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Cartões de memória de 1 TB são finalmente uma realidade

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E a novidade não vem pelas mãos da SanDisk, mas sim da velha conhecida Lexar

Muito espaço: cartão SD de 1 TB é focado em uso profissional e, em especial, gravação de vídeos em 4K (Lexar/Divulgação)

São Paulo — Três anos depois de a SanDisk anunciar oficialmente um acessório do tipo, os cartões de memória SD com 1 TB de capacidade finalmente vão chegar ao mercado. Mas não pelas mãos da marca norte-americana. A pioneira é outra empresa dos EUA, que “voltou das cinzas” depois de basicamente fechar as portas em 2017: a Lexar.

O novo acessório, Professional 633X, já está à venda com preço sugerido de 500 dólares, mais de 1.800 reais na conversão direta. Não é exatamente vantajoso em termos de custo-benefício — com o valor, é possível comprar dois ou até mais cartões SD de 512 GB de boas marcas. No entanto, um dispositivo com toda essa capacidade permite gravar vídeos maiores em 4K sem interrupções para trocar a mídia da câmera, uma possível vantagem para produtores de conteúdo.

A Lexar diz que seu cartão SD “gigante”, pensado para uso profissional (vide o preço), tem velocidade de escrita de até 95 MB/s. Sua etiqueta, porém, mostra que ele é classificado como um V30/U3. Ou seja, não passa dos 30 MB/s no quesito. Ainda assim, é suficiente para que o acessório seja usado em gravações de conteúdo em altíssima definição sem engasgos.

O lançamento é curioso por dois motivos. Primeiro, claro, porque a expectativa era de que a pioneira nesse mercado fosse ser a SanDisk. A empresa norte-americana havia demonstrado um modelo de SD com 1 TB de capacidade ainda em 2016. O acessório, porém, acabou caindo no esquecimento e se tornou mais um anúncio que nunca chegou a ver a luz do dia.

O segundo motivo é que quem “furou” a rival foi ninguém menos que a Lexar. A companhia tem uma longa história no mercado de armazenamento de dados e foi uma das precursoras no ramo — o nome JumpDrive, usado em seus pendrives, marcou época lá fora. No entanto, a marca saiu de cena em 2017, quando teve os negócios encerrados e foi colocada à venda por sua empresa-mãe, a Micron Technology.

Porém, a companhia não demorou muito para ser vendida. Quem a comprou, meses depois do fim, foi a chinesa Longsys, que trouxe a marca de volta ao mercado no ano passado e a preparou para esse retorno aparentemente triunfal. Agora, resta saber quem será a primeira a lançar um cartão microSD com toda essa capacidade para ser usado em um smartphone. O suporte já existe: diversos celulares são compatíveis com padrões de até 2 TB. Mas ainda falta o equipamento. Fonte: Portal Exame

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Inscrições para o Fies estão abertas; veja como fazer pela internet

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Estudantes de universidades particulares já podem solicitar o financiamento estudantil para o segundo semestre de 2019

Estudantes do ensino superior já podem se inscrever para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2019. O cadastro para o programa de financiamento de cursos superiores pode ser feito pela internet.

O Fies ajuda estudantes de baixa renda a pagarem cursos de graduação em instituições privadas. São duas modalidades: a Fies, que oferece financiamento a juro zero para estudantes com renda per capita familiar de até três salários mínimos; e o P-Fies, que oferece empréstimo a juros baixos para estudantes com renda mensal familiar per capita de até cinco salários mínimos.

A seleção do Fies é feita com base no Enem: quem se candidatar a um dos 150 mil contratos que serão liberados pelo Ministério da Educação (MEC) precisa ter realizado o exame nacional a partir de 2010, com nota mínima de 450 pontos e sem ter zerado a redação.

As inscrições podem ser feitas pela página do Fies no site do MEC. O estudante precisa entrar com CPF, data de nascimento e o código de verificação que aparece na tela para seguir com o cadastro.

As inscrições vão de 25 de junho até 1º de julho, com a pré-seleção prevista para ser divulgada no dia 9 de julho; seguida da contratação entre 10 e 12 de julho. Confira o edital do Fies para mais detalhes.

 

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Aplicativo usa Inteligência Artificial para remover humanos das fotos

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“Finalmente, você pode tirar uma selfie sem você”, diz criador do aplicativo

“Finalmente, você pode tirar uma selfie sem você”, diz criador do aplicativo

O aplicativo “Bye Bye Camera” foi criado para dispositivos iOS por Damjanski, um artista que mora em Nova York, e mais dois amigos, sob o conceito de um “mundo pós humano”. O que isso significa? O app utiliza Inteligência Artificial (IA) para retirar pessoas das fotos e cobrir a ausência delas.

“Uma piada que sempre fazemos é: ‘finalmente, você pode tirar uma selfie sem você'”, disse Damjanski ao The Verge.

Reprodução

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Foto: Comparação antes e depois feita pelo The Verge

O aplicativo custa US $2,99 na App Store (cerca de R$11,50) e, apesar de interessante, não funciona de maneira perfeita. Ele é lento e remove humanos com muita bagunça, deixando para trás uma mancha de pixels. Se você quiser fazer um trabalho decente, use o Photoshop, mas se sua intenção for experimentar uma nova tecnologia Inteligência Artificial (IA), o Bye Bye Camera é uma opção interessante

De qualquer modo, o artista diz que a intenção do app é não ser perfeito mesmo. “Eu realmente gosto quando ele erra”, diz ele. “Eu sou como uma criança pequena – eu tenho fotografado o tempo todo. E quando funciona, é ótimo; quando isso não acontece, também é engraçado”.

O software por trás do trabalho do aplicativo é bastante simples. Ele usa um algoritmo de detecção de objetos de código aberto chamado YOLOpara identificar pessoas (abreviação de “You Only Look Once”) e uma combinação de sistemas de IA para preencher sua ausência.

Damjanski não entra em detalhes sobre este último, mas não é uma técnica incomum, considerando que a NVIDIA criou diversas ferramentas que montam paisagens e cenários a partir de desenhos dos usuários. A técnica é chamada de ‘reconhecimento de conteúdo’.

Por enquanto o aplicativo funciona apenas para diversão, mas quem sabe no futuro essa tecnologia IA desenvolvida por Damjanski e seus amigos não possa ter mais funcionalidades. Sabemos que essas tecnologias costumam desenvolver-se muito rápido.

Se você não quiser usá-lo nas pessoas, ele funciona muito bem com obras de arte. Quanto ao aspecto “pós-humano”, Damjanski admite que isso é, principalmente, uma piada irônica. O aplicativo foi inspirado por ameaças que a nossa espécie sofre atualmente, como mudanças climáticas e coisas do gênero.

“Estamos pensando em um futuro onde a humanidade não estará mais por perto”, diz ele. “Uma das coisas que eu realmente gosto é que o aplicativo tira os humanos, mas mantém suas sombras.”

Fonte: The Verge

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Após confusão com a Huawei, FedEx processa governo dos EUA por impor regras de transporte

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Em uma declaração, a FedEx reclamou das implicações disso, e alega que ‘ela é uma empresa de transporte, não uma agência de aplicação da lei’

A empresa de entregas FedEx está processando o Departamento de Comércio dos EUA por exigir que a empresa imponha proibições de exportação, fazendo com que produtos considerados “arriscados” devam ser recusados. Em uma declaração, a FedEx reclamou das implicações disso, e alega que “ela é uma empresa de transporte, não uma agência de aplicação da lei”.

A FedEx está tentando transformar em inconstitucional a ideia do Departamento de Comércio em penalizar a empresa caso ela envie produtos que pareçam arriscados. Outro detalhe da lei é que a empresa deve ter total conhecimento sobre os itens que estão transportando. Caso eles desrespeitem a imposição, eles podem sofrer com penalidades legais

O Secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, discordou da interpretação da FedEx sobre a lei. O regulamento, disse ele, apenas diz que as operadoras como a FedEx “não podem enviar conscientemente itens que são proibidos pelos controles de exportação”.

O interessante a se observar nessa história, é que a empresa se recusou a enviar um telefone Huawei sob alegação de que não queria problemas com o governo dos EUA, mesmo que as sanções de Trump especifiquem a exportação de tecnologia para a empresa, e não restrições de uso.

O Governo colocou diversas restrições às empresas norte-americanas que trabalham diretamente com a Huawei, em parte por causa da guerra comercial contra a China e, em parte, por causa de supostas ameaças de segurança, envolvendo espionagem via infraestrutura de telecomunicações.

Como foi dito, não há nenhuma proibição de transportar produtos da Huawei, mas a FedEx argumenta que, de acordo com os reguladores atuais, seus funcionários poderão cometer erros para evitar problemas legais, que é o que pode ter acontecidocom o caso do smartphone devolvido pela empresa.

Via: The Verge

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