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Cultura

Aproveite a semana com o festival de animação, muita música e cinema

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O mês de outubro traz samba, filmes de terror e animação, além de muita programação para as crianças

 

Operilda na Orquestra Amazônica

 

Alô alô, criançada!

Esta quinta é dia das crianças e as atividades estão espalhadas por toda a cidade. Uma das opções é a peça Operilda na Orquestra Amazônica, em cartaz quinta, sábado e domingo, às 17h; e sexta, às 18h; no Teatro da Caixa, com entradas a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada). Também de quinta a domingo, o Parque da Cidade recebe o Capital Kids. Das 10h às 21h, com entradas a partir de R$ 25 (meia-entrada), o evento conta com café da manhã com personagens, peças teatrais, shows e brincadeiras. O CCBB também oferece programação especial para esta quinta com foodtrucks, DJ, balão e pipoca, o local recebe a tradicional feirinha de artesanato. Além disso, o CCBB abre espaço para o Anima Mundi e o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica. Verifique os horários da programação.

 

Para ver e apreciar

Duas exposições gratuitas e livres para todos os públicos chegam a Brasília. A mostra Disruptiva, que estará no CCBB a partir de quinta-feira,  apresenta a arte eletrônica de forma interativa. O objetivo é que o público se relacione, mexa nas obras. Enquanto Cerrado Abstrato, do artista Lourenço de Bem, será exposto na Galeria de arte da Casa Thomas Jefferson (706/906 sul) até 28 de outubro.

 

Festival de animação

Animações não são apenas para crianças. O Brasília animation festival preparou  a programação para toda a família nesta semana. Filmes nacionais e internacionais, oficinas, palestras e workshops agitarão o festival, que começa nesta quinta-feira e vai até domingo. O evento conta com a presença de renomados artistas, entre eles, Alê Abreu, indicado ao Oscar de 2016 pela direção do longa O menino e o mundo. O festival ocorre no Centro Cultural da AdUnB (UnB), a partir das 9h, e a entrada é franca.

 

Cinema de arrepiar

A mostra Rock terror promete animar o mês das bruxas para os amantes gênero. O CCBB (SCES Tc. 2 lt 2) exibe títulos que mesclam o terror e música nas produções. O evento começa numa data mais que apropriada: a próxima sexta-feira 13. Rock terror vai até o dia 31 de outubro,e terá sessões todos os dias, exceto às segundas-feiras, a partir das 18h. A entrada é franca.

 

Mulheres solteiras 

Você provavelmente já viu muitas peças que brincam com as perspectivas feminina e masculina. Porém, a proposta de Mulheres solteiras procuram — que  está há 10 anos em cartaz — vai além dos estereótipos.  Para a edição em Brasília, o espetáculo conta com Luciano Szafir e o recorrente protagonismo de Pitty Webo. As apresentações ocorrem no Teatro da Caesb (Colônia Agrícola 1846, Águas Claras), neste sábado e domingo, às 21h e às 20h, respectivamente, com ingresso por R$ 35 (meia-entrada). O evento não é recomendado para menores de 16 anos.

 

Rainha dos baixinhos

Em um momento que promete ser nostálgico e cheio de energia, Ilariê, Lua de cristal e Planeta Xuxa voltam aos palcos da rainha que não é mais só dos baixinhos. Xuxa Meneghel veste figurino inspirado na diva pop contemporânea Thierry Mugler para uma festa na companhia das paquitas e dos paquitos. No Mané Garrincha (Eixo monumental), sábado, às 21h. Ingressos a R$ 70 (pista); R$ 140 (pista premium) ;e R$ 250 (camarote). Não recomendado para menores de 18 anos.

 

Samba que contagia

A edição do Samba de Bamba deste mês conta com a cantora Marina Iris. Pela primeira vez em Brasília, a artista apresentará canções do álbum Marina Iris, no qual divaga pela música de raiz e modernidade. O show ocorre nesta quarta-feira, às 20h, no Teatro da Caixa (SBS Q. 2). Entrada: R$ 10 (meia-entrada). Assinantes do Correio Braziliense e doadores de brinquedo também pagam meia. Não recomendado para menores de 12 anos.

 

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Cultura

Jammil faz luau na capital no fim de semana

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Nomes consagrados da cena brasiliense também sobrem ao palco ao lado da banda baiana.

Divulgação

O Luau do Jammil  promete agitar a noite de sábado (22) na Capital Federal. Com as músicas que prometem ser sucesso no próximo verão, a banda baiana vai sacudir a galera em um show no Iate Clube Brasília. Nomes consagrados da cena brasiliense também sobrem ao palco. O ingresso custa 91 reais (masculino) e 71 reais (feminino), disponíveis para venda pelo site sympla.com.br/luaudojammil. Os valores são referentes à meia-entrada e primeiro lote, sujeitos à alteração sem aviso prévio.

