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Dados de 21 milhões de usuários são roubados de app que recupera posts antigos

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Se você usa o Timehop, aplicativo que recupera posts antigos que deixados em redes sociais como Facebook, Instagram e Twitter, é melhor ter cuidado. Dados de 21 milhões de usuários do app foram roubados por hackers na última semana.

O vazamento ocorreu no dia 4 de julho, mas só foi divulgado nesta segunda-feira, 9. Alguém (ou um grupo de pessoas) teve acesso aos servidores em nuvem do Timehop, que, por algum motivo, não era protegidos por autenticação de duas etapas, o que facilitou o roubo.

Bastou que um dos invasores tivesse a senha para que os dados dos usuários ficassem expostos. A invasão durou duas horas e permitiu que dados como nomes e endereços de e-mail de 21 milhões de pessoas fossem parar nas mãos de estranhos.

Além disso, 4,7 milhões das contas expostas tinham números de telefone associados a elas. A empresa que administra o Timehop disse que os tokens que o aplicativo usa para se comunicar com as redes sociais também foram roubados.

Estes tokens podem permitir que os invasores visualizem posts privados de usuários no Facebook, Twitter e Instagram. A empresa, porém, garante que os tokens foram desativados, e que não há sinais de que eles tenham sido usados desde o vazamento.

“Nenhum dado financeiro, mensagens privadas, mensagens diretas, fotos do usuário, conteúdo de mídia social do usuário, documentos ou outras informações privadas foram violados”, afirmou um porta-voz do Timehop num comunicado publicado neste fim de semana.

Além disso, a empresa diz que nenhuma senha foi vazada, então, a princípio, não há necessidade de que usuários troquem as credenciais. Mas quem quiser voltar a usar o Timehop vai ter que dar nova permissão para que o app possa acessar suas redes sociais.

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Apple descontinua versão do MacBook Pro no Brasil

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Aparelho de 2015 tinha portas USB convencionais, HDMI e entrada para cartão de memória

A Apple descontinuou uma versão do MacBook Pro, seu notebook de alta performance, na sua última reestruturação de portfólio à venda no Brasil nesta semana.

A vítima da vez foi o modelo de 2015, que tinha características como suporte para cartões SD, portas USB (e não USB Type-C), HDMI e a conexão MagSafe de carregamento. O aparelho tinha preço sugerido de 15 mil reais.

A empresa promoveu um aumento de preços nas linhas MacBook, MacBook Pro e iMacs nesta semana.

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YouTube investirá US$ 25 milhões para combater fake news

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YouTube proporcionará links para a Wikipedia ou para a Enciclopédia Britânica em vídeos de temas controversos

O YouTube anunciou nesta segunda-feira que investirá US$ 25 milhões para lutar contra a propagação de notícias falsas, especialmente em coberturas urgentes e de última hora, informou a plataforma no seu blog oficial.

O YouTube, propriedade do Google, disse que este investimento será parte da plataforma Google News Initiative (GNI), apresentada em março pelo gigante do setor de tecnologia para ajudar os veículos de imprensa e para enfrentar as chamadas fakenews.

Além disso, o YouTube apresentou uma série de novidades no seu site para ajudar os usuários para que não caiam em mentiras.

A partir das próximas semanas, os usuários de YouTube nos Estados Unidos, quando procurarem vídeos sobre temas de última hora, verão no portal links com pequenos extratos de notícias sobre esses assuntos publicadas em diferentes veículos de comunicação.

Além disso, o YouTube proporcionará links para a Wikipedia ou para a Enciclopédia Britânica em vídeos de temas controversos ou dados às conspirações, como a chegada do homem à Lua.

“Vamos continuar comprometidos a trabalhar com a comunidade jornalística para construir um ecossistema de vídeo mais sustentado para a imprensa”, afirmaram o diretor de produto do YouTube, Neal Mohan, e o diretor de negócio da companhia, Robert Kyncl.

Estes executivos acrescentaram que são conscientes de que resta “muito trabalho a ser feito”, mas destacaram seu interesse em proporcionar aos usuários do YouTube “uma melhor experiência” quando buscarem informações e notícias em seu site.

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Aplicativo de exercícios pode expor localização de soldados

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App Polar pode identificar movimentação de pessoas em bases de armas nucleares

O aplicativo Polar, utilizado normalmente no seguimento de atividades físicas, desativou suas funções de localização depois de que pesquisadores descobriram que permitia revelar dados sensíveis sobre soldados e membros de serviços de inteligência de 69 países.

Esta decisão chega após um caso similar que envolveu o aplicativo Strava, cujas regras de uso foram modificadas pelo Pentágono em janeiro, quando ficou claro que este permitia revelar os movimentos de militares nas bases americanas espalhadas pelo mundo.

Pesquisadores em segurança holandeses indicaram no domingo que consultaram dados sobre cerca de 6.000 pessoas de uma dúzia de nacionalidades, incluindo soldados e membros do FBI e da NSA.

“Com apenas alguns cliques, pode-se observar um oficial superior fazendo jogging em uma base conhecida por abrigar armas nucleares”, afirmou Foeke Postma em um blog depois do site de informações holandês De Correspondent publicar uma investigação sobre o assunto.

“É possível localizar militares de países ocidentais no Afeganistão graças ao aplicativo Polar. O cruzamento do nome e da foto do perfil da pessoa com os que utiliza nas redes sociais permitiu confirmar a identidade de soldados e de oficiais”, acrescentou.

Informações sensíveis como os endereços pessoais de usuários embarcados em submarinos, de americanos que se encontram na zona verde de Bagdá ou de soldados russos na Crimeia também foram reveladas, indicaram os pesquisadores.

O Polar anunciou em um comunicado que eliminará a função do aplicativo que permite compartilhar dados, embora tenha observado que os dados que se tornaram públicos foram o resultado de usuários que optaram pelo rastreamento de localização.

Segundo o De Correspondent, apenas 2% dos usuários do Polar optaram compartilhar seus dados.

“Encontramos nomes e endereços de pessoas nas bases de Guantánamo, em Cuba, Erbil (Iraque), Gao (Mali) e outras no Afeganistão, Arábia Saudita, Catar, Chade e Coreia do Sul”, aponta a pesquisa.

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