Nossa rede

Saúde

Acordar muito cedo aumenta risco de depressão em jovens

Publicado

dia

Segundo os pesquisadores, aulas que começam antes das 8h30 colocam mais pressão no processo de sono e aumentam os impactos na saúde mental dos jovens

Acordar cedo para estudar pode ser um martírio para muitos jovens, mas a reclamação não necessariamente é motivada por preguiça. Quem deixa o despertador tocar logo cedo pode passar o dia convivendo com sintomas como cansaço, irritabilidade e dores de cabeça — típicos da privação de sono. Agora, um estudo publicado recentemente na revista científica Sleep Health aponta que aqueles que começam na escola antes das 8h30 podem ter maior risco de desenvolver transtornos como depressão e ansiedade.

“Aulas que começam mais cedo parecem colocar mais pressão no processo de sono e aumentam os impactos na saúde mental dos adolescentes, enquanto horários mais tarde parecem protegê-los. Um sono de qualidade combinado com horários de aulas mais tarde trariam melhores resultados”, afirmou Jack Peltz, autor principal do estudo, do Centro Médico da Universidade de Rochester, segundo o Daily Mail.

A pesquisa

Para a pesquisa, quase 200 estudantes com idades entre 14 e 17 anos responderam um questionário sobre hábitos de sono, horário de início da escola e se eles se consideravam mais eficientes durante o período da manhã ou da noite.  Os participantes foram então divididos em grupos em que começavam na escola antes ou depois das 8h30. Ao longo de sete dias, os alunos mantiveram um diário onde registraram hábitos de sono, qualidade e duração, além de sintomas de depressão ou ansiedade.

Os resultados revelam que aqueles que começam a escola após as 8h30 tiveram uma redução nos sintomas de depressão e ansiedade. Os pesquisadores acreditam que os alunos que iniciam a escola muito cedo podem sentir mais pressão para ter um sono de boa qualidade, dificultando o descanso.

Sono bom

Para um sono de qualidade, recomenda-se que os alunos mantenham uma rotina regrada. Devem dormir entre oito e dez horas por noite, diminuindo o uso de smartphones e videogame antes de tentar adormecer.

 

 

Comentário

Saúde

Só um terço dos brasileiros se acha muito saudável

Publicado

dia

Levantamento inédito do Data Poder 360

Um levantamento inédito do Data Poder 360 mostra que só 33% dos brasileiros acreditam seguir uma dieta muito saudável.

Já 47% dos ouvidos responderam ser mais ou menos saudáveis. Outros 17% se veem como pouco saudáveis.

Data Poder 360 também questionou sobre os hábitos alimentares. Neste caso, 74% disseram que não seguem nenhuma dieta.

Já 26% responderam positivamente à pergunta.

Continue Vendo

Saúde

Escovar os dentes pode reduzir em 20% risco de câncer de esôfago

Publicado

dia

Novo estudo mostra que níveis elevados de bactérias na boca aumentam o risco da desenvolver o câncer e doenças, como a periodontite

Um novo estudo, publicado no periódico científico Cancer Research, mostrou que o hábito de escovar os dentes todos os dias pode reduzir em mais de 20% o risco de desenvolver câncer de esôfago.

De acordo com os pesquisadores da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, em níveis elevados, as bactérias são capazes de aumentar o risco da doença em até 21%. No entanto, ainda não se sabe como o acúmulo de placas bacterianas – ou até mesmo a gengivite e a periodontite, doenças que elas causam –, estão relacionadas ao desenvolvimento dos tumores.

O estudo

Os cientistas coletaram amostras da microbiota bucal de cerca de 122.000 pessoas durante 10 anos. Depois desse período, 106 participantes desenvolveram câncer de esôfago. Nesses indivíduos, foram encontradas bactérias em quantidades superiores.

Segundo os autores do estudo, esse tipo de câncer é oitavo mais comum e o sexto maior causador de mortes por câncer no mundo. Devido ao fato de os casos da doença serem descobertos já em estágio avançado, as chances de cura são raras, com uma taxa de sobrevivência entre 15% e 25%.

Higiene bucal

“Nosso estudo indica que o entendimento da microbiota bucal pode levar a estratégias de prevenção do câncer de esôfago ou, pelo menos, a descoberta da doença em estágios iniciais”, disse Jiyoung Ahn, principal autora do estudo.

Pesquisas anteriores já mostraram que algumas infecções bucais podem estar associadas ao câncer de boca, cabeça e pescoço. Segundo Jiyoung, higiene bucal diária e visitas regulares ao dentista devem ser encaradas como de extrema importância não só para a manutenção da saúde bucal, mas também como forma de prevenção a outras complicações, como o próprio câncer.

Continue Vendo

Saúde

Sexo ajuda a dormir melhor, diz estudo

Publicado

dia

Uma nova pesquisa mostrou que pessoas que tiveram relação sexual satisfatória antes de dormir, tiveram um sono mais tranquilo

 

Se você estiver com dificuldades para dormir, fazer sexo pode ser uma boa opção para a tão sonhada noite de sono. De acordo com um estudo feito pelo especialista em sono Michele Lastella, ter uma relação sexual antes de ir para a cama é o segredo para um sono perfeito. No entanto, a qualidade do sono está diretamente associada ao orgasmo e à satisfação mútua dos parceiros.

