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Centenas de tartarugas morrem enroscadas em rede ilegal de pesca no México

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Governo do México crê que nº de animais mortos pode aumentar. Tartarugas eram da espécie oliva – a menor entre as tartarugas marinhas e ameaçada de extinção

São Paulo – Ao menos 300 tartarugas marinhas foram encontradas flutuando sem vida no mar, após ficarem presas em uma rede de pesca ilegal na costa do México no oceano Pacífico. A informação foi divulgada nas redes sociais pela Rede de Proteção Civil do estado de Oaxaca nesta quarta-feira e confirmada pelo governo local nas redes sociais.

As tartarugas marinhas eram da espécie oliva, uma das menores do mundo e que corre o risco de entrar em extinção. A rede de pesca, informou o jornal mexicano El Universal, seria de um barco de bandeira estrangeira.

O incidente aconteceu em Porto Escondido, que está a cerca de 760 quilômetros da capital do país, Cidade do México. A Procuradoria Federal de Proteção Ambiental do México iniciou uma investigação sobre o caso. A expectativa é a de que o número de tartarugas mortas no episódio aumente.

Nas redes sociais, circulam vídeos e imagens que mostram o episódio. Veja abaixo:

Segundo informações do jornal mexicano, a temporada destes animais em Oaxaca começou em julho deste ano, quando o governo começou então a colocar em prática uma série de ações de proteção da espécie, considerada ameaçada de extinção no México e vulnerável em todo o mundo.

Entre 2017 e 2018, quase dois milhões dessas tartarugas realizaram ao menos 10 desovas em massa em praias da região, que são consideradas santuários. A sua captura e reaproveitamento dos ovos são proibidos no país. Veja abaixo um vídeo que mostra o momento da chegada desses animais aos santuários:

 

 

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Bolsonaro chega aos Estados Unidos para fortalecer aliança com Trump

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Além de encontro com Trump, presidente aproveitará viagem para participar de vários fóruns sobre as oportunidades que a economia brasileira oferece

Montagem com Donald Trump e Jair Bolsonaro: presidentes têm primeira reunião bilateral nesta terça-feira (19) (Montagem/EXAME)

O presidente Jair Bolsonaro chegou nesse domingo, 17, aos Estados Unidos, onde vai se reunir na terça com o colega americano, Donald Trump, para selar uma incipiente aliança conservadora, fortalecer laços econômicos e militares e intensificar a pressão sobre a Venezuela.

Esta é a primeira visita oficial de Bolsonaro ao exterior desde que assumiu o poder, em 1º de janeiro, embora sua estreia internacional tenha acontecido no Fórum de Davos, que aconteceu na Suíça no mesmo mês.

“Pela primeira vez em muito tempo, um Presidente brasileiro que não é anti-americano chega a Washington. É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade, como os brasileiros sempre desejaram”, escreveu Bolsonaro no Twitter.

O presidente viajou acompanhado por seis ministros, incluindo o chanceler Ernesto Araújo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o da Justiça e Segurança, Sérgio Moro.

Seu filho e deputado federal Eduardo Bolsonaro – muito ativo nas articulações com representantes da onda neoconservadora mundial – já estava nos Estados Unidos.

O presidente brasileiro estará na capital americana até a terça-feira e ficará na Blair House, residência oficial para hóspedes situada em frente à Casa Branca.

Bolsonaro anunciou esta semana que o destaque da visita será a assinatura de um acordo que permitirá o lançamento de satélites americanos a partir da base de Alcântara, no Maranhão (nordeste).

Além de manter uma reunião privada com Trump na terça-feira no Salão Oval da Casa Branca, Bolsonaro aproveitará sua estada em Washington para se reunir com o secretário-geral da Organização de Estados Americanos, Luis Almagro, e participará de vários fóruns sobre as oportunidades que a economia brasileira oferece.

Na noite de domingo, o presidente compareceu a um jantar na residência do embaixador do Brasil em Washington, Sérgio Amaral, para o qual foram convidados Steve Bannon, o polêmico ex-assessor do presidente dos Estados Unidos, e o escritor brasileiro radicado nos Estados Unidos Olavo de Carvalho, considerado o guru de Bolsonaro.

Walter Russell Mead, colunista do Wall Street Journal, Matt Schlapp, presidente da União Conservadora Americana, Chris Buskirk, editor do portal American Greatness, entre outros, também eram esperados no evento.

Na tarde de domingo, cerca de 50 pessoas se reuniram em frente à Casa Branca para protestar com cartazes que diziam “Bolsonaro assassino” e “Libertem Lula”.

Venezuela na agenda

Um dos eixos da agenda bilateral é a crise na Venezuela. A oposição ferrenha ao que os dois governos consideram uma “ditadura” no país caribenho é um dos temas que mais une os presidentes.

Os Estados Unidos estão à frente dos mais de 50 países – entre eles o Brasil – a reconhecer o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino, e aplicou sanções econômicas e um embargo ao petróleo venezuelano, crucial para a sua economia, que começará a vigorar em 28 de abril.

“Brasil e Estados Unidos juntos assustam os defensores do atraso e da tirania ao redor do mundo. Os quem tem medo de parcerias com um país livre e próspero? É o que viemos buscar!

Na quinta-feira, Bolsonaro anunciou que durante sua visita será assinado o acordo de salvaguardas tecnológicas que permitirá o uso da base de Alcântara, no Maranhão, para o lançamento de foguetes americanos.

