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Como controlar o Android com mouse e teclado pelo PC

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Ao utilizar o computador, é quase inevitável que em algum momento você tenha que concentrar alguns minutos da sua atenção no celular, seja para responder alguém ou apenas para verificar uma notificação que você tenha recebido. Apesar de ser quase natural alternar entre o computador e o smartphone, é claro que esse processo pode ser aprimorado e facilitado.

Caso você deixe o seu aparelho com o Android ao lado do computador, uma boa opção é utilizar um aplicativo que lhe deixe controlá-lo, ou seja, sem precisar de fato mexer fisicamente no celular. A seguir, veja como utilizar o mouse e teclado do seu computador com Windows para controlar o Android:

Requisitos

Diferente do que se possa imaginar, para esta tarefa não é necessário que o celular rodando Android possua root, apenas a sua “Depuração USB” precisa estar ativa. Antes de prosseguir, também esteja ciente que o aplicativo utilizado abaixo em sua versão gratuita permite apenas o uso do mouse. Já em sua versão paga, ele libera acesso a outras opções mais interessantes como o uso completo do teclado, área de transferência entre os diferentes sistemas e outros recursos.

Fazendo a configuração

Para que o programa funcione corretamente, é sugerido que primeiro sejam feitas as etapas no computador para que ele tenha o serviço funcionando corretamente. Confira como fazer:

  1. Acesse este link e faça o download do programa;

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  2. Ao fim do download, extraia o conteúdo do arquivo ZIP para uma pasta de sua preferência. Nela, execute o arquivo “DeskDockServer”;

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  3. Neste momento, nenhuma janela será aberta no computador. Ainda assim, na bandeja do sistema, que fica ao lado do relógio, você deverá ver o ícone do DeskDockServer rodando.

Agora que o computador já está rodando o servidor do programa, é necessário obter e configurar o aplicativo no celular. Veja:

  1. Entre nas “Configurações” do aparelho, vá em “Sobre o telefone” e, em “Informações do software”, dê “7 toques” no item “Número de compilação”;

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  2. De volta a tela principal das “Configurações” do aparelho, entre em “Opções do desenvolvedor” e ative a “Depuração de USB”;

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  3. Acesse a Google Play e realize o download do aplicativo DeskDock Free;
  4. Conecte o celular ao computador pela porta USB e conceda as permissões solicitadas nos dois dispositivos para que eles se comuniquem;
  5. Abra o aplicativo no celular e entre na guia “Status”. Clique em “Connect”;

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  6. Caso esteja utilizando o Android Oreo, na mensagem, toque em “Yes”, procure o “Desk Dock” na lista e habilite a chavinha para ele.

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Pronto! Para utilizar o mouse ou teclado no celular, basta mover o cursor para fora do monitor pelo canto direito, como se estivesse utilizando duas telas e a seta do mouse aparecerá no Android.

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Estas foram as principais buscas de 2018 no Google

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Copa do Mundo, Jair Bolsonaro, Sylvester Stallone e La Casa de Papel aparecem no ranking

(Leon Neal/Getty Images)

São Paulo – O Google divulgou nesta quarta-feira (12) a sua lista de termos mais pesquisados em 2018. A Copa do Mundo, as Eleições 2018 e o, agora, presidente eleito Jair Bolsonaro foram os assuntos que mais geraram pesquisas brasileiras.

A greve dos caminhoneiros também aparece no ranking de principais acontecimentos do ano que fizeram a população se voltar ao Google para descobrir mais informações sobre os desdobramentos do movimento que parou o país.

No entretenimento, o programa da Rede Globo “Big Brother Brasil” foi o líder de pesquisas, enquanto o ator mais buscado foi Sylvester Stallone, em razão de uma notícia falsa que falava de sua morte. Vale reforçar: Stallone está vivo.

La Casa de Papel foi o seriado com mais registros de pesquisas. Ele também foi o mais comentado no Facebook em 2018.

Em tecnologia, os smartphones mais procurados do ano foram o Motorola One (primeiro em parceria com o Google), o iPhone X, o Zenfone 5, da Asus, o Moto G6 e o Moto G5.

Veja as listas completas de termos mais pesquisados do ano no buscador do Google.

Buscas

Copa do Mundo
Big Brother Brasil
Eleições 2018
Jair Bolsonaro
Horário de Brasília
Greve dos caminhoneiros
Luiz Inácio Lula da Silva
Fernando Haddad
Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018
Stan Lee

Como fazer

Como fazer slime?
Como fazer figurinhas no Whatsapp?
Como fazer gasolina?
Como fazer crepioca?
Como fazer perguntas no Instagram?
Como fazer bacalhau?
Como fazer declaração de Imposto de Renda 2018?
Como fazer kefir?
Como fazer guacamole?
Como fazer pipoca doce?

O que é

O que é fascismo?
O que é intervenção militar?
O que é lúpulo?
O que é Ursal?
O que é Corpus Christi?
O que é chaira?
O que é afonia?
O que é momo?
O que é Encceja?
O que é tuberculose ganglionar?

Por quê?

Por que a guerra na Síria?
Por que votar no Bolsonaro?
Por que ou porque?
Por que não pode comer carne na Sexta-feira Santa?
Por que Ibrahimovic não foi convocado?
Por que não votar em Bolsonaro?
Por que Nadja foi expulsa de A Fazenda?
Por que a série Lúcifer foi cancelada?
Por que o Amoedo não participa dos debates?
Por que quarta-feira de Cinzas?

Acontecimentos

Copa do Mundo
Eleições 2018
Greve dos caminhoneiros
Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018
Campeonato brasileiro
Prisão do Lula
Horário de verão
Caso Vitória
Enem 2018
Julgamento do Lula

Celebridades

Sylvester Stallone
Pabllo Vittar
MC Loma
Meghan Markle
Roger Waters
Letícia Almeida
Douglas Sampaio
Tata Amaral
Cristiane Machado
Priscila Tossan

Séries

La Casa de Papel
Elite
Riverdale
Lucifer
The 100
O Mecanismo
The Good Doctor
3%
Westworld
Scandal

Programas de TV e novelas

Big Brother Brasil
Segundo Sol
O Outro Lado do Paraíso
Deus Salve o Rei
A Fazenda
O Tempo não Pára
The Voice Brasil
As Aventuras de Poliana
Orgulho e Paixão
Tempo de Amar

Tecnologia

Motorola One
iPhone X
Zenfone 5
Moto G6
Moto G5
Galaxy J7
Galaxy J4
Galaxy J5
Sarahah
iPhone 8 Plus

Esportistas

Kylian Mbappé
Philippe Coutinho
Henrique Dourado
Mohamed Salah
João Miranda
Roberto Firmino
Alisson Becker
Douglas Costa
Luka Modrić
Lyoto Machida

Times da série A

Flamengo
Palmeiras
Corinthians
São Paulo
Grêmio
Vasco da Gama
Cruzeiro
Santos
Internacional
Atlético Mineiro

Mortes

Stan Lee
Avicii
Mr. Catra
XXXTentacion
Marielle Franco
Nara Almeida
Vitória Gabrielly
Mac Miller
Eduardo Carneiro
Anthony Bourdain

Virou meme

Que Tiro Foi Esse
Fábio Assunção
É verdade esse bilhete
Jair Bolsonaro
Neymar Jr.
Copa do Mundo
Dia do Amigo
Lula
Pikachu
Akon

Filmes

A Freira
Deadpool 2
Pantera Negra
Vingadores: Guerra Infinita
Venom
Bohemian Rhapsody
Um Lugar Silencioso
Nasce uma Estrela
Os Incríveis 2
Cinquenta Tons de Liberdade

Música (Letras)

Era uma Vez
Que Tiro Foi Esse
Dona Maria
Vai Malandra
O Sol
Bohemian Rhapsody
Mostra Tua Força, Brasil
Notificação Preferida
Mulherão da Porra
Ousado Amor

Fonte: Portal Exame

 

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Viagens pedidas por apps em SP já superam em três vezes os táxis

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Diariamente, são 362,4 mil viagens, ante 112,9 mil feitas pelos carros com placas vermelhas

 

 

Viagens feitas por aplicativos de transporte na região metropolitana de São Paulo já é três vezes maior nas comparação com os táxis (Victor J. Blue/Getty Images)

São Paulo – Seja de casa para o trabalho, seja do clube para a escola, o número de viagens feitas por aplicativos de transporte na região metropolitana de São Paulo, como Uber, 99, Cabify e outros, já é três vezes maior nas comparação com os táxis. Diariamente, são 362,4 mil viagens, ante 112,9 mil feitas pelos carros com placas vermelhas. O dado, inédito, consta na Pesquisa Origem-Destino do Metrô.

O surgimento dos aplicativos, entretanto, não significou queda no uso dos táxis. Comparado com os dados de 2007, o total de viagens cresceu 24,5%. Naquele ano, eram 90,7 mil deslocamentos diários feitos pelos taxistas, que ainda não contavam com a opção de serem chamados também por aplicativos de celular.

Para o presidente do Sindicato dos Taxistas Autônomos de São Paulo, Natalício Bezerra, após o susto inicial que os novos modos de transporte surgiram, a categoria e os clientes se adaptaram. “Parte da população que começou a usar esses aplicativos viu que os motoristas não tinham a mesma qualificação do taxista. As autoridades sabem tudo do taxista, fiscalizam, o que não acontece com os aplicativos. Então, muita gente voltou para o táxi”, afirma. “Além disso, o táxi tem o preço fixo, enquanto esses aplicativos às vezes variam de preço”, argumenta.

