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Como lidar com a queda de cabelos no pós-parto e manter os fios bonitos

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Metade das mães é afetada por esta condição, cuja causa é hormonal ou nutricional – e não tem nada a ver com a amamentação.

Na imensa maioria dos casos, cabelos de gestante são a vivência de um sonho: fortes, brilhantes e praticamente sem queda. Quem opera essa maravilha são os hormônios femininos – estrógeno e progesterona –, que durante a gravidez são dominantes e estão em plena atividade. Seria uma delícia se ficasse assim para sempre!

Só que, para cerca de 50% das mulheres, a situação muda bastante entre o segundo e o quarto mês do pós-parto: nessa fase pode começar a famosa queda de cabelos, que se estende por um período entre quatro e seis meses.

O tricologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo, conta que a perda pode ser de até 30% a 50% dos fios. E as mães que estão nessa situação só conseguem se perguntar: por quê???

Causas da queda dos cabelos no pós-parto

Antes de qualquer coisa, uma informação muito importante: a queda de cabelos no pós-parto não tem nada a ver com a amamentação. Mães que estejam amamentando e mães que estejam dando fórmula para seus bebês correm exatamente o mesmo risco de ver muitos e muitos fios caindo da cabeça nessa fase.

Isto posto, vamos lá. A principal causa da queda dos cabelos no pós-parto é a alteração hormonal – ou a regularização hormonal.

Lembra que falamos lá no começo que os hormônios femininos dominam o período gestacional? Pois então: uma hora, isso passa. “Após o nascimento, as taxas hormonais voltam à normalidade. Os hormônios masculinos, que durante a gestação estavam em baixa, voltam ao seu patamar e os cabelos começam a cair”, explica o ginecologista e obstetra Franco Loeb Chazan.

Infelizmente, não há nada que possa mudar essa situação, já que se trata de um ajuste do organismo. Nenhum remédio, vitamina ou “fórmula milagrosa” fará a queda ser interrompida. “É um processo natural. Do mesmo jeito que começou, a queda cessa e a produção de novos fios volta ao normal”, diz Adriano.

Outra causa comum da queda de cabelos no pós-parto é o estresse. Colocar um bebê (às vezes, mais de um – olá, mães de gemelares!) no mundo e se adaptar à nova rotina não é exatamente uma tarefa simples. E muitas mulheres acabam sentindo isso na pele e nos cabelos.

A dermatologista Fabiane Kumagai Lorenzini, da Clínica Lorenzini, afirma que esse tipo de queda melhora em aproximadamente seis meses, mesmo sem tratamento.

Enquanto isso, você pode procurar ficar mais calma com a ajuda da meditação. Sabemos que não é exatamente simples, mas alguns apps de meditação podem lhe ajudar muito!

Por fim, a deficiência nutricional também pode colaborar para a queda de cabelos no pós-parto. Não é raro a mulher simplesmente esquecer de comer no meio da correria da nova vida de mãe – mesmo que seja o segundinho, pois cada filho é uma nova montanha-russa. Resultado: cabelos em queda livre.

Para resolver este problema, é importante dar atenção à alimentação e comer alimentos ricos em nutrientes como ferro, zinco e vitaminas do complexo B. Algumas sugestões para você acrescentar ao cardápio: frutas secas (uva passa, ameixa e damascos secos), oleaginosas (castanhas e amêndoas, por exemplo), banana, legumes, vegetais verde-escuros, peixes, ovos e leite.

Pode ficar tranquila, pois nenhum destes alimentos prejudica o bebê durante a amamentação.

Se você achar a queda dos cabelos no pós-parto exagerada…

… Não pense duas vezes e passe por uma consulta com um tricologista (é o médico especializado em cabelos e couro cabeludo) ou um dermatologista. Estes profissionais poderão efetuar exames específicos, como a tricoscopia (uma investigação do couro cabeludo), e pedir exames de laboratório se considerarem necessário verificar se você está com algum problema de tireoide ou de anemia.