A banda chega na cidade com grandes novidades para o público, a começar pelo novo hit Rega, trilha sonora da novela Segundo Sol, que conta a história da Bahia e do Axé. O hit é o primeiro de uma série de quatro canções que vão embalar o público até o verão e que fazem parte do EP, que será lançado em 2019.

Com o cantor Levi Lima a frente desde 2011, a banda tem comemorado nos últimos anos ainda uma série de conquistas. Além de prêmios como o Jovem Brasileiro em 2013, na categoria Melhor Música, o grupo foi indicado ao Grammy Latino no ano anterior pelo DVD Jammil Na Real, que unia 10 clipes e um documentário sobre a Estrada Real, que conta a saga do ouro no Brasil.

Serviço
Lual do Jammil
Data: 22 de setembro, sábado
Hora: a partir das 16h
Local: Iate Clube Brasília – Setor de Clubes Esportivos Norte Trecho 2 Conjunto 4 – Asa Norte, Brasília/DF

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Cultura

Manifestantes ocupam Ministério da Cultura por políticas para movimentos de matriz africana

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Ato envolve cerca de 25 pessoas. Acampamento acontece no 9º andar do prédio.

Manifestantes ligados à cultura africana em ocupação no Minc (Foto: Arquivo Pessoal)

Manifestantes ocuparam na noite desta terça-feira (7) um prédio do Ministério da Cultura, em Brasília. O protesto é da Frente Liberta Matriz Africana (Flama) e envolve cerca de 25 pessoas.

Entre outros pontos, pede a implementação do Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos de Matrizes Africanas e de Terreiros.

Também quer que a presidência da Secretaria Especial de Políticas de Igualdade Racial seja ocupada por um conselheiro eleito pelo Conselho Nacional de Igualdade Racial.

Até a manhã desta quarta (8), os manifestantes estavam acampados no 9º andar do prédio, que fica próximo ao Parque da Cidade.

Panelas e suprimentos trazidos para ocupação no Minc (Foto: Arquivo Pessoal)

Eles querem falar com o ministro, Sergio Sá Leitão. No entanto, como ele está em viagem, a expectativa é de que outro representante se reúna o grupo.

Para o ocupação, os manifestantes também levaram panelas e alimentos. O protesto é pacífico. Não há informação sobre depredação.

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Cultura

Música na Árvore leva experiência musical gratuita ao seio de Brasília

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Grupos de música instrumental se apresentam nos três dias de evento

Novo projeto de Dillo D’Araujo, GuitarrÁfrika se apresenta três noites seguidas. (foto: Gui Campos/Divulgação)

Com o mote música e natureza, o Música na Árvore volta para a inédita edição dedicada ao estilo instrumental. Iniciativa de André Trindade, o evento busca oferecer conscientização ambiental e boa música. “O Música na Árvore sempre teve a pegada de pegar bens culturais e levar ao público gratuitamente”, explica.

Ele defende que a música instrumental merece mais espaço do que tem, e define como bem cultural pela riqueza que pode proporcionar em termos experimentais. “Queremos democratizar a música experimental, que é referência para tantos artistas e as pessoas não param para escutar às vezes, chamam de chato”, defende.

Duas atrações se apresentam por dia a partir desta quinta-feira (25/7), em frente ao Conic. Novo projeto do guitarrista Dillo D’Áraujo, GuitarrÁfrika percorre os três dias da programação e ainda divide a agenda com o contraste entre pop e underground de Transquarto, a brasilidade jazzística de Mario Noya e o saxofone experiente de Leo Gandelman.

Fusão de Matizes

Experimental é como se encaixa o estilo de Dillo D’Áraujo, que, movido pela vontade de fazer som distinto, viajou em pesquisa à África, onde colheu referências para o projeto GuitarrÁfrika.

O afrobeat e outros rítmos do continente ancestral foram fundidos à tupiniquim guitarrada, gênero tradicional paraense. Apesar de os ingredientes serem bastantes conhecidos e explorados por músicos, “a fusão é nova”, segundo ele.

“Eu estava em busca de uma contribuição inédita ao fundir essas matizes, além de outras”, revela o guitarrista, que se apresentará acompanhado do baixista Lucas Tufas e do baterista Robinho Batera.

O público poderá observar Dillo tocar uma oil can, instrumento africano incorporado a sua nova sonoridade. O músico aguarda lançamento de “álbum visual” gravado ao vivo, com imagens das passagens por África e Chile.

Programação 

25/7 (quarta): Transquarto e GuitarrÁfrika

26/7 (quinta): Mario Noya e GuitarrÁfrika

27/7 (sexta): GuitarrÁfrika e Leo Gandelman

 

Serviço

Música na Árvore

CONIC (SHCS Edifício Venâncio).  Em 25 a 27 de julho. Com GuitarrÁfrika, Leo Gandelman, Transquarto e Mario Noya. Entrada franca. Classificação indicativa livre
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