A base de Alcântara de uma localização ideal aos lançamentos espaciais por sua proximidade com a linha do equador, o que permite economizar 30% em combustível ou transportar mais carga.

Espera-se também que ambos os líderes discutam medidas para aumentar o comércio bilateral e a entrada do Brasil na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Após sua viagem aos Estados Unidos, Bolsonaro visitará o Chile e viajará a Israel no final do mês, em um sinal claro de sua tentativa de se aproximar de governos que ele considera comprometidos com suas opções ideológicas conservadoras e economicamente liberais.

Fonte Exame

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Putin inaugura centrais elétricas na Crimeia no 5º aniversário da anexação

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O presidente russo, Vladimir Putin, inaugurou nesta segunda-feira duas usinas termelétricas na Crimeia, capazes de abastecer a península e regiões vizinhas

Rússia: De acordo com pesquisas, 89% da população da Crimeia apoia a reunificação (Sputnik/Mikhail Klimentyev/Kremlin/Reuters)

Moscou — O presidente da Rússia, Vladimir Putin, inaugurou nesta segunda-feira duas usinas termelétricas na Crimeia por ocasião do quinto aniversário da reunificação da península com seu país, que é considerada uma anexação pela Ucrânia e pela maior parte da comunidade internacional.

“Com tais volumes será suficiente não só para cobrir as próprias necessidades, dados os planos de desenvolvimento da Península da Crimeia, mas também para fornecer às regiões vizinhas em caso de necessidade”, disse Putin, segundo a emissora de televisão russa.

Com a inauguração das duas usinas, a Crimeia passa de uma geração de pouco mais de 1.100 megawatts de eletricidade para 2.070 megawatts.

Putin admitiu que a atual geração era “absolutamente insuficiente” para fornecer energia a escolas, hospitais e residências, e para desenvolver a indústria e o turismo local.

“A situação mudou radicalmente”, afirmou Putin que, entre outros atos, presidirá esta noite um espetáculo musical comemorativo.

Segundo o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov, a entrada em funcionamento das centrais elétricas simboliza a plena autonomia energética do território, que está unido ao resto do continente russo por uma ponte inaugurada por Putin em maio de 2018.

De acordo com pesquisas recentes, 89% dos crimeanos apoiam a reunificação, enquanto esse percentual é de 88% entre os russos.

Os crimeanos celebraram no sábado o quinto aniversário do referendo no qual mais de 95% dos moradores da região que era controlada pela Ucrânia se manifestaram em favor do rompimento dos laços com Kiev.

Dois dias depois, em 18 de março de 2014, Putin e os líderes da Crimeia e Sebastopol assinaram no Kremlin os tratados de incorporação desses territórios à Federação da Rússia.

O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, que está em plena campanha eleitoral, por sua vez garantiu que “a Crimeia será devolvida à Ucrânia”.

“A Ucrânia não cede a qualquer negociação, a qualquer acordo secreto. Faremos o possível para que isso aconteça o mais rápido possível, imediatamente depois das eleições presidenciais”, disse o líder ucraniano.

Poroshenko contou desde o princípio com o apoio de Ocidente, que impôs sanções a Moscou pouco depois da anexação.

 

Fonte Exame

 

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Trump diz que Joe Biden tem “baixo coeficiente intelectual”

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Trump criticou o ex-vice-presidente de Obama, depois que o democrata disse por engano que faz parte dos pré-candidatos à presidência sem anuncio oficial

DONALD TRUMP: “O Congresso tem a liberdade de passar a resolução e eu tenho o dever de vetá-la” / REUTERS/Jonathan Ernst (Jonathan Ernst/Reuters)

Washington — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou esta segunda-feira o ex-vice-presidente Joe Biden, seu possível rival nas eleições de 2020, e afirmou que tem um “baixo coeficiente intelectual”, depois que o democrata teve um lapso durante o final de semana.

 

 

“Joe Biden ficou sem fala durante o final de semana quando não pôde pronunciar-se adequadamente sobre sua decisão de se candidatar para presidente. Acostumem-se, outro indivíduo com baixo coeficiente intelectual!”, escreveu Trump em sua conta do Twitter.

Trump criticou Biden, que foi vice-presidente de Barack Obama (2009-2017), depois que o político democrata disse por engano neste final de semana que faz parte dos pré-candidatos à presidência dos EUA, apesar de ainda não ter anunciado suas aspirações de maneira oficial.

“Tenho o expediente mais progressivo do que qualquer um que esteja concorrendo (pela indicação democrata à presidência)”, declarou Biden em um evento do Partido Democrata de Delaware.

“De qualquer que um possa concorrer”, retificou imediatamente.

Por enquanto, as pesquisas em nível nacional para a indicação democrata apontam Biden como favorito, apesar de ainda não estar oficialmente na disputa.

No entanto, muitos meios de comunicação americanos indicaram que o suposto erro do ex-vice-presidente na sua resposta a uma pergunta do público foi premeditado e que Biden quis analisar a resposta midiática e pública ao anúncio.

Se anunciar sua candidatura, Biden se somaria aos senadores Benrie Sanders, Elizabeth Warren, Kamala Harris, Cory Booker e Amy Klobuchar, entre outros, como pré-candidatos do Partido Democrata em 2020.

O ex-congressista estadual pelo Texas Beto O’Rourke foi o último a somar-se a esse lista na quinta-feira passada.

O Partido Democrata escolheu a cidade de Milwaukee (Wisconsin) para realizar a convenção nacional na qual se decidirá quem será seu candidato presidencial nas eleições de 2020.

Fonte Exame

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