Nossa rede

Economia

Economia brasileira cresceu 0,47% em agosto, diz índice do BC

Publicado

dia

Na comparação entre os meses de agosto de 2018 e agosto de 2017, houve alta de 2,50% na série sem ajustes sazonais

Brasília – Após avançar 0,65% em julho (dado já revisado), a economia brasileira voltou a crescer em agosto de 2018. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) teve alta de 0,47% em agosto ante julho, na série com ajuste sazonal, informou na manhã desta quarta-feira, 16, o Banco Central.

O índice de atividade calculado pelo BC passou de 139,03 pontos para 139,68 pontos na série dessazonalizada de julho para agosto. Este é o maior patamar para o IBC-Br com ajuste desde junho de 2015 (139,95 pontos).

O resultado do IBC-Br na margem superou a mediana (0,25%) das projeções de analistas do mercado financeiro consultados pelo Broadcast Projeções, que esperavam resultado entre recuo de 0,10% e aumento de 0,90%.

Na comparação entre os meses de agosto de 2018 e agosto de 2017, houve alta de 2,50% na série sem ajustes sazonais. Esta série encerrou com o IBC-Br em 144,11 pontos em agosto, ante 140,59 pontos de agosto do ano passado.

O indicador de agosto de 2018 ante o mesmo mês de 2017 também mostrou desempenho acima do apontado pela mediana (2,20%) das previsões de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Broadcast Projeções (1,00% a 3,13% de intervalo). O patamar de 144,11 pontos é o melhor para meses de agosto desde 2014 (148,27 pontos).

Acumulado

O IBC-Br acumulou alta de 1,28% no ano até agosto, informou o Banco Central. O porcentual diz respeito à série sem ajustes sazonais. Pela mesma série, o IBC-Br apresenta alta de 1,50% nos 12 meses encerrados em agosto.

O BC também informou que o IBC-Br registrou alta de 1,93% no acumulado do trimestre até agosto, na comparação com o trimestre anterior (março a maio), pela série ajustada.

O índice acumulou alta de 2,28% no trimestre até agosto ante o mesmo período do ano passado, pela série sem ajustes sazonais.

Considerado uma espécie de “prévia do BC para o PIB”, o IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses.

Comentário

Economia

Reforma tributaria do governo será enviada em 4 etapas; entenda

Publicado

dia

A reforma incluirá mudanças no IR, transformação do IPI em imposto seletivo e corte de tributos de empresas

Reforma pretende aumentar da faixa de isenção e nova alíquota para alta renda no IR (Isac Nóbrega/PR/Flickr)

Depois de reformular a sua proposta, abandonando a ideia de criar uma nova CPMF, rejeitada pelo presidente Jair Bolsonaro, o Ministério da Economia fechou, enfim, um novo pacote de medidas para mudar o complexo sistema tributário do País. O roteiro traçado pelo ministério prevê o envio da reforma ao Congresso em quatro etapas, que devem começar ainda em novembro e se estender até meados de 2020.

Na primeira fase, a ser deflagrada até o fim do mês, o governo deverá enviar ao Legislativo um projeto de lei que unifica o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento de Seguridade Social (Cofins), incidentes sobre produtos e serviços.

Na segunda fase, prevista para o início do ano, o plano é encaminhar a mudança no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que passará a existir como tributo seletivo sobre certos bens.

A terceira fase, a ser enviada no primeiro trimestre, vai se concentrar no Imposto de Renda de pessoas físicas, incluindo aumento da faixa de isenção e criação de novo alíquota para os mais ricos, e jurídicas.

Na segunda fase, prevista para o início do ano, o plano é encaminhar a mudança no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que passará a existir como tributo seletivo sobre certos bens.

A terceira fase, a ser enviada no primeiro trimestre, vai se concentrar no Imposto de Renda de pessoas físicas, incluindo aumento da faixa de isenção e criação de novo alíquota para os mais ricos, e jurídicas.

Ver mais

Economia

Protestos sociais e recordes na bolsa: a tendência continuará?

Publicado

dia

Na China, no Irã, no Chile e na Bolívia, o momento é de convulsão social. Mas os índices americanos bateram recorde na sexta-feira

B3: o momento é de convulsão social, mas de recordes nas bolsas (Cris Faga/Getty Images)

O fim da temporada de balanços deve fazer com que investidores voltem as atenções para as notícias políticas e econômicas nos próximas dias. A dúvida é se lampejos de boas notícias econômicas conseguirão superar uma onda de convulsão que segue dominando o noticiário mundo afora.

A segunda-feira chinesa virou um microcosmo desta divisão. O governo de Pequim surpreendeu os mercados ao anunciar a redução de uma importante taxa de juros pela primeira vez desde 2015, o que levou a novas especulações sobre uma política mais agressiva para estimular a segunda maior economia do mundo. Na mesma toada, o governo chinês também poderia estar disposto a resolver de uma vez por todas a guerra comercial com Washington. No sábado a mídia estatal chinesa afirmou que os dois lados mantiveram “conversas construtivas”.

O suposto avanço das negociações foi um dos motivos que levaram o índice americano Dow Jones a fechar na sexta-feira na máxima histórica de 28.000 pontos. Nesta segunda-feira, os príncipais índices asiáticos também subiram, puxados por Hong Kong, que avançou 1,35%.

Isso apesar de um recrudescimento nos confrontos entre manifestantes e forças policiais em Hong Kong, palco há cinco meses de protestos por liberdade. No fim de semana a polícia ameaçou usar armas letais para conter ataques de coqueteis molotov e flechas. Tropas chinesas foram vistas numa base próxima à universidade politécnica, o que aumentou as especulações sobre uma intervenção definitiva de Hong Kong.

Na Bolívia, a repressão a protestos já levou a 23 mortos e a mais de 700 feridos. O ex-presidente, Evo Morales, pediu o fim dos confrontos e afirmou temer uma guerra civil no país. A violência aumentou após o governo interino autorziar as forças armadas a usar “todos os meios disponíveis” para “proteger” a população. Enquanto isso, milhares de bolivianos passaram o fim de semana em longas filas para conseguir itens básicos como frangos, ovos e combustível.

No Chile, o presidente Sebastián Piñera condenou o uso excessivo de força pela polícia e afirmou que “foram cometidos abusos” na repressão a manifestantes. O país deve realizar um plebiscito constitucional em abril. Uma nova frente de incerteza veio do Irã, onde manifestantes se reuniram para protestar contra aumento no preço de combustíveis. No Líbano, o fim de semana foi de novos protestos contra o governo.

O momento é de convulsão social, mas de recordes nas bolsas. Até quando?

 

Ver mais

Economia

Receita paga hoje 6º lote da restituição do Imposto de Renda

Publicado

dia

Lote contempla também restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2018

IR: Receita paga sexto lote de restituição do Imposto de Renda (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A Receita Federal paga hoje (18) as restituições do sexto lote de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2019. O lote contempla também restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2018.

O crédito bancário atende a 1.365.366 contribuintes, totalizando o valor de R$ 2,1 bilhões. Desse total, R$ 207.186.130,72 são destinados a 5.270 idosos acima de 80 anos, 32.641 contribuintes entre 60 e 79 anos, 4.673 com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e 16.408 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, no serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

O Fisco disponibiliza, ainda, um aplicativo para tablets e smartphones, que facilita consulta às declarações do IRPF e a situação cadastral no CPF. Com esse aplicativo será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

 

Ver mais

Disponível nosso App

Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade