Nossa rede

Aconteceu

É isto que o Facebook vai fazer nas eleições 2018

Publicado

dia

Rede social toma medidas para evitar influência nas eleições brasileiras após o caso Cambridge Analytica e influência russa

Após vários problemas com as eleições presidenciais americanas, o Facebook anunciou medidas para melhorar os anúncios políticos. Aqui no Brasil, a companhia se prepara para uma eleição de grande porte em um contexto complexo tanto economica quanto politicamente falando. No Arena Tech de hoje vamos falar sobre o que o Facebook tem feito para resolver os problemas de anúncios eleitorais e de notícias falsas no Brasil.

Em diversas ocasiões, o Facebook informa que seu modelo de negócios não é vender dados.

Mas como a empresa ganha dinheiro então?

Ela funciona como uma plataforma de publicidade que dá às pessoas o alcance ao público desejado. Os dados apresentados a eles são anônimos e generalizados. O que o Facebook vende é a exibição de um conteúdo, como foto, link ou vídeo para um determinado público.

Quando publicamos um conteúdo por meio de uma página na rede social, ele tem um alcance reduzido para uma parte das pessoas que curtem a página. Para ter maior alcance, é preciso pagar pelo que a empresa chama de impulsionamento.

Falando primeiramente de fake news, o Facebook vai monitorar as informações divulgadas por páginas junto a companhias jornalísticas de checagem de fatos. Os parceiros são o Aos Fatos, a AFP e a Agência Lupa.

Os profissionais dessas empresas avaliam a veracidade dos conteúdos propagados nas redes sociais. Se forem de fato fake news, a rede social promete publicamente derrubar o alcance das matérias em 80%. As notícias são indicadas como falsas tanto pelos usuários da rede social quanto pelo próprio Facebook, que usa tecnologia para encontrar padrões de conteúdos enganosos.

No caso de conteúdos considerados abusivos ou que não estejam de acordo com os termos de uso do Facebook, posts são removidos. Para que uma página como um todo saia do ar, é preciso que haja reincidência desse comportamento. Vale notar que as páginas sempre precisam estar vinculadas a um perfil de usuário real e anúncios de cunho eleitoral precisam de verificação de identidade na plataforma.

Comentário

Aconteceu

PCDF prende quatro suspeitos de tráfico de drogas em Taguatinga Norte

Publicado

dia

A Operação Angulis investigava o grupo havia seis meses, por meio de filmagens. Os quatro foram presos em flagrante esta manhã

Ver mais

Aconteceu

Médico acusado de deformar rosto de pacientes no DF e em Goiás é solto, mas não poderá atender

Publicado

dia

Prazo da prisão temporária venceu na quinta-feira. Mesmo em liberdade, ele não pode exercer medicina.

Médico Wesley Murakami, em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O médico Wesley Murakami, acusado de deformar o rosto de pelo menos 15 pacientes, foi solto da cadeia. A prisão temporária dele venceu na última quinta-feira (17). Ele estava preso desde 21 de dezembro.

O processo corre em sigilo. À época, a justificativa era de que a prisão dele era necessária para preservar as vítimas. Questionada nesta terça (22), a Polícia Civil não informou se ainda existe ameaça às vítimas nem se ele foi indiciado.

“Nesse período [em que ele esteve preso], mais duas vítimas compareceram. Caso haja alguma possibilidade de coação, por parte do médico, uma nova prisão pode ser decretada pela Justiça”, informou a instituição. O G1 não conseguiu contato com a defesa dele.

Registro suspenso

Mesmo respondendo em liberdade, Murakami não pode exercer a medicina. O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) suspendeu dele.

De acordo com o sistema do CRM-DF, o registro profissional dele consta como alvo de “interdição cautelar” desde 14 de dezembro. Isso significa que Wesley Murakami não pode exercer a profissão em todo o território nacional por tempo indeterminado, até o julgamento de processo ético.

Na ocasião, a defesa do médico informou ao G1 que ele não fazia mais atendimentos desde que surgiram as primeiras denúncias. E que vai entrar com recurso junto aos Conselhos de Medicina de Goiás e do DF para que ele possa restabelecer a atividade.

