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Apple passa a reparar iPhones que tenham bateria de terceiros

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Com mudança significativa na política da empresa, a nova regra surge em resposta à queda nas vendas dos iPhones

Em um movimento favorável ao consumidor, a Apple mudou sua política de reparo de bateria. Agora a marca está fazendo consertos de iPhones com assessórios de terceiros, ou seja, nos aparelhos que já não são originais, nos seus Genius Bars e nos AASP (Authorized Service Providers).

De acordo com o canal MacRumors, que teve acesso aos documentos internos, a regra de não reparar aparelhos que tivessem passado por algum tipo alteração com baterias de terceiros foi substituída.

Assim, os técnicos da marca poderão realizar serviços de conserto normalmente em microfones, placas lógicas ou tela, mesmo que detectem uma bateria de terceiros ao abrir o telefone. Em relação às mudanças referentes à bateria, a Genius Bar e a AASP terão permissão para substituir os componentes de terceiros por oficiais da Apple, cobrando uma taxa padrão.

Outra novidade também se refere à substituição do iPhone pelo custo da troca de bateria caso esta esteja com as abas quebradas.

Após mudar sua política em 2017 e começar a aceitar telas de terceiros e manter a cobertura de garantia, a Apple agora passa por mais alterações em suas regras. Uma das questões que levou a empresa a adotar essa medida foi para poder prolongar a vida de seus smartphones e lidar com a questão de que seus clientes estavam substituindo as peças originais pelas de terceiros e isso impactou em suas vendas.

A resistência tida até então pela empresa é semelhante à de algumas de suas concorrentes em relação ao Direito de Reparo, e estava levando seus consumidores a consertarem os dispositivos por conta própria. A Apple ainda não se pronunciou sobre a nova política, mas muitos dos usuários já estão comemorando.

Fonte Olhar Digital

 

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Amazon anuncia novo Kindle de baixo custo com iluminação

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Dispositivo chega com novo recurso para facilitar a leitura em diferentes ambientes

(Amazon/Divulgação)

São Paulo – A versão de baixo custo do Kindle agora conta com iluminação na tela para facilitar a leitura em ambientes com baixa luz ou sob luz solar. O recurso era oferecido pela Amazon a partir da edição Paperwhite, que é mais cara. O aparelho estará disponível no mercado brasileiro a partir do segundo semestre, que começa em abril, e será vendido nas cores preta e branca.

Mesmo com a adição da iluminação no novo Kindle, a Amazon mantém sua promessa de que a bateria do dispositivo oferece “semanas” de uso.

O aparelho passou por uma reformulação de design para se tornar mais fino e leve do que a edição anterior. A tela também ganhou uma nova tecnologia de tinta eletrônica e agora usa um sensor de toque capacitivo, que visa evitar deslizamentos indesejados. O display continua com tamanho de 6 polegadas e 167 pixels por polegada, pouco mais da metade do que a Amazon oferece no Kindle Paperwhite (300).

O dispositivo chega junto a uma atualização de software, que será oferecida ao Kindle Paperwhite de 2013 (6ª geração) ou mais recentes, para marcar os livros da biblioteca que já foram lidos. Esse recurso tem integração com os aplicativos do Kindle para dispositivos Android e iOS.

O preço do Novo Kindle ainda não foi definido para o mercado brasileiro. Na Amazon na Espanha, onde o aparelho está em fase de pré-venda, seu preço é de 89 euros (383 reais, em conversão direta).

Fonte Exame

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Aplicativo de astrologia oferece leituras sob demanda para millennials

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Mercado de serviços místicos e psíquicos é avaliado em mais de US$ 2 bilhões, segundo pesquisa da Ibis World.

(Reprodução/Getty Images)

Caso você não esteja em sintonia com as estrelas, a Sanctuary Ventures, uma empresa de mídia digital que se dedica a prestar serviços místicos para millennials, quer mudar isso. A quarta-feira, 20 de março, marca o começo do ano-novo astrológico e o lançamento do novo aplicativo de leitura astrológica da Sanctuary. Ele oferece horóscopos diários e inéditas leituras ao vivo e sob demanda com astrólogos profissionais e planeja se expandir para o mercado de comércio eletrônico (com cartas de tarô, cristais, feixes de sálvia e incensos).

Para leitores de certa idade, a pergunta “qual é o seu signo?” evoca imagens de sedutores de camisa aberta dançando em uma discoteca.

Mas, como tudo na vida é cíclico, muitos millennials e integrantes da geração Z gravitam em direção à pseudociência, transformando a pergunta a respeito de qual é o seu signo solar (Áries, Libra etc.) mais uma vez em tema genérico de discussão e alimentando o florescente mercado de serviços místicos e psíquicos, avaliado em mais de US$ 2 bilhões, segundo pesquisa de mercado de 2018 da Ibis World.

