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Dia D de vacinação contra raiva imuniza mais de 30 mil cães e gatos no DF

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Campanha vai até 29 de setembro. Meta é vacinar 250 mil animais, diz Secretaria de Saúde.

Dia de D da Vacinação Contra Raiva Animal no Distrito Federal, que ocorreu neste sábado (25), imunizou 31.750 cães e gatos. Segundo a Secretaria de Saúde, o número alcançado superou a meta estipulada pela pasta, que era de 30 mil cães e gatos.

O fato de o Dia D ter acabado não significa que as vacinas terminaram. A campanha, que começou em 28 de junho, vai até o dia 29 de setembro. A lista dos postos pode ser conferida no site da Secretaria de Saúde.

Com o resultado deste sábado, o DF tem, agora, 85.325 cães e gatos vacinados. A meta de 2018, no entanto, é imunizar 250 mil animais.

Esse número corresponde a 80% da população de animais domésticos registrados na capital federal. O porcentual, segundo o GDF, é “o necessário para criar uma barreira contra a disseminação da doença entre humanos”.

Para receber a vacina, os animais devem estar saudáveis e ter mais de 3 meses de vida. Fêmeas gestantes ou recém-paridas também precisam ser imunizadas. A secretaria explica ainda que os cachorros e gatos vacinados na campanha antirrábica de 2017 também devem tomar a dose neste ano.

Raiva no DF

De acordo com o governo, a raiva é uma doença “controlada” no DF. Apesar disso, a vacina é necessária por ser a única forma de prevenção. O vírus é 100% letal ao ser humano e tem como meio principal de transmissão a mordida de animais, especialmente de cães e gatos.

O único caso da doença em humanos no DF ocorreu em 1978, mas a infecção em cães e gatos foi registrada em outras ocasiões – entre 2000 e 2001, por exemplo.

Em caso de suspeita de contágio em algum animal, não há recomendação expressa para que o pet seja sacrificado. A orientação é deixá-lo em observação por dez dias em local seguro, de forma a evitar ataques a pessoas ou outros bichos.

Se a observação não for possível, o pet deve ser encaminhado ao canil da Vigilância Ambiental em Saúde, da Secretaria de Saúde, no Setor de Habitações Coletivas Noroeste 4.

Veja sintomas da raiva em cães e gatos:

  • Agressividade, com tentativas de morder pessoas, animais e objetos
  • Tristeza, com busca de lugares escuros
  • Alteração do latido
  • Salivação excessiva, com a boca aberta constantemente
  • Recusa de alimentos e de água por ter dificuldade de engolir, com engasgos
  • Perda de coordenação motora
  • Convulsões
  • Paralisia nas patas traseiras
  • Paralisia total
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Política BSB

O Pires da Nova Política

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Transição bem-sucedida

Sergio Moro em entrevista ao Fantástico (Reprodução/TV Globo)

No último governo da ditatura militar de 64, sempre que o presidente João Figueiredo via sua autoridade contestada ameaçava chamar o Pires. No caso, o ministro do Exército, o general Walter Pires. Nem o Pires salvou Figueiredo do desfecho melancólico de deixar o Palácio do Planalto pela porta dos fundos.

No primeiro governo civil da chamada Nova República, vez por outra o presidente José Sarney também ameaçava chamar o Pires. O ministro do Exército à época atendia pelo nome de Leônidas Pires Gonçalves. Serviu a Sarney com lealdade, e ao contrário de Walter, jamais pensou em colaborar para que o tempo político se fechasse.

O Pires do governo do capitão, mas não só dele é Sérgio Moro, juiz até um dia desses, ministro da Justiça e da Segurança Pública desde então. Bolsonaro chamou Moro para investigar o laranjal do PSL, o partido da Nova Política. O presidente do Senado chamou Moro para descobrir quem tentou fraudar a recente eleição naquela casa.

Moro é mais seletivo do que os outros Pires. É bem verdade que Bolsonaro não lhe pediu para apurar os rolos de Onyx Lorenzoni, duas vezes envolvido com dinheiro de caixa dois. Mas provocado sobre o assunto, Moro foi logo dizendo que Onyx já pedira perdão. Logo, ele não tinha por que investigá-lo.

Os rolos de Queiroz e de Flávio Bolsonaro? Moro não viu razão para se preocupar com eles. Quebrou a cara quem duvidou que Moro fosse capaz de fazer com sucesso a transição entre o judiciário e a política.

Fonte Veja

 

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Política BSB

Preferida dos Bolsonaro rejeita críticas a Carlos: ‘É minha inspiração’

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Alana Passos (PSL) segue os passos de Carlos

Carlos e Alana Passos: amizade (reprodução/Reprodução)

Única parlamentar do Rio com livre acesso à família Bolsonaro, a deputada estadual Alana Passos (PSL) diz que o estilo pitbull de Carlos Bolsonaro (PSC) é a grande inspiração de seu mandato.

Nem a confusão em que Carlos se meteu nos últimos dias, ao fritar publicamente o ministro Gustavo Bebianno, assusta a deputada.

“Tenho enorme admiração. Vejo a postura dele como de proteção, antes do Jair ser o presidente, é o pai dele”, diz.

“Carlos tem uma conversa direta, sem intermediários, com seus eleitores. É nele que me inspiro na hora de conversar com os meus”, afirma.

Desde o início do mandato, Alana, que frequenta a casa de Jair Bolsonaro, mantém contato com o presidente.

“Bolsonaro tem me dado suporte, por exemplo, no projeto para implantar escolas militares no Rio”, diz.

Fonte Veja

 

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Política BSB

Reunião com a Globo pode ter sido estopim para Bolsonaro fritar Bebianno

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Bolsonaro se sente traído por Bebianno

Bebianno e Bolsonaro: amizade desfeita (Marcos Corrêa/PR)

Uma das razões para a irritação exagerada de Jair Bolsonaro com o  ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, é um profundo sentimento de traição.

Como Bebianno sustenta, os dois, de fato, trocaram áudios nos últimos dias.

Num deles, Bolsonaro dá uma bronca em seu ministro porque ele marcou uma reunião com o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo, no Palácio do Planalto.

No áudio, Bolsonaro diz: “Como você coloca nossos inimigos dentro de casa?”

Bebianno vinha atuando para abrir um canal de diálogo com a emissora. A relação entre Bolsonaro e a Globo está muito estremecida desde o escândalo das movimentações suspeitas feitas por assessores de Flávio Bolsonaro.

Bolsonaro achou exagerada a maneira como a emissora se comportou com relação ao caso.

Ver o auxiliar se movimentar para abrir esse canal com “os inimigos” ajudou a colocar lenha na fogueira em que Bolsonaro queimou Bebianno em público.

Evidentemente, não é algo razoável. Mas o “capitão” já demonstrou que o equilíbrio não é uma de suas qualidades.

Fonte Veja

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