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Bolsonaro indica nomes dos vice-líderes do governo no Senado

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Parlamentares do MDB, Podemos, PSDB e DEM serão os representantes na casa

Senado Federal: parlamento será importante para aprovação da Reforma da Previdência (Marcos Oliveira/Agência Senado)

Brasília — O presidente Jair Bolsonaro indicou ao Senado Federal quatro parlamentares para a função de vice-líderes do governo na casa. Os nomes dos senadores estão no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, dia 14. São eles: Eduardo Gomes (MDB-TO), Elmano Férrer (Pode-PI), Izalci Lucas (PSDB-DF) e Chico Rodrigues (DEM-RR).

Fonte Exame

 

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Servidores da Segurança que respondem à Maria da Penha terão arma recolhida

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A restrição começa a valer a partir desta quinta-feira (23/5) e vale para todas as forças de segurança do Distrito Federal

O decreto, assinado nesta quinta-feira (25) pelo governador, retira armas de servidores da Segurança que respondem pela Lei Maria da Penha
(foto: Bruna Lima/CB/D.A. Press)

 

Policiais civis e militares, bombeiros, agentes penitenciários e qualquer outro servidor das forças de segurança do Distrito Federal terão as armas recolhidas caso respondam a algum processo no âmbito da Lei Maria da Penha. O decreto foi assinado pelo governador Ibaneis Rocha, nesta quinta-feira (25/5), e a medida passa a valer a partir da data de publicação do documento no Diário Oficial do DF (DODF).
De acordo com o executivo, a restrição vale tanto para armas corporativas quanto pessoais e será mantida até o fim do processo ao qual responde o servidor. Enquanto isso, o acusado será remanejado para uma área administrativa dentro da respectiva corporação.
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A nova regra foi pensada pela Comissão externa de combate à violência contra a mulher e feminicídio da Câmara dos Deputados e o pedido foi protocolado e encaminhado ao governador pela coordenadora do grupo, a deputada federal Flávia Arruda (PL-DF). Segundo a parlamentar, a morte da servidora Debora Tereza Corrêa, 43 anos, pelo ex-companheiro e policial civil Sergio Murilo dos Santos, 51, motivou o pedido. “As forças policiais do Distrito Federal são formadas de homens de bem, corretos. São pessoas que todos os dias saem de casa para proteger a população e não querem os seus nomes ligados a  homens que cometem crimes contra mulheres”, acrescenta a deputada.
Durante a assinatura do decreto, Ibaneis Rocha prometeu campanhas de conscientização para mudar a postura social que contribui para casos de violência contra a mulher. “Dizem que esse é um crime silencioso, mas ele não é. Aquela frase de que ‘na casa do vizinho não se mete a colher’ tem que acabar. Assino esse decreto e vou assinar tantos outros que vierem para diminuir a questão do armamento do Distrito Federal”, garante.
Ainda não há um levantamento de quantos servidores das forças do DF estão enquadrados neste perfil e que, por isso, terão as armas recolhidas de forma imediata. Caso a pessoa que sofra a punição não cumpra a mesma, sofrerá um processo administrativo, podendo culminar em demissão. “É mais uma medida no sentido de preservar vidas. As policias concordam com isso e aquele que está com problema, que agrediu realmente e que está respondendo por um crime precisa ficar afastado da arma para evitar mais uma tragédia”, afirma o secretário de Segurança Andersom Torres.
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Após derrota em decisão sobre Coaf, Moro agradece os 210 votos recebidos

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Sob orientação do Centrão, por 228 votos contrários, o órgão voltou às estruturas da Economia

Sérgio Moro: “Faz parte do debate democrático” (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Brasília – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, agradeceu os 210 votos favoráveis a manutenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) na pasta. Sob orientação do Centrão, por 228 votos contrários, o órgão voltou às estruturas da Economia.

“Sobre a decisão da maioria da Câmara de retirar o Coaf do Ministério da Justiça, lamento o ocorrido. Faz parte do debate democrático. Agradeço aos 210 deputados que apoiaram o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o plano de fortalecimento do Coaf”, afirmou Moro logo após a derrota.

Orientaram pela volta do Coaf para a Economia: PP, MDB, PTB, PT, PL (antigo PR), PSB, PRB, PDT, DEM, SDD, PSOL, PCdoB e PSC. As lideranças da maioria, da minoria e da oposição também encaminharam a votação neste sentido.

Apesar da derrota na questão do Coaf, ontem, o governo conseguiu conter um movimento que poderia levar ao caos administrativo com a volta do número de ministérios dos atuais 22 para 29, que existiam da gestão do ex-presidente Michel Temer (MDB).

Votaram a favor de Moro, além do PSL, Podemos, Pros, Cidadania, Novo e PV. O líder do governo na Casa, major Vitor Hugo (PSL-GO), fez uma defesa enfática no plenário pela manutenção do órgão. Ele afirmou que o Estado precisa ser mais eficiente e coerente com as pautas que elegeram Bolsonaro.

“Tem vitórias que representam derrota, tem derrotas que representam vitória. Nós vencemos, vencemos”, afirmou o deputado Bibo Nunes (RS), vice-líder do PSL, após o resultado.

Ontem, o governo começou o dia fazendo gestos públicos ao Legislativo. O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), foi ao Congresso para um “beija mão”, expressão usada para exprimir respeito, aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O encontro selou o acordo para a votação da MP 870 e serviu para tentar distensionar mais um mal-estar com o presidente da Câmara. Anteontem, Maia anunciou o rompimento das relações institucionais com o líder do governo, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO).

O presidente da Casa disse que o deputado não merece respeito depois de ter divulgado uma charge na qual uma pessoa aparece chegando ao Congresso com um saco de dinheiro na cabeça com a inscrição “diálogo”. O presidente da Câmara deixou de receber Vitor Hugo nas reuniões na residência oficial.

Onyx não quis comentar sobre o futuro de Vitor Hugo na função. O ministro disse que a relação entre Congresso e Planalto está “em fase de ajuste”.

“Estamos em uma fase de ajuste nesta relação. Estamos em uma fase de consolidação desta nova forma de se conduzir as relações entre Executivo e Legislativo”, afirmou Onyx após a reunião com os presidentes da Casa.

Alcolumbre agradeceu a deferência, mas afirmou que as divergências são naturais. “Há divergências no parlamento brasileiro? Há divergências no parlamento brasileiro. Há partidos que pensam diferentes? Há partidos que pensam diferente. O parlamento não é obrigado a ser um avalizador das matérias encaminhadas pelo governo federal. Mas nós compreendemos que o governo tem todo o direito e a legitimidade de construir sua estrutura governamental com base nesta medida provisória. E o parlamento, debruçado nesta matéria, fez e fará o quanto for necessário a reestruturação do projeto brasileiro sempre que achar necessário”, afirmou o presidente do Senado.

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Seis em cada dez brasileiros não querem ter uma arma em casa

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Arma de fogo em casa não é desejo do brasileiro

Jair Bolsonaro com o fuzil T4 da Taurus durante feira de armas em 2017 (Reprodução/Youtube)

Não é desejo do brasileiro ter uma arma de fogo em casa. É o que mostra levantamento do Paraná Pesquisas.

Cerca de 60,9% dos entrevistados não querem ter uma arma de fogo em casa, apesar da flexibilização da posse por decreto do presidente Jair Bolsonaro.

Por outro lado, apenas 36,7% quer ter um fuzil ou uma pistola no armário do quarto.

 

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