O aplicativo da Sanctuary aproveita o sucesso da empresa com seu robô astrólogo para o Facebook Messenger, mas agora expande suas ofertas além dos horóscopos diários gratuitos, permitindo que os usuários façam upgrade para assinaturas mensal (US$ 19,99) ou anual (US$ 199,99) que dão acesso a leituras feitas ao vivo por bate-papo com uma equipe de astrólogos profissionais liderada pela astróloga residente Aliza Kelly.

Os assinantes podem ter acesso a uma leitura astrológica por bate-papo ao vivo uma vez por semana, e cada leitura adicional custa US$ 19,99. (No fechamento desta edição, ainda havia uma opção semanal de US$ 3,99 anunciada na App Store, mas representantes da empresa afirmam que ela será removida.)

“A astrologia é uma prática muito antiga que existe há séculos”, diz o cofundador e CEO da Sanctuary, Ross Clark, que acrescenta que o tradicional ponto de entrada no espaço eram os jornais diários e revistas, ou as leituras feitas presencialmente ou por telefone. A Sanctuary pretende inverter o modelo de acesso recriando a experiência como um formato de bate-papo individual ao vivo por texto, com frases mais curtas e mais fáceis de digerir (leituras de 15 a 20 minutos).

“As mensagens de texto são a linguagem dos millennials e dos jovens de hoje, por isso realmente queríamos aproveitar isso”, diz Clark. “Além de ser a linguagem com a qual eles estão mais familiarizados, esse meio nos permite oferecer uma experiência a qualquer momento, em qualquer lugar. O mecanismo baseado em texto também oferece um filtro se você estiver apenas fazendo testes ou se talvez estiver relutando em fazer esse tipo de coisa pessoalmente ou pelo telefone, por isso há um camada que dá segurança às pessoas.”

Segundo Clark, as leituras pagas são o produto monetizável central do aplicativo e as mercadorias oferecidas por meio da internet, o passo seguinte.

Fonte Exame

 

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Rede global da IBM fará transferências internacionais em segundos

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Chamada World Wire, rede da empresa usa tecnologia popularizada pelo bitcoin; Bradesco é parceiro

(TimeStopper/Getty Images)

São Paulo – A IBM agora tem uma plataforma digital para bancos que permite fazer transferências internacionais, que poderiam levar até 48 horas, em menos de um minuto. Chamada Blockchain World Wire, essa rede de pagamentos já abrange 44 instituições financeiras, 47 moedas diferentes e oferece pagamentos em 72 países.

Essa é primeira rede de blockchain a integrar serviços de mensagens e confirmações de pagamento, compensação e liquidação de ativos. O primeiro banco brasileiro a adotar a tecnologia é o Bradesco, que também usa tecnologia da IBM na sua inteligência artificial de atendimento Bia.

Ainda em testes, o World Wire permite que você transforme moedas oficiais, como o real ou o dólar, em uma versão digital durante a transação e, quando chegar ao destino, volte a ser um ativo real. Não só é possível enviar reais para outros países, como também convertê-los na moeda desejada por meio da plataforma da IBM.

As transações internacionais utilizam o protocolo Stellar, que envia valores ponto a ponto. Desse modo, a tecnologia permite reduzir o número de intermediários em transferências do gênero, o que culmina também em menor tempo de efetivação.

O blockchain, uma espécie de livro-razão virtual com registros protegidos com criptografia (mesmo tipo de segurança usado pelo WhatsApp para proteger suas conversas), foi popularizado pelas criptomoedas, como o bitcoin, mas ainda não tinha feito sua estreia no ramo de transferências internacionais.

Mesmo com esse procedimento baseado em bitcoin, as moedas transferidas seguem com o valor regulado como no mundo real, com lastro. A IBM se uniu com a provedora americana de serviços financeiros StrongHold, empresa com a qual se aliou e julho de 2018, para a liquidação de valores na plataforma de blockchain Stellar. A companhia tem uma moeda digital chamada Stronghold USD, que têm valor estável baseado no dólar americano. O uso efetivo da tecnologia ainda depende de aprovações regulatórias. No entanto, bancos do Brasil, da Índia, da Coreia do Sul e diversos outros países já assinaram cartas de intenção de emitir as suas moedas estáveis na World Wire da IBM.

Carlos Henrique Duarte, diretor de tecnologia para blockchain na IBM Brasil, conta que a ideia é criar representações digitais fiéis para as moedas do mundo real. “Isso representa também a tangibilização de algo que hoje vemos conceitualmente: o blockchain. A mensagem que passamos com o World Wire é que ele é real e fará parte das vidas das pessoas cada vez mais”, afirmou Duarte.

Por enquanto, só o Bradesco conta com a tecnologia para transações internacionais. Mas a IBM tem intenção de expandir sua atuação nesse campo junto a outras instituições financeiras. Será esse o ano do blockchain ter um impacto efetivo nas vidas das pessoas? Ainda é preciso esperar para saber, mas isso já um começo.

Fonte Exame

 

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