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Criança é baleada durante confusão em bar na BR-060

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Horas depois, a família do menino entrou em contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) relatando que estava no bar quando o garoto levou um tiro de raspão no ombro e foi levado para casa, ferido.A vítima foi transportada para o Hospital Regional do Gama (HRG), consciente, orientada e estável.

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Motorista perde controle do veículo e causa acidente no Buraco do Tatu

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O veículo invadiu a faixa contrária e colidiu com outro carro, que vinha na direção contrária

(foto: CBMDF )

Um motorista de 26 anos perdeu o controle de um veículo no sentido Asa Norte e invadiu a faixa contrária no Buraco do Tatu, zona Central de Brasília. Ele colidiu com outro carro, que vinha na direção oposta.

O acidente ocorreu por volta das 8h20 da manhã desta sexta-feira (22/6). Thiago Bocchino Braga não teve ferimentos. O passageiro Gabriel Abner Souza Ribeiro, 21 anos, teve fratura exposta, foi atendido Corpo de Bombeiros e levado consiente ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF).

O outro veículo era conduzido por Lucas Freire Silva, 33 anos. Ele e a passageira, Karolina Rezende Tavares, 31 anos, não se machucaram. O local do acidente ficou aos cuidados da Polícia Militar. O trânsito ficou lento nos dois sentidos. A perícia foi acionada.

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Corpo de Bombeiros combate incêndio em apartamento na Asa Sul

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As chamas atingiram a cozinha do imóvel. Apesar do susto, ninguém ficou ferido

O incêndio começou por volta das 1h40
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

Um incêndio assustou moradores da quadra 107 da Asa Sul. Por volta das 1h40 da madrugada desta sexta-feira (22/6), o Corpo de Bombeiros precisou ser acionado para socorrer a ocorrência. No local, a cozinha do imóvel pegou fogo, mas ninguém ferido.

 

Os militares conseguiram combater as chamas em poucos minutos e utilizaram equipamentos para realizar ventilação no local, para dispersar a fumaça do ambiente. Os socorristas também realizaram buscas em outros andares, mas nenhum outro foco de incêndio foi encontrado.

 

No total, 17 bombeiros participaram da ocorrência. Somente após a perícia da Defesa Civil poderá apontar as causas do incêndio e se houve danos à estrutura do prédio.

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Polícia desarticula grupo que falsificava documentos de veículos

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A associação criminosa forjava Certificado de Registro de Veículos (CRV) e o Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo (CRLV)

(foto: Maurenilson Freire/CB/D.A Press)

Agentes da Polícia Civil do Distrito Federal desarticularam grupo especializado em falsificar documentos de veículos. A associação criminosa forjava Certificado de Registro de Veículos (CRV) e o Certificado de Registro de Licenciamento de Veículo (CRLV). O objetivo seria facilitar o comércio de veículos roubados e adulterados na capital. A operação, batizada de Duplicar, foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (20/6).

De responsabilidade da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri), os investigadores cumprem dois mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária e nove de busca e apreensão domiciliar, nas regiões administrativas do Recanto das Emas, Samambaia, Ceilândia e em cidades do Entorno do DF: Novo Gama e Luziâna. A apuração policial durou cinco meses.
Os policiais chegaram até os criminosos após a Operação Smart, realizada em 7 e 8 de novembro de 2017, que mirava grupo especializado na venda de veículos clonados para outros estados, em especial a Bahia. No fim da ação, nove pessoas foram presas e 20 veículos roubados no DF recuperados. Porém, de acordo com a investigação, ainda faltava identificar os responsáveis por fornecer a documentação falsa dos veículos.

Funcionamento

Após os roubos dos carros, os homens eram solicitados para produzirem a documentação dos veículos. Cada um dos suspeitos agiam de forma independente. O pagamento era feito em dinheiro e cada certificado saía por cerca de R$ 350, segundo o delegado Alexandre de Araújo, da Corpatri.
“Eles usavam um papel muito parecido com o da documentação verdadeira, pegavam dados de carros dentro da legalidade e fraudavam os certificados. Para imprimir as informações, eles utilizavam impressoras matriciais”, explica Alexandre.
A nova documentação era válida por um ano. Por conta da qualidade dos certificados, os agentes de trânsito não conseguiam identificar as fraudes. O delegado delimita que só houve a comprovação da falsificação após perícia da Polícia Civil. Agora, agentes irão investigar se os homens tinham um laboratório específico para produzir os certificados.
Se condenados, o trio responderá por falsificação de documento público. A pena é até 6 anos de reclusão, por cada certificado fraudulento.

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