Empresário Alexandre Garzon, atendido pelo médico Wesley Murakami  — Foto: Reprodução/TV Globo

Empresário Alexandre Garzon, atendido pelo médico Wesley Murakami — Foto: Reprodução/TV Globo

Investigação

De acordo com as investigações, as vítimas de Murakami relatam que foram convencidas por ele a fazer a bioplastia – um tratamento estético onde uma substância chamada PMMA é usada para preenchimento cutâneo –, com a promessa de um resultado perfeito.

O polimetilmetacrilato (PMMA) era injetado sob a pele por meio de uma seringa, com o objetivo de mudar a forma do rosto ou do corpo. Os pacientes denunciaram que ficaram com o rosto deformado.

Uma das vítimas é uma professora de Brasília, que preferiu não se identificar. Ela declarou ter procurado o médico em 2014 para reduzir marcas de espinha, mas saiu do consultório convencida a fazer a bioplastia. Pagou R$ 5 mil.

“Eu fiquei deformada, fiquei com vergonha de ir para a escola”Fonte: Portal G1

Ver mais

Aconteceu

SOS DF: pagamentos acima de R$ 300 mil passarão por análise prévia

Publicado

dia

Os auditores irão examinar licitações, compras e contratação de pessoal nas áreas de Saúde, Educação e obras


A Controladoria-Geral do Distrito Federal publicou portaria, nesta segunda-feira (21/1), definindo como será feito o acompanhamento dos processos referentes a licitações, compras e contratação de pessoal no âmbito dos órgãos e entidades do governo local envolvidos no SOS DF – um pacote de medidas nas áreas de infraestrutura, saúde e educação que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos brasilienses.

No caso da Saúde, contratos acima de R$ 6 milhões e pagamentos acima de R$ 450 mil só serão liberados após passar pelo crivo da Controladoria. Quanto à área de Educação, os valores sujeitos à análise prévia são R$ 4 mil e R$ 350 mil, respectivamente. Já a Novacap, responsável pelo pacote de obras, terá de submeter à CGDF contratos acima de R$ 3,5 milhões e pagamentos superiores a R$ 300 mil.

De acordo com a regra, o acompanhamento realizado pela Controladoria-Geral deve observar prioritariamente processos que envolvam as seguintes ações: mutirões da saúde; manutenção dos hospitais; recuperação de escolas; abertura de delegacias; operação tapa buracos; conservação de meio-fio; abertura de vias; sinalização; tenda da cidadania; reforço na manutenção da ordem pública; limpeza das galerias pluviais; coleta de lixo; poda, manutenção, remoção e arborização; manutenção da iluminação pública e troca das lâmpadas.

O controlador-geral, Aldemario Araújo Castro, também estabeleceu que a análise prévia poderá ocorrer ao longo de todo o procedimento anterior à contratação, inclusive nos casos de dispensa, inexigibilidade de licitação, entre outros, até o momento da assinatura do contrato.

Com base na portaria, não serão objeto de análise prévia os pagamentos referentes às seguintes despesas: pessoal e encargos sociais e demais custeios relacionados às folhas de pagamento; a auxílio funeral; suprimento de fundos de caráter secreto; a formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep); e sentenças judiciais.

Mais poder à Controladoria
Na primeira semana do ano, Ibaneis assinou decreto ampliando a atuação da Controladoria-Geral. O texto estabelece que todos os dirigentes das unidades de controle interno sejam servidores de carreira.

O documento ordena, ainda, que todas as pastas do GDF cumpram os prazos das solicitações feitas pelos servidores ao órgão de controle e que estes tenham acesso a todas as dependências físicas e documentos que solicitarem. Outra norma é a utilização de formato que permita a divulgação das informações em dados abertos.

O objetivo das medidas é “combater, com mais efetividade, os atos de corrupção, desvio, fraude e improbidade administrativa”, segundo explicou o próprio governador.

Fonte: Portal Metrópoles

 

Ver mais
Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade