoreg, ligada aos cartórios.

Reprodução/Vídeo

Secretário de Obras: Izídio Santos Júnior. Ele é vice-presidente administrativo e financeiro do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-DF). O engenheiro acumulou experiência com trabalhos na Construtora Santa Tereza, de 1989 a 1992; e na Emplavi, de 1992 a 1998. Izídio é fundador e presidente da Barsan.

Reprodução/Youtube

Secretaria da Mulher: Éricka Filippelli. Com formação em publicidade, Éricka é a atual presidente do MDB Mulher do Distrito Federal e tesoureira do MDB Mulher nacional. Nora do ex-vice-governador do DF Tadeu Filippelli (MDB), concorreu a uma vaga de distrital nas últimas eleições. Teve 4.285 votos e não foi eleita.

Reprodução / Youtube

Controlador-geral do GDF: Aldemario Araújo Castro. Ele é procurador da Fazenda nacional, foi corregedor-geral da Advocacia-Geral da União (AGU), professor da Universidade Católica de Brasília (UCB) e coordenador-geral da Dívida Ativa da União.

Igo Estrela/Metrópoles

Diretor-geral da Polícia Civil do DF: Robson Cândido. Sempre atuou nas delegacias circunscricionais. Tem 28 anos de atividade policial, sendo oito deles em Goiás. Ele foi escolhido por Ibaneis após ser o mais votado por delegados e encabeçar a lista tríplice encaminhada ao chefe do Executivo eleito. Foi delegado plantonista em 10 cidades do DF, cartorário e adjunto. Atualmente, chefia a 11ª DP, no Núcleo Bandeirante.

O delegado já desenha o perfil da PCDF a partir de 2019. Anderson Espíndola foi indicado para chefiar a corregedoria-geral da PCDF; Benito Tiezzi será o diretor-geral adjunto; Silvério Moita permanecerá no Departamento de Administração Geral (DAG) da corporação; e Gláucia Cristina da Silva deixará a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa ou por Orientação Sexual ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin) para chefiar a Academia da Polícia Civil.

ANTÔNIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

Chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI): Laerte Bessa. Ele é delegado aposentado da Polícia Civil do Distrito Federal, foi diretor-geral da instituição por oito anos. Agora, vai assumir um órgão que, em outras unidades da Federação, costuma ter status de secretaria. O político filiado ao PR está no segundo mandato na Câmara dos Deputados. Nas eleições de 2018, tentou se reeleger, teve 28.526 votos e terminou como suplente.

Pedro Valente/Metrópoles

Secretário de Educação: Rafael Parente. O ex-subsecretário de Educação na Prefeitura do Rio de Janeiro na gestão de Eduardo Paes (DEM) é filho de Pedro Parente, ex-ministro-chefe da Casa Civil, ex-ministro do Planejamento e ex-presidente da Petrobras. A mãe, Maria Luce de Carvalho, é professora aposentada e sempre lecionou em Brasília. Atualmente, ele atua como CEO da Aondê/Conecturma e é sócio-efetivo do Movimento Todos pela Educação, além de cofundador do Movimento Agora!. Parente tem doutorado em educação pela Universidade de Nova York.

Noaldo Santos/Mapa

Secretário da Casa Civil: Eumar Novacki. É secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento desde 24 de maio de 2016. Bacharel em direito com pós-graduação em aperfeiçoamento em direito público, Novacki é coronel da Polícia Militar do estado de Mato Grosso. Atuou anteriormente como secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso. Também foi responsável pela coordenação técnica e política na gestão de Blairo Maggi e exerceu as funções de secretário de Estado de Comunicação e chefe de gabinete do governador.

Divulgação
Comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF): coronel Carlos Emilson Ferreira dos Santos. Ele foi escolhido por Ibaneis após a Associação dos Oficiais do Corpo de Bombeiros ter apresentado uma lista tríplice ao emedebista.
Filipe Menezes/Metrópoles
Secretário de Comunicação: Weligton Moraes. Ele coordenou a pasta em oportunidades durante os governos de Joaquim Roriz e José Roberto Arruda (PR).
Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Secretário de Justiça: Gustavo Rocha. Atualmente, ocupa os cargos de ministro dos Direitos Humanos e subchefe da Casa Civil da Presidência da República. Está no governo federal desde 13 de maio de 2016.
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Secretário de Meio Ambiente: Sarney Filho. O deputado federal foi candidato ao Senado pelo Maranhão nas últimas eleições, mas ficou em terceiro lugar na disputa. O político foi ministro do Meio Ambiente durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Michel Temer (MDB).
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Gustavo Rocha será o secretário de Justiça do DF

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O governador Ibaneis Rocha (MDB) confirmou o nome ao Metrópoles na tarde desta terça-feira (13/11)

O governador eleito Ibaneis Rocha (MDB) definiu mais um nome para o primeiro escalão do GDF. Trata-se do secretário de Justiça. A pasta será comandada pelo ministro dos Direitos Humanos e subchefe da Casa Civil da Presidência da República, Gustavo Rocha, conforme o emedebista confirmou.
Ibaneis disse que Gustavo “conhece bem a cidade, os ministérios e tem excelente relacionamento com o Poder Judiciário”. “Recriar na Secretaria de Justiça a intermediação da relação com as instituições judiciárias é importante e ele empenha muito bem esse papel no governo [do presidente da República Michel Temer]. Os últimos governos não deram prestígio correto às instituições. Como professor universitário, advogado conhecido e com a experiência na Secretaria de Assuntos Jurídicos vai ser um nome que fará interlocução perfeita”, declarou Ibaneis.

Rocha é advogado e tem 45 anos. Está no governo federal desde 13 de maio de 2016. Em fevereiro deste ano, passou a acumular as duas funções na gestão do presidente Michel Temer (MDB).

Fonte: Portal Metrópoles

 

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