Como os dados da pesquisa são preliminares, é correto afirmar, entretanto, que o uso tanto de aplicativos quanto o de táxi deve ser maior. Isso porque o dado já tabulado pelo Metrô é o do “principal modal”, ou seja, o principal meio de transporte na viagem.

Exemplo: se o usuário tomou um Uber até uma estação de metrô, e seguiu sobre trilhos, a viagem é contabilizada como “de metrô” e fica fora da conta. O mesmo vale se a ida até a estação foi de táxi. Somente quando a pesquisa for apresentada na íntegra é que o retrato contará essas viagens intermediárias.

No crescimento dos aplicativos, entretanto, além do valor – em geral menor do que o do táxi -, os usuários destacam a praticidade. Impossibilitada quatro anos atrás de dirigir em razão de multas de familiares no próprio carro, a advogada Carla Sampaio, de 35 anos, virou uma cliente assídua de aplicativos. Pelo menos cinco vezes por semana, ela se locomove dessa forma. “Nunca mais terei um carro na vida. Eu me recordo do nervoso que sentia no trânsito, parada, naquela aflição, se começa a chover com medo de alagar, de um ladrão atacar e levar a bolsa no banco. Sem falar no custo para manter, com impostos e estacionamento.”

Carla não somente trocou o próprio carro pelo aplicativo como convenceu o marido a fazer o mesmo. Nesta terça-feira, 11, ele vendeu o automóvel para fazer um teste. Pela primeira vez, a casa não terá carro na garagem. Para os deslocamentos, os dois vão usar, além dos apps, o táxi.

“O serviço melhorou com a concorrência. O atendimento e a cortesia são outros hoje. E também tem a facilidade de andar no corredor de ônibus. Nesse ponto, supera o app.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Barracos no WhatsApp: o surreal novo desafio político de Bolsonaro

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Vazamento da conversa de deputados do PSL sobre articulações na Câmara – à revelia de Rodrigo Maia – pode afetar a costura por apoios

Para um governo que foi eleito com ajuda do WhatsApp, nada mais natural que uma das grandes crises de seu partido, o PSL, venha também de dentro do aplicativo de mensagens.

É provável que ao longo desta sexta-feira, 7, as conversas do grupo de WhatsApp “Bancada PSL 2019” tenham novos desdobramentos com implicações que podem, inclusive, mudar os rumos das articulações do próximo governo.

As trocas de mensagens entre aliados de Jair Bolsonaro, reveladas pelo jornal O Globo, mostram que o presidente eleito pediu ao deputado Eduardo Bolsonaro que costurasse apoios na Câmara sem que isso irritasse o atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

“Ocorre que eu não preciso e nem posso ficar falando aos quatro cantos o que ando fazendo por ordem do presidente. Se eu botar a cara publicamente, o Maia pode acelerar as pautas bombas do futuro governo. Por isso, quem tem feito mais essa parte é o delegado Waldir no plenário e o Onyx via líderes partidários”, escreveu, em mensagem obtida pelo jornal O Globo.

O filho de Bolsonaro não dá detalhes de como as articulações poderiam desagradar Maia, mas uma possível interpretação é de que esteja sendo costurada uma candidatura em oposição à reeleição do presidente da Câmara. Inclusive, Eduardo Bolsonaro relata que se encontrou com o líder do PR, partido que deve lançar candidatura própria.

O tiro, portanto, saiu pela culatra. A informação circula pelos quatro cantos e isso pode levar a uma certa indisposição dos aliados de Maia com os articuladores do novo governo.

Essa história começou, na verdade, durante a madrugada de quinta-feira com uma discussão acalorada entre a deputada eleita Joice Hasselmann e o senador eleito Major Olímpio sobre a liderança do partido nas articulações com o governo.

Joice disse que articulação do partido está “abaixo da linha da miséria” e escreveu que está “fazendo o trabalho para melhorar o diálogo com os políticos”.

Olímpio retrucou dizendo que Jair Bolsonaro se reuniu com ele e com “o delegado Waldir (…) para ajustarmos a interlocução na Câmara e no Senado (…) Nenhum de nós pediu interlocutor para nos representar, ao contrário, se assim acontecer, será desconsideração conosco. Tanto Waldir quanto eu recebemos as orientações do presidente que deixou bem claro que não tem nada definido para liderança de nada e que o partido lutasse pelos espaços”.

Espaços esses mais estreitos com a divulgação de conchavos podem desagradar caciques como Maia — ou podem mostrar que os 47% dos deputados que se reelegeram têm uma enorme vantagem competitiva em relação aos novatos.

De um lado, esses conflitos internos do PSL podem virar pautas-bombas no colo do novo governo a menos de um mês da posse; de outro, podem fortalecer os parlamentares mais experientes, que farão de tudo para que o jogo do Congresso continue sendo jogado como sempre foi. É tudo que o novo governo não quer. Fonte-Portal Exame

 

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