Nossa rede

Brasília

DF terá máxima de 34ºC, mas há esperança de chuva para próxima semana

Publicado

dia

Calor e seca continuam nesta quarta-feira (26/9), mas o Inmet calcula chance de chuvas entre domingo e segunda

Além da máxima de 34ºC, o DF terá umidade relativa do ar entre 70% e 15%: (foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)

 

Sol, altas temperaturas e seca: a quarta-feira (26/9) no Distrito Federal será mais um dia da primavera com cara de verão. O brasiliense já deve estar acostumado com essas variações de tempo na capital, e pode se preparar para mais delas. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a próxima semana pode começar bem diferente.

Apesar desses dias em Brasília estarem sendo marcados pelo calor, a chuva, que presenteou a capital até o último dia 21, pode voltar. “Hoje e nos próximos dias ao longo desta semana o tempo continuará quente e seco mesmo, mas começa a haver chance de chuva para o domingo e já podemos ter uma tendência de chuva na segunda-feira, dia 1º”, detalhou o meteorologista Mamedes Luiz Mello.
Ainda é cedo para calcular as porcentagens dessa possibilidade, de acordo com o Inmet, mas as chances já são uma esperança para a capital, que vive dias de seca. O clima nesta quarta não foge desse padrão dos primeiros dias de primavera: o DF poderá ter máximas de 34ºC e umidade relativa do ar entre 70% e 15%.
Caso essas porcentagens com mínima entre 12% e 20% continuem durante os próximos dois dias, Brasília já entra novamente em estado de alerta, uma medida da Defesa Civil para que os brasilienses possam se prevenir contra os efeitos sobre a saúde provocados pela combinação de calor e seca. Por fim, o céu hoje ficará entre claro a parcialmente nublado, com uma névoa seca que vem deixando o aspecto um pouco mais acinzentado.
    Comentário

    Política BSB

    Caiado decreta situação de calamidade financeira em Goiás

    Publicado

    dia

    Assembleia vai aproveitar sessão extraordinária para votar orçamento

    Caiado (/)

    Ronaldo Caiado enviou à Assembleia Legislativa decreto que estabelece situação de calamidade financeira em Goiás pelo prazo de 180 dias.

    A medida considera o “elevado e crescente déficit fiscal, expressiva e constante elevação de despesas públicas” e a baixa receita.

    “O déficit fiscal acumulado previsto para o final do exercício de 2019 é de mais seis bilhões de reais, aí incluídos os quase dois bilhões de reais de despesas inscritos em restos a pagar, mais um bilhão de reais correspondentes à parte da folha dos servidores não empenhada no exercício de 2018”, diz o documento.

    Nesta terça-feira (22), em sessão extraordinária, os deputados vão apreciar o decreto e votar o orçamento de 2019, que não foi feito sob a gestão do ex-governador José Eliton.

    Fonte: Portal Veja

     

    Ver mais

    Política BSB

    Planalto veta deputado ligado a LGBTs no governo, a pedido do PSL

    Publicado

    dia

    Deputado tucano Floriano Pesaro foi indicado Secretário de Assistência Social

    Pesaro atua na área há 26 anos (Gabriela Peres/Seds/Divulgação)

    Um grupo de parlamentares do PSL, em especial de São Paulo, conseguiu vetar no Palácio do Planalto o nome do deputado federal  e sociólogo Floriano Pesaro (PSDB-SP) para a Secretaria Nacional de Assistência Social, vinculada ao Ministério da Cidadania. Seu nome foi até anunciado pelo ministro Osmar Terra no final do ano passado, mas sua nomeação não saiu até hoje. Deveria ter sido publicada no início do ano. O veto foi muito menos por Pesaro, que não se reelegeu, ser tucano, mas por suas ligações com movimentos LGBTs e Ongs.  Ele atua na área de assistência social há 26 anos, foi secretário municipal e estadual dessa área. No governo de FHC, trabalhou no MEC e ajudou na criação do Fies e do Bolsa Escola. Terra está tentando reverter o veto junto ao ministro Onyx Lorenzoni. Fonte: Portal Veja

     

    Ver mais

    Política BSB

    “É um problema do Flávio. Ele vai resolver isso aí”, diz Mourão

    Publicado

    dia

    Presidente em exercício negou que haja risco de o caso do filho de Bolsonaro impactar nas negociações da reforma da Previdência no Congresso

    Brasília(DF), 7/1/2019 – Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão. Posse dos presidentes do Banco Central, BB e Caixa Economica. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

    O presidente em exercício, Hamilton Mourão, desviou de questionamentos sobre a crise envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e procurou afastar o governo das denúncias sobre movimentações financeiras atípicas do filho do presidente Jair Bolsonaro.

    À frente da Presidência por conta da viagem do titular a Davos, Mourão negou que haja risco de o caso impactar nas negociações da reforma da Previdência no Congresso.

    “Já expliquei esse assunto. Esse assunto eu não comento mais. Não vem para cima do governo, é um problema do Flávio. O Flávio vai resolver isso aí”, afirmou Mourão a jornalistas, após deixar o gabinete no Palácio do Planalto para almoçar em sua residência oficial, no Palácio do Jaburu.

    Sobre o exercício da Presidência, Mourão disse que não haverá mudanças em relação ao direcionamento dado por Bolsonaro. “Sem marola, só tocando a bola para o lado”, disse.

    Fonte: Portal Metrópoles

     

    Ver mais
    Publicidade

    Escolha o assunto

    Publicidade