No estudo, realizado com 460 adultos com idade entre 18 e 70 anos, Lastella, que é pesquisador da Universidade Central Queensland, na Austrália, concluiu que a maioria das pessoas têm muita dificuldade de ‘desligar’ antes de dormir. Por outro lado, 64% dos participantes relataram dormir melhor após fazerem sexo com um parceiro e chegarem ao orgasmo.

“Existem fortes evidências para você trocar o tempo em frente às telas por um período de ‘brincadeiras’. Quando você está envolvido no sexo, você não está pensando no que tem que fazer no dia seguinte, você não está mexendo no telefone. Isso o distrai.”, afirmou o pesquisador ao portal australiano Adelaide Now.

Um estudo semelhante, conduzida pela Oxford Economics e pelo Centro Nacional para Pesquisa Social, da Inglaterra, descobriu que uma boa noite de sono e sexo bde qualidade superam o impacto do dinheiro no bem-estar.

“Um sono de qualidade é o maior contribuinte para uma vida melhor”, disseram os pesquisadores. Aqueles que se descreveram como mais felizes, também relataram estar mais satisfeitos com sua vida sexual.

Coquetel bioquímico

Além da distração, o efeito “sonífero” do sexo está diretamente associado à produção de um ‘coquetel bioquímico‘ pelo corpo durante e após a relação.

Um baixo nível de stress, associado ao sentimento de intimidade, causado pela ocitocina, e de euforia, causado pela liberação de endorfinas, tem um efeito calmante que induz o sono.

A relação sexual também desencadeia outras alterações que propiciam uma noite melhor. Nas mulheres, por exemplo, há um aumento do estrogênio, que melhora o ciclo REM e contribui para um sono mais profundo. Já nos homens, há maior liberação de prolactina, hormônio diretamente responsável pela sensação de fadiga.

Continue Vendo

Saúde

Catarata: cirurgia pode aumentar a longevidade

Publicado

dia

Segundo um novo estudo, 60% das mulheres que realizam a cirurgia de catarata tem menores riscos de morte por doenças crônicas, câncer e acidentes

Além de melhorar a visão, a cirurgia de catarata pode prolongar a vida, segundo um novo estudo publicado no periódico científico JAMA Ophthalmology. Para quem sofre da doença e já está em um idade avançada, os riscos de morte por doenças cardiovasculares, pulmonares, neurológicas e infecciosas, bem como os riscos de câncer e morte por acidentes, são reduzidos após a cirurgia ocular.

Pesquisadores da Escola de Medicina David Geffen da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, analisaram 74.000 mulheres, com 65 anos ou mais, que tinham ou já tiveram catarata, sendo que 41.735 (53,4%) haviam se recuperado através da cirurgia. A partir desses dados, eles concluíram que 60% das mulheres operadas tinham um risco menor de morte por doenças crônicas e acidentes.

Qualidade de vida

Estudos anteriores já haviam mostrado que a cirurgia estava associada a um menor risco de mortalidade tanto em mulheres quanto em homens. Agora, segundo os cientistas, o novo estudo, além de confirmar as antigas descobertas, sugere a possibilidade da cirurgia aumentar a expectativa de vida dos idosos, inclusive ao evitar acidentes domésticos.

“Depois da cirurgia, eles conseguem se mover melhor e fazer mais exercícios. Com a melhora da visão, conseguem se medicar sozinhos e de forma correta”, disse Anne Coleman, principal autora do estudo, em entrevista ao jornal americano The New York Times. “A cirurgia também melhora o contraste visual, o que diminui o risco de mortes acidentais por queda ou direção. Isso mostra que se a melhora da visão é possível, é importante obtê-la.”

A cirurgia

O procedimento é feito em um olho de cada vez, com um intervalo de uma ou duas semanas entre cada cirurgia, e consiste em uma pequena incisão a laser, por onde o cristalino danificado é removido e as lentes intra-oculares são inseridas.

A cirurgia é feita com anestesia local e demora cerca de cinco minutos. Já as lentes intra-oculares são feitas conforme o caso e estilo de vida do paciente, o que também pode incluir a correção do grau para perto ou para longe (astigmatismo, hipermetropia ou miopia).

As complicações, de acordo com a autora da pesquisa, são raras. Embora existam alguns riscos associados ao procedimento, como possíveis infecções, descolamento da retina e visão dupla ou opaca, a cirurgia da catarata tem 98% de taxa de sucesso.

Catarata

A catarata ocorre com o envelhecimento da lente natural dos olhos, o cristalino, responsável pelo foco da visão (refração). Com o avanço da idade, a principal causa da doença, a visão se torna total ou parcialmente opaca – o que pode causar a perda progressiva da capacidade de enxergar tanto para perto quanto para longe. Apesar de rara, a catarata também pode ser congênita, quando o indivíduo já nasce com a doença.

Continue Vendo

Saúde

Americana com útero transplantado dá à luz pela primeira vez

Publicado

dia

A mulher, que havia nascido sem útero, deu à luz um bebê saudável meses após receber o órgão de uma doadora

Pela primeira vez nos Estados Unidos, uma