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Ataque de abelhas que matou 18 cães pode ter sido causado por fogos de artifício e latidos

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Bombeiros suspeitam que barulho tenha irritado abelhas; cinco militares ficaram feridos em captura. Caso ocorreu em casa no Lago Sul.

Bombeiros resgatam cachorros após ataque de abelhas no Lago Norte, no DF (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal informou que o barulho dos fogos de artifício disparados por moradores do Lago Sul após o jogo do Brasil contra o México pela Copa do Mundo e, como consequência, os latidos de cachorros podem ter provocado o ataque de abelhas desta segunda-feira (2). Por causa do incidente, 18 cães da raça yorkshire terrirer morreram.

“O mais provável é que tenham sido os fogos de artifício. Nós recebemos o chamado cerca de 1 hora e 30 minutos após o término da partida. Os cachorros ficaram agitados e as abelhas começaram a ficar alvoroçadas”, disse o sargento Raimundo Silva, que participou da ocorrência.

O militar informou que 8 animais morreram no local e 7 chegaram a ser transportados para uma clínica veterinária, mas não resistiram. Outros 28 que foram atacados pela abelhas conseguiram se recuperar dos ferimentos.

Além disso, duas pessoas que estavam próximas ao local relataram picadas, e cinco bombeiros também foram atacados.

Fachada da casa no Lago Sul, em Brasília, onde ocorreu ataque de abelhas que matou 15 cachorros (Foto: Letícia Carvalho/G1)

Moradora da casa onde ocorreu o ataque de abelhas, a aposentada Maria da Conceição Benício Rodrigues, de 64 anos, disse  que ficou assustada com o enxame e que também foi picada pelos insetos, mas não precisou de atendimento médico.

“Foi muito triste ver os cachorros completamente picados. É uma situação difícil. Chamamos um veterinário assim que vimos a situação e, logo depois, os bombeiros”.

O G1 tentou conversar com a mulher que cuidava dos cachorros por volta das 9h desta terça-feira (3), mas foi informado que ela estava dormindo. No portão da residência, apenas a aposentada Maria da Conceição conversou com a reportagem.

‘Grande heróis’

Os cachorros atacados pelas abelhas foram levados a uma clínica veterinária no Lago Sul. O médico veterinário e dono do estabelecimento, Cláudio Barbosa, disse ao G1 que os funcionários acabaram sendo picados durante o resgate dos animais.

Clínica no Lago Sul para onde foram levados cachorros atacados por abelhas (Foto: Letícia Carvalho/G1)

“Havia centenas abelhas nos animais. Meu funcionários foram os grandes heróis. Durante o resgate, eles também foram picados, mas conseguiram retirar do canil os cachorros.”

Na clínica, os cães receberam remédio e soro, mas, segundo o veterinário, a quantidade de veneno em muitos deles foi fatal. “Uma situação triste porque eu sei que a dona dos cachorros tinha muita afeição por eles. Ela, às vezes, gastava mais do que recebia com o canil”, disse Barbosa.

Segundo ele, no início da manhã desta terça (3), funcionários da clínica ainda limpavam e retiravam as abelhas que ficaram pelo local.

Captura

Os militares foram acionados por volta das 14h30, mas a captura dos insetos somente ocorreu à noite. Conforme explicou o sargento da corporação, durante o dia, as abelhas costumam ficar mais agitadas.

Bombeiros resgatam cachorros após ataque de abelhas no Lago Norte, no DF (Foto: Corpo de Bombeiros do DF/Divulgação)

“Fizemos a averiguação da área mais cedo e entramos em contato com apicultores [pessoas que criam ou tratam de abelhas]. Como nenhum se interessou, retiramos os animais com sacos plásticos e os soltamos em uma área de mata”, afirmou Silva.

Segundo especialistas, um grande número de picadas de abelhas pode causar problemas em vários órgãos e, em pessoas ou animais alérgicos, pode fechar as vias respiratórias. Em casos de grandes ataques, com mais de 500 picadas, por exemplo, a quantidade de veneno pode ser compatível ao ataque de uma serpente.

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Administrador e delegado prende usuários de drogas em praças do DF

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Imagens postadas por Fernando Fernandes em suas redes sociais causaram polêmica. Parte da população aprova, outra minoria critica a atitude

Atual administrador de Ceilândia, o delegado e deputado distrital Fernando Fernandes tem sido alvo de polêmica na internet desde o início de 2019. Nas redes sociais, ele costuma publicar imagens nas quais aparece realizando flagrantes em usuários de drogas e apreensão de entorpecentes na região administrativa.

