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Banda Sinfônica da Polícia Militar do DF faz concerto em homenagem à França

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Maestro francês participa de espetáculo, que começa às 20h desta segunda (16) com entrada gratuita.

Polícia Militar/Divulgação

Nesta segunda-feira (16), a Banda Sinfônica da Polícia Militar do Distrito Federal apresenta um concerto em homenagem à França – vencedora da Copa do Mundo 2018. O espetáculo começa às 20h no Teatro dos Bancários e a entrada é gratuita.

No repertório estão obras de Claude Debussy, Darius Milhaud, Ida Gotkovsky, Cécile Chaminade, Edith Piaf e Gilbert Bécaud. O maestro francês Claude Brendel e a flautista brasiliense Eidí Lima são os convidados especiais da noite.

Também participam do concerto músicos militares das Forças Armadas, do Corpo de Bombeiros, da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, de professores da Escola de Música de Brasília e de estudantes da Universidade de Brasília (UnB).

Serviço

“Concertos Diplomáticos”
Data: 16 de julho
Hora: 20h
Local: Teatro dos Bancários – 514/515 Sul
Entrada gratuita
Classificação indicativa: livre

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Cultura

Festival Internacional de Tambores promove shows e oficinas em Brasília

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Foto Luciano Freire

“Adarrum” é o nome que se dá, nos candomblés, ao toque que tem poder de invocar os orixás – um chamado. Também é o nome do Festival Internacional de Tambores que começa nesta sexta-feira (22) em Brasília.

Na programação, estão previstas apresentações musicais, cortejo percussivo, rodas de conversa e oficinas gratuitas. Para participar é necessário se inscrever pelo site do evento.

A formação é limitada a 400 vagas que dão direito a todas as oficinas. Dessas, cerca de 340 já estavam preenchidas até a última quarta (20).

Quem quiser participar das oficinas deve levar o próprio instrumento musical. No sábado (23), às 9h, haverá aula de percussão voltada para crianças a partir de 6 anos. Nese caso, as inscrições serão feitas na hora, exclusivamente para estudantes.

Tambores da 1ª edição do Festival Adarrum — Foto: Luciano Freire

Tambores da 1ª edição do Festival Adarrum — Foto: Luciano Freire

Entre as atrações, Patrícia Gomes (ex-Timbalada) e a sambista Dhi Ribeiro (The Voice) devem animar a cena do festival. Já as oficinas vão ser orientadas pelos mestres Célin du Batuk (Brasília), Cacau Arco Verde (Pernambuco), Jair Rezende (mestre de bateria da Timbalada de rua em Salvador) e Jackson – um dos criadores do Olodum.

Programe-se:

“Adarrum – Festival Internacional de Tambores”

  • Data: 22 a 24 de fevereiro
  • Local: Estacionamento 12 do Parque da Cidade, ao lado do Parquinho Ana Lídia

Programação completa:

Sexta (22)

  • 19h às 20h – “Workshop Tamborizando” com Mestre Célin Du Batuk (Batukenjé – Brasil)
  • 20h30 – Abertura oficial
  • Toque Adarrum
  • Fala dos mestres convidados
  • Show percussivo A Bahia é aqui – Batukenjé convida a baiana Patrícia Gomes

Sábado (23)

  • 9h30 às 10h10 – “Conhecendo a percussão” – oficina com mestre Celin du Batuk para crianças a partir de 6 anos (inscrições na hora, exclusiva para estudantes)
  • 10h30 às 12h – “Workshop Lôas Populares, oficina de Samba de Coco & Ciranda com Mestre Cacau Arco Verde (Pernambuco)
  • 12h às 13h30 – Roda de Confraria Samba Choro
  • 14h às 15h30 – “Workshop Tambor Cantor – Samba Reggae” com mestre Paulo (Batalá-Brasília)
  • 16h às 17h30 – “Workshop Candeal e suas riquezas” com Mestre Jair Rezende (Bahia)
  • 18h – Apresentação de percussão do Centro Cultural La Pincoya (Chile)
  • 18h30 – Pôr do Sol com Dhi Ribeiro

Domingo (24)

  • 10h30 às 12h – “Workshop Samba Reggae: “Um ritmo e mil e uma possibilidades” com Mestre Jackson (Bahia)
  • 12h às 13h – Encontro de Tambores com regência percussiva dos mestres convidados
  • Fonte G1
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Cultura

Projeto leva estudantes da rede pública do DF ao cinema, com transporte e pipoca

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A escola no cinema’ oferece 12 filmes, sendo cinco animações. O projeto ocorre no Cine Cultura, do Liberty Mall; veja como as escolas podem participar.

Foto: A escola no cinema/Divulgação

Democratizar o acesso ao cinema, promover o debate sobre temas relevantes e formar público são os objetivos do projeto que leva estudantes da rede pública do Distrito Federal à sala escura de projeção.

De 11 de março a 15 de abril, “A escola no cinema” vai oferecer 12 filmes de graça, sendo quatro longas, um média e sete curtas-metragens. Entre eles estão “Peixonauta”, “Tainá 3” e “Tito e os pássaros”, pré-indicado ao Oscar na categoria “melhor animação”.

Cena do filme "Peixonauta" (2016), com direção de Célia Catunda, Kiko Mistrorigo e Rodrigo Eba — Foto: A escola no cinema/Divulgação

Cena do filme “Peixonauta” (2016), com direção de Célia Catunda, Kiko Mistrorigo e Rodrigo Eba — Foto: A escola no cinema/Divulgação

A ação é voltada para alunos da pré-escola até o ensino médio, além daqueles que cursam a Educação de Jovens e Adultos. O projeto tem capacidade para receber 5 mil espectadores (veja como participar abaixo).

Transporte e pipoca

Os filmes serão exibidos em três sessões diárias – de manhã, de tarde e à noite – durante o período regular de aula. Os estudantes serão transportados ao cinema em um ônibus do projeto e receberão pipoca para aproveitar a sessão.

Cena do filme "Eric, acorde!" (2016), com direção de Telmo Carvalho — Foto: A escola no cinema/Divulgação

Cena do filme “Eric, acorde!” (2016), com direção de Telmo Carvalho — Foto: A escola no cinema/Divulgação

Os índices de acesso dos estudantes da rede pública ao cinema são assustadores, são pouquíssimos os que frequentam, e a experiência de ir ao cinema é muito importante”, disse o coordenador geral do projeto, Nilson Rodrigues.

“Queremos propiciar a fruição do filme na sala de cinema e, também, a sua função pedagógica.”

Cena do filme "Tainá 3 – A origem" (2013), com direção de Rosame Svartman — Foto: A escola no cinema/Divulgação

Cena do filme “Tainá 3 – A origem” (2013), com direção de Rosame Svartman — Foto: A escola no cinema/Divulgação

As sessões serão exibidas no Cine Cultura, do Liberty Mall, do qual Rodrigues é sócio-diretor. “Lá, eles vão ter a experiência completa de ir ao cinema, como têm os garotos e garotas de classe média e de elite.”

Segundo o coordenador, o alto preço que se paga para assistir a um filme no cinema e a distância física das grandes salas – concentradas nas regiões centrais e com maior renda per capita – são os principais fatores do afastamento destes estudantes.

Cena do filme "A piscina de Caique" (2017), com direção e roteiro de Raphael Gustavo da Silva — Foto: A escola no cinema/Divulgação

Cena do filme “A piscina de Caique” (2017), com direção e roteiro de Raphael Gustavo da Silva — Foto: A escola no cinema/Divulgação

“A falta de condições financeiras e de estímulo acabam afastando essas pessoas das atividades culturais. Isso vale para o cinema, para o teatro e para os museus.”

“A cultura precisa ser encarada como um direito.”

Após os filmes, os professores receberão uma sugestão de material didático para que os temas abordados durante a sessão sejam trabalhados dentro da sala de aula.

Do cinema para a escola

Cena do filme "Vida Maria" (2017), com direção de Márcio Ramos — Foto: A escola no cinema/Divulgação

Cena do filme “Vida Maria” (2017), com direção de Márcio Ramos — Foto: A escola no cinema/Divulgação

Todos os filmes selecionados para o projeto são brasileiros e cinco deles, animações. A escolha dos títulos partiu do potencial educativo de cada um deles, segundo a curadora e coordenadora pedagógica, Cléria Costa.

“Buscamos filmes que abordassem temas atuais como ecologia, amizade, união, diversidade, respeito.”

Cena do filme "Lá do alto" (2016), com direção de Luciano Vidigal — Foto: A escola no cinema/Divulgação

Cena do filme “Lá do alto” (2016), com direção de Luciano Vidigal — Foto: A escola no cinema/Divulgação

Segundo ela, que é mestre em linguística aplicada, as produções foram escolhidas “a dedo” para que os professores pudessem elaborar atividades pedagógicas em sala de aula.

“Queremos que os alunos se identifiquem com os personagens, que possam trocar ideias e dialogar sobre valores.”

Filmes em cartaz

Cena do filme "O outro lado do paraíso" (2016), com direção de André Ristum — Foto: A escola no cinema/Divulgação

Cena do filme “O outro lado do paraíso” (2016), com direção de André Ristum — Foto: A escola no cinema/Divulgação

O filme mais antigo em cartaz é “O outro lado do paraíso”, de 2014, que conta a história de um homem que se muda para Brasília em busca de melhores condições de vida.

Ao chegar, a ditadura é instaurada e ele passa a viver um pesadelo com a família. O longa é narrado pela perspectiva do filho, um menino de 11 anos.

Já as produções mais recentes são de 2018: “Gemini8”, uma animação para crianças de 4 a 6 anos, e “Tito e os pássaros”.

Cena do longa-metragem de animação brasileiro "Tito e os pássaros", dos diretores Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto. — Foto: BIFF/Divulgação

Cena do longa-metragem de animação brasileiro “Tito e os pássaros”, dos diretores Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto. — Foto: BIFF/Divulgação

O último conta a história de Tito, um menino que tenta salvar o mundo da “doença do medo” – infecção contagiosa que faz os olhos das pessoas crescerem e os braços diminuírem até que se transformem em pedras.

Cena do longa-metragem de animação brasileiro "Tito e os pássaros", dos diretores Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto. — Foto: BIFF/Divulgação

Cena do longa-metragem de animação brasileiro “Tito e os pássaros”, dos diretores Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto. — Foto: BIFF/Divulgação

Após a exibição dos filmes, o professor responsável vai receber um material para trabalhar o tema da sessão em sala de aula. Entre as atividades propostas para “Tio e os pássaros” estão a criação de um poema ilustrado sobre a união entre as pessoas e perguntas sobre medos e como superá-los.

Como participar?

As escolas que desejam aderir ao projeto, devem agrupar 90 alunos da mesma faixa etária – de 4 a 6 anos, 7 a 9 anos, 10 a 12 anos ou a partir de 13 – e fazer a inscrição pela internet. O período vai até dia 28 de fevereiro.

Serão aceitos pedidos de escolas localizadas em:

  • Águas Claras
  • Brazlândia
  • Candangolândia
  • Ceilândia
  • Cidade Estrutural
  • Cruzeiro
  • Gama
  • Guará I e II
  • Itapoã
  • Jardim Botânico
  • Núcleo Bandeirante
  • Paranoá
  • Planaltina
  • Recanto das Emas
  • Riacho Fundo I e II-DF
  • Samambaia
  • Santa Maria
  • São Sebastião
  • Sobradinho I e II-DF
  • Taguatinga
  • Varjão
  • Vicente Pires
  • Fonte G1
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Cultura

Saia de casa: Confira a programação cultural para esta semana

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Festas pré-carnaval e o último fim de semana do festival V.I.V.A. são alguns dos destaques

Sensação do momento, Vitor Kley anima o último fim de semana do festival V.I.V.A
(foto: Be Chance/Divulgação)

Blue eyes

Sucesso no ano passado, o Projeto Tributos no Teatro dos Bancários (314/315 Sul) chega à segunda edição em 2019, nesta sexta, às 21h. O primeiro homenageado será Frank Sinatra. O responsável por cantar e contar a fascinante história do cantor será Helcio Hime. No espetáculo Frankamente Sinatra, o brasileiro reinterpretará clássicos como New York, New YorkStrangers in the night e Let me try again, e cada versão ganha uma roupagem diferente da clássica. A apresentação não é recomendada para menores de 14 anos, e os ingressos custam R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada).

Que venha a folia!

O clima de carnaval está esquentando. Na sexta, o Bloco Jamaicano é a atração do Setor Comercial Sul, com muito reggae e vertentes do gênero como ska e rocksteady, a partir das 21h. Entrada é franca. No sábado, quem desfila é o tradicional Suvaco da Asa, homenageando a Orquestra Popular Marafreboi. O evento começa às 10h e a entrada é franca. Fechando o pré-carnaval desta semana, no domingo, será a vez do bloco Maria vai casoutras, trazendo muita folia para o público a partir das 15h. A entrada é franca. O Bloco Jamaicano não é recomendado para menores de 18 anos. O Suvaco da Asa e Maria vai casoutras têm classificação indicativa livre.

Dois em um

O Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) vai receber duas peças em um só espetáculo. É a OperATA, do diretor Hugo Rodas. O primeiro ato, Punaré & Baraúna, é um musical sertanejo sobre um triângulo amoroso. Já o segundo ato, Ensaio geral, apresenta o amor celebrado em colagens de textos, com estética inspirada na juventude e em grafites. As apresentações serão sexta e sábado às 20h; domingo, às 19h. Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia entrada). Não recomendado para menores de 16 anos.

De bom humor com os 30

Entre improvisos e interações com a plateia, André Santi compartilha com o público a percepção bem-humorada do que os 32 anos de vida lhe mostraram. Cheguei vivo aos 30 é o segundo espetáculo no formato stand-up comedy do comediante, youtuber, ator e músico. Ele se apresenta sábado, às 21h, no Teatro de Águas da Caesb (Av. Sibipiruna, Águas Claras; 3213-7204). Ingressos à venda no site ingressodigital.com por R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada). Não recomendado para menores de 14 anos.

Pagode ao pôr do sol

Um dos principais grupos de pagode do Brasil, o Sorriso Maroto se apresenta no Yurb (SCES tc. 2). A nova fase da turma tem Bruno Cardoso de volta aos vocais. A festa começa a tempo de pegar o pôr do sol: os portões se abrem às 16h neste sábado. O camarote custa R$ 120 (valor de pré-venda) e a frente do palco custa R$ 60. Não recomendado para menores de 18 anos.

Para rir e relembrar

Sábado, o público brasiliense pode conferir a apresentação de um personagem da célebre Escolinha do Professor Raimundo, nos tempos de Chico Anysio, o Zé Lezin, no espetáculo As melhores do Zé Lezin. A apresentação, que promete muito humor e boas risadas, será no Teatro Unip (913 Sul, cj B; 99677-3027), às 21h. Ingressos: R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meia-entrada). Assinantes do Correio têm 60% de desconto no valor da inteira. A classificação indicativa do evento é livre.

Fim da festa

Sensação do momento, o cantor gaúcho Vitor Kley promete animar os brasilienses no quarto e último fim de semana do festival V.I.V.A. A apresentação será no domingo, das 16h à 0h. Com muita diversão à beira do lago, o público poderá cantar O sol e Morena, dois dos principais hits do músico. Além de Vitor, o DJ Shark, famoso pelos seus remixes de hip-hop, também será atração na Orla do Clube Ases (SCES, Tc. 2). O show não é recomendado para menores de 16 anos e os ingressos estão sendo vendidos a partir de R$ 41 (meia-entrada). Meia-entrada para os beneficiários por lei, sócios do Clube da Ases ou mediante doação de 1kg de alimento.

Fonte Correio Braziliense

 

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