Como manter os cabelos bonitos no pós-parto (mesmo com a queda)

Não é porque seus cabelos estão caindo que você vai deixá-los para lá, sem tratamento, sem brilho e com carinha de falta de esperança, né? Confira as dicas da dermatologista Carla Bortoloto para que eles fiquem bonitos e sua autoestima melhore:

– Invista nas máscaras

Uma vez por semana, aplique máscaras de tratamento e de hidratação nos cabelos. Elas mantêm a umidade natural, fecham as escamas dos fios e devolvem sua sedosidade.

– Penteie e prenda os cabelos com delicadeza

Evite puxá-los com brutalidade, porque os fios já estão fragilizados. E deixe os rabos de cavalo ou tranças frouxos.

– Dê um tempo do secador, da chapinha e do baby-liss

A alta temperatura desses aparelhos desidrata os fios, deixando-os mais frágeis e quebradiços.

– Leia os rótulos dos produtos

Mulheres que estejam amamentando não devem usar nenhum produto com amônia, chumbo e metais pesados, pois eles são absorvidos pelo couro cabeludo e são passados para o bebê pelo leite. E eles são extremamente prejudiciais à saúde.

– Aceite a ajuda da tecnologia dermatológica

Alguns tratamentos podem ajudar a recuperar a saúde do seu couro cabeludo e estimular o crescimento dos novos fios. Um dos mais indicados é a mesoterapia capilar, que não tem contraindicação para quem amamenta, pois sua aplicação é localizada e não interfere no leite.

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Atenção: a automedicação pode colocar a sua saúde em risco!

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Especialista alerta sobre os perigos de tomar, com frequência, remédios sem prescrição médica recente.

(Thinkstock/Thinkstock)

É bem provável que você, depois de ter sentido dor ou desconforto, já tenha tomado algum remédio sem procurar atendimento médico. Mas fique atenta: essa pode ser uma prática bastante perigosa para a sua saúde, pois o uso de medicamentos sem prescrição recente pode ter uma série de efeitos colaterais.

É claro que isso não significa que você deve ir ao médico por qualquer coisa. “Se tivermos um pico febril ou uma dor de cabeça isolada, podemos tomar o analgésico que estamos habituados a usar nestes casos e observar a evolução do quadro“, diz a Dra. Patrícia Filgueiras dos Reis.

Porém, o perigo está em usar esses medicamentos com frequência ou mesmo anti-inflamatórios e remédios específicos, que causam um alívio momentâneo e não chegam a resolver a origem do problema. E aí, ao camuflar os sintomas, você pode ter uma piora com o atraso do diagnóstico.

O uso frequente de medicamentos também pode levar a outras duas consequências negativas: o organismo corre risco de ficar dependente ou criar resistência àquela substância, tornando a situação muito mais complicada do que deveria ser.

Há ainda a possibilidade do remédio cortar o efeito de outra medicação de uso contínuo, por exemplo. “Isso acontece com alguns tipos de antibióticos e anticoncepcionais”.

Então, nada de se automedicar. O médico está aí para receitar a melhor solução!

Fonte Saúde

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5 dicas para sua unha de gel durar mais

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Práticas, as unhas de gel viraram moda, mas exigem alguns cuidados

(@nailsbywk | Instagram/Reprodução)

Você já deve ter ouvido falar de unhas de gel, afinal elas são uma tendência que veio para ficar. Mas você sabia que para ter esse estilo de unha é preciso bastante um cuidado?

A técnica consiste em aplicar uma camada de gel próprio para unhas em cima da unha verdadeira. Depois é necessário colocar as mãos num aparelho que emite luz ultravioleta para secar. E então é só pintar as unhas com seu esmalte preferido, que nem mesmo o removedor de esmalte ou acetona serão capazes de tirá-lo

Parece sonho, né? Mas essa facilidade exige cuidados antes, durante e depois de aplicar a técnica. Para te ajudar a ter unhas bonitas e saudáveis, a equipe de CLAUDIA reuniu algumas dicas da Nail Designer Grazielle Matos, que vão te ajudar a prolongar o tempo de vida de suas unhas.

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‘Pivô da separação’: até quando vamos apontar o dedo para as mulheres?

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Por que precisamos procurar mocinhos e vilões quando um casal se separa? E por que em 99% das vezes a vilã é uma mulher que nem faz parte do casal?

(Abscent84/Getty Images)

Débora Nascimento anunciou no último sábado (16) a separação de José Loreto, com quem era casada havia quase quatro anos. Uma notícia que causou tristeza entre os fãs, afinal o casal era querido pelo público e tem uma filha de 10 meses de idade. Até aí, tudo bem: mais uma entre milhares de separações que devem ter ocorrido nos últimos dias. Que pena, mas bem sabemos que a vida segue.

A separação de um casal famoso, no entanto, nunca pode ser tão simples assim: tão logo a notícia veio à público, começou a caçada pela PIVÔ DA SEPARAÇÃO. A gente conhece essa história faz tempo, mas vale relembrar. Quando Grazi Massafera e Cauã Reymond se separaram, a culpa foi de Isis Valverde. Quando Joaquim Lopes deixou Thaís Fersoza, a culpa foi de Paolla Oliveira. Marion Cotillard foi a culpada pelo fim do casamento de Angelina Jolie e Brad Pitt. Camilla Parker Bowles teria sido a pivô da separação de Diana e Charles. E por aí vai…

Aqui, a gente não vai nem falar o nome da mulher da vez. Nem precisamos. Já está na boca do povo. A culpa pelo fim de um relacionamento sempre tem de recair sobre uma mulher. Ela seria uma sedutora incorrigível, as esposas de atores tem verdadeiro ódio dela, ela é uma destruidora de casamentos. Ela é a pivô da separação.

No dicionário, a definição de “pivô”, nesse caso, é bem clara: trata-se da principal agente do fato. Será mesmo que uma mulher que não fazia parte do casal que decidiu terminar o relacionamento pode ser a principal agente da separação? Hm.

O mundo parece esquecer que, entre as duas pessoas que formam um casal, tanta coisa pode acontecer! Nem toda separação acontece motivada por traição ou por um novo amor. Às vezes o amor acabou. O relacionamento se desgastou. As pessoas descobriram que têm visões de mundo e objetivos de vida diferentes. Tanta coisa pode acontecer.

E mesmo quando traição é o motivo, uma das partes do casal – em geral uma pessoa adulta e responsável por seus atos – escolheu esse caminho. Se alguém é “culpado” pela separação, é a pessoa que quebrou a confiança, ou a pessoa que escolheu se separar. Invariavelmente o pivô da separação – o principal agente – tem de ser uma das partes do casal, não acham?

Ah, mas ele traiu a mulher!”

Olha, no mundo dos adultos acontece muita coisa. Às vezes os casais decidem que tudo bem cada um ‘pular a cerca’ de quando em vez. Às vezes decidem que pode, mas seguindo algumas regras pré-determinadas. Às vezes não pode e pronto. Cada casal define seus próprios limites, e o que acontece entre eles não diz respeito a mais ninguém. Você sabe quais eram as regras do relacionamento da Débora Nascimento e do José Loreto? Aposto que não.

Mas ok, que eles tivessem um relacionamento fechado, em que nenhum tipo de traição possa ser perdoada. Ainda assim, quem pulou a cerca é quem traiu a confiança. Apontar o dedo para uma terceira pessoa, que não tinha um compromisso com nenhuma das partes, é um tanto cruel. E em geral, lembremos, o homem sai ileso, enquanto a “pivô da separação” é apedrejada.

Então fica aqui uma sugestão para refletirmos: será que, em caso de separação de famosos, não é melhor deixar que eles se entendam entre si em vez de ficar caçando uma mulher para jogar a culpa em cima dela? Até quando vamos nos preocupar em cuidar tanto da vida alheia a ponto de demonizar uma mulher que pode não ter nada a ver com o fato?

Fonte M de Mulher

 

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