Em uma abordagem que realizou em uma praça próxima ao Centro de Ensino Médio 3, em Ceilândia Sul, na última semana, Fernandes dividiu a opinião dos usuários das redes sociais e gerou debate. Muitos gostaram e elogiaram o administrador, mas outros o criticaram por prender usuários com apenas um cigarro de maconha.

Segundo o delegado, diversos espaços da região administrativa estão sendo revitalizados desde o início de janeiro e, de lá para cá, pelo menos 10 abordagens foram realizadas por ele na cidade.

“Como delegado, a população conhece a nossa atuação e a lei nos permite que, mesmo afastado (da Polícia Civil), qualquer pessoa pode agir em uma situação de flagrante. Eu, como delegado, não poderia me eximir dessa responsabilidade”, explicou.

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“São ações apenas de flagrante. Não há investigação. A própria comunidade pede a nossa atuação e eu não posso permitir que situações como essa aconteçam. Pedimos o apoio da Polícia Civil e a PM para conduzir os usuários até a delegacia”, acrescentou.

Nas redes sociais, Fernandes também comentou o episódio. Veja o post abaixo:

Tenho 25 anos de polícia. Tenho orgulho da minha profissão. Muitos que criticam a prisão de usuários de drogas não conhecem a realidade da Ceilândia e o anseio da população para melhorar a cidade. Todos usavam maconha em frente a uma escola pública, que fica ao lado do meu gabinete. Criticar é fácil, mas fazer pelo próximo é complicado. Agradeço todas as pessoas que me apoiam diariamente no duro trabalho de melhorar a cidade que nasci e cresci. Ao longo da minha carreira, grandes grupos criminosos foram presos e pararam de ameaçar o cidadão de bem. Muitos não sabem, mas tenho mais de dez ameaças de morte. E mesmo com o crime me perseguindo, nunca abaixei a cabeça e fui amedrontado. Sempre fui forte para fazer o trabalho que me propus: ser policial. Esta reportagem do Fantástico mostra uma operação de combate ao abuso sexual. Nesta ocorrência, criminosos usavam drogas para entorpecer mulheres e depois as abusavam sexualmente.

Posted by Delegado Fernando Fernandes on Thursday, February 14, 2019

 

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DF: pit bull solta de coleira, ataca e mata shih tzu

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Pit bull foi encontrado morto um dia após ter atacado o cachorrinho de menor porte. O caso é investigado pela 31ª DP

Pitbull Dog, Photo took in Heredia Costa Rica

Um cão da raça shih tzu morreu após ser atacado por um pit bull em Planaltina, no Distrito Federal. De acordo com a Polícia Civil (PCDF), o animal estava sem focinheira e se soltou da coleira que o prendia em uma barra de ferro. O ataque ocorreu na sexta-feira (15/2) e é investigado pela 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina).

Segundo testemunhas, a proprietária do pit bull era negligente com o animal e chegou a ser alertada diversas vezes por populares sobre a fragilidade da coleira usada para prendê-lo. Aos policiais, a dona do cão, identificada como B.V.O pela corporação, disse que o seu “cachorro se enfureceu, se soltou e foi em direção ao cão de pequeno porte”.

Ainda em depoimento, a mulher acrescentou que, após o episódio do ataque, resolveu “doar o animal para uma pessoa que mora próximo a sua casa”. O pit bull foi encontrado morto com perfurações pelo corpo um dia após o incidente.

TV GLOBO/Reprodução

Shih tzu foi atacado em Planaltina e morreu

 

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DF: de chinelos, homem dirigia van pirata com 40 pessoas

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O condutor foi parado pela Polícia Militar na DF-463, próximo a São Sebastião, e assinou Termo Circunstanciado

A Polícia Militar flagrou um motorista de van pirata dirigindo com chinelo, o que é proibido por lei, e o dobro da capacidade de passageiros. No momento da abordagem, ocorrida por volta das 8h desta sexta-feira (15/2) na DF-463, próximo a São Sebastião, o veículo estava ocupado por 40 pessoas.

Após o flagrante com pelo menos quatro irregularidades — excesso de passageiros, falta do cinto de segurança, de autorização para fazer o transporte e uso de calçado inadequado –, os policiais lavraram um Termo Circunstanciado pelo crime de exercício irregular da profissão.

O motorista foi notificado pelo excesso de passageiros, falta do uso do cinto de segurança e dirigir com chinelos. A última infração está elencada no artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro, que prevê multa de R$ 85,13, mais quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

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