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Bolsonaro concordou em manter país no Acordo de Paris, diz Salles

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Em SP, ministro do Meio Ambiente afirmou que, ‘por ora’, não haverá rompimento. Presidente já defendeu saída do país do acordo caso não haja mudanças

Ricardo Salles, futuro ministro do Meio Ambiente durante cerimônia de diplomação de Jair Bolsonaro em Brasília – 10/12/2018 (Adriano Machado/Reuters)

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou nesta segunda-feira, 14, que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) concordou, por enquanto, em manter o Brasil no Acordo de Paris, que estabeleceu a meta de limitar o aumento da temperatura do planeta a 1,5ºC até 2100.

Salles reconheceu que há oposição ao acordo climático dentro do governo, mas ponderou que, “por ora, a participação do Brasil está mantida”. As declarações foram dadas após almoço no Secovi-SP, com empresários do setor imobiliário.

Na semana passada, em entrevista à Rádio Eldorado, o ministro já havia defendido a permanência do país no Acordo de Paris e foi alvo de críticas de membros do governo. “Não precisamos sair do acordo do clima, é preciso ter muito cuidado e saber identificar oportunidades de avanços em parcerias e recursos que decorram dessa agenda e, por outro lado identificar riscos que nós temos que evitar de ingerência internacional sobre o território, a produção agropecuária e o patrimônio genético”, disse.

Antes da posse de Bolsonaro, a posição do presidente em relação ao tema era oscilante. Ele chegou a defender a saída do país do acordo, mas depois recuou e prometeu lutar por mudanças no texto.

Salles não detalhou as alterações a serem propostas pelo presidente. “As metas de redução de emissão, que o Brasil e os outros países concordaram, estão OK. O problema é como você internaliza esses princípios e estes valores na legislação do país. A nossa única preocupação é se esta legislação restringe a liberdade e a ação de empreendedorismo e a gestão do território. Vamos estar muito atentos a isso”, afirmou.

Fonte: Portal Veja

 

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Caiado decreta situação de calamidade financeira em Goiás

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Assembleia vai aproveitar sessão extraordinária para votar orçamento

Caiado (/)

Ronaldo Caiado enviou à Assembleia Legislativa decreto que estabelece situação de calamidade financeira em Goiás pelo prazo de 180 dias.

A medida considera o “elevado e crescente déficit fiscal, expressiva e constante elevação de despesas públicas” e a baixa receita.

“O déficit fiscal acumulado previsto para o final do exercício de 2019 é de mais seis bilhões de reais, aí incluídos os quase dois bilhões de reais de despesas inscritos em restos a pagar, mais um bilhão de reais correspondentes à parte da folha dos servidores não empenhada no exercício de 2018”, diz o documento.

Nesta terça-feira (22), em sessão extraordinária, os deputados vão apreciar o decreto e votar o orçamento de 2019, que não foi feito sob a gestão do ex-governador José Eliton.

Fonte: Portal Veja

 

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Planalto veta deputado ligado a LGBTs no governo, a pedido do PSL

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Deputado tucano Floriano Pesaro foi indicado Secretário de Assistência Social

Pesaro atua na área há 26 anos (Gabriela Peres/Seds/Divulgação)

Um grupo de parlamentares do PSL, em especial de São Paulo, conseguiu vetar no Palácio do Planalto o nome do deputado federal  e sociólogo Floriano Pesaro (PSDB-SP) para a Secretaria Nacional de Assistência Social, vinculada ao Ministério da Cidadania. Seu nome foi até anunciado pelo ministro Osmar Terra no final do ano passado, mas sua nomeação não saiu até hoje. Deveria ter sido publicada no início do ano. O veto foi muito menos por Pesaro, que não se reelegeu, ser tucano, mas por suas ligações com movimentos LGBTs e Ongs.  Ele atua na área de assistência social há 26 anos, foi secretário municipal e estadual dessa área. No governo de FHC, trabalhou no MEC e ajudou na criação do Fies e do Bolsa Escola. Terra está tentando reverter o veto junto ao ministro Onyx Lorenzoni. Fonte: Portal Veja

 

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“É um problema do Flávio. Ele vai resolver isso aí”, diz Mourão

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Presidente em exercício negou que haja risco de o caso do filho de Bolsonaro impactar nas negociações da reforma da Previdência no Congresso

Brasília(DF), 7/1/2019 – Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão. Posse dos presidentes do Banco Central, BB e Caixa Economica. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O presidente em exercício, Hamilton Mourão, desviou de questionamentos sobre a crise envolvendo o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e procurou afastar o governo das denúncias sobre movimentações financeiras atípicas do filho do presidente Jair Bolsonaro.

À frente da Presidência por conta da viagem do titular a Davos, Mourão negou que haja risco de o caso impactar nas negociações da reforma da Previdência no Congresso.

“Já expliquei esse assunto. Esse assunto eu não comento mais. Não vem para cima do governo, é um problema do Flávio. O Flávio vai resolver isso aí”, afirmou Mourão a jornalistas, após deixar o gabinete no Palácio do Planalto para almoçar em sua residência oficial, no Palácio do Jaburu.

Sobre o exercício da Presidência, Mourão disse que não haverá mudanças em relação ao direcionamento dado por Bolsonaro. “Sem marola, só tocando a bola para o lado”, disse.

Fonte: Portal Metrópoles

 

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