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Coreia do Norte tem maior problema de escravidão do mundo, diz pesquisa

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A maioria dos norte-coreanos em escravidão são vítimas do Estado, que transformou o trabalho forçado em uma parte central do seu sistema político

Nações Unidas – A Coreia do Norte tem o maior problema de escravidão moderna do mundo, com um em cada dez habitantes, segundo um relatório apresentado nesta quinta-feira pelas Nações Unidas pela fundação Walk Free.

A maioria dessas pessoas em situação de escravidão no país asiático são vítimas do Estado, que transformou os trabalhos forçados em uma parte central do seu sistema político, assegura este Índice Global de Escravidão 2018.

No total, a Walk Free calcula que cerca de 2,6 milhões de norte-coreanos são vítimas de escravidão moderna, embora os números não sejam muito precisos tendo em vista a dificuldade de se ter acesso a dados confiáveis.

Segundo essa estimativa, aproximadamente um em cada dez habitantes do país sofrem com este problema.

Depois da Coreia do Norte, o país com maior prevalência de escravidão moderna é a Eritreia, onde o regime também obriga seus habitantes a trabalhos forçados há décadas, segundo o relatório.

Burundi, República Centro-Africana, Afeganistão, Mauritânia, Sudão do Sul, Paquistão, Camboja e Irã completam os primeiros postos do índice elaborado por esta organização, fundada pelo magnata australiano Andrew Forrest para combater a escravidão moderna.

Segundo o relatório, com dados de 2016, os países com mais dificuldades neste âmbito se caracterizam por ter regimes muito repressivos ou por situações de conflito.

A Walk Free define escravidão moderna como qualquer situação de exploração que uma pessoa não pode deixar por causa de ameaças, violência, coerção, abuso de poder ou enganos.

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Trump confirma realização de segunda cúpula com líder norte-coreano

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Trump disse que o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, teve uma ótima reunião com Kim e que três ou quatro locais estão sendo considerados

 

Presidente dos EUA, Donald Trump, e líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, durante cúpula em Cingapura

Trump confirmou nesta terça-feira que realizará uma segunda reunião com o líder norte-coreano, Kim Jong Un

Washigton – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta terça-feira que realizará uma segunda reunião com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, dizendo que autoridades de ambos os países estão organizando o encontro.

Trump, falando no Salão Oval da Casa Branca após anunciar a renúncia da embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, disse que o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, teve uma ótima reunião com Kim e que três ou quatro locais estão sendo considerados para a realização da próxima cúpula entre os dois líderes.

Fonte: Portal Exame

 

 

 

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Em Camarões, longa espera e violência marcam eleições

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Os dados de cada colégio eleitoral devem ser transmitidos ao Conselho Constitucional em um prazo de até 15 dias após as eleições

Camarões se preparava nesta segunda-feira para uma longa espera, que pode ser de duas semanas, para conhecer os resultados da eleição presidencial deste domingo, marcada por uma alta abstenção e por distúrbios nas regiões de língua inglesa do país.

O presidente Paul Biya, de 85 anos, no poder desde 1982 e aspirante a um sétimo mandato consecutivo, enfrenta sete outros candidatos e aparece como o favorito das eleições, apesar da guerra que se instalou no final de 2017 no Camarões anglófono, depois de mais um ano de crise sociopolítica que degenerou em um conflito armado.

Os dados de cada colégio eleitoral devem ser transmitidos ao Conselho Constitucional, único habilitado para proclamar os resultados em um prazo de até 15 dias após as eleições.

Diariamente, centenas de separatistas armados combatem com violência o exército.

Mais de 175 membros das forças de defesa e segurança do país morreram, assim como 400 civis. Não há balanços disponíveis do lado separatista.

Nas duas regiões anglófonas houve distúrbios durante as eleições de domingo, em que muito poucos eleitores participaram.

Além disso, na região do Extremo Norte, o exército também combate os extremistas do Boko Haram, que fazem muitos ataques desde 2014 contra a população do país.

Fonte: Portal Exame

 

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Rússia e Turquia definem os limites da zona desmilitarizada em Idlib

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O presidente turco propõe retirar o armamento pesado e os soldados armados da zona desmilitarizada de Idlib até quarta-feira

Moscou – Rússia e Turquia chegaram a um acordo sobre os limites da zona desmilitarizada na província de Idlib, no noroeste da Síria, conforme anunciou nesta segunda-feira o vice-ministro de Relações Exteriores russo, Sergey Vershinin.

“As fronteiras da zona desmilitarizada já foram estabelecidas”, disse Vershinin em entrevista à agência oficial russa “RIA Novosti”.

De acordo com o vice-ministro, os militares russos e turcos têm “comunicação, bons contatos e interação”.

Em 17 de setembro, os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, decidiram implantar uma zona desmilitarizada de até 20 quilômetros e que dividirá as posições das tropas do governo e da oposição armada, que tem apoio de Ancara.

O acordo, selado em um memorando assinado pelos ministros da Defesa de ambos os países, diz que a zona desmilitarizada deve ser criada até segunda-feira que vem. A proposta de Erdogan, de retirar o armamento pesado e os soldados armados de tal área deve concluir na quarta-feira.

“Entendemos que se trata de um trabalho grande, como a retirada do armamento pesado e a saída dos grupos radicais. Acho que é possível fazê-lo e isto deve ser feito”, disse Vershinin.

Fonte: Portal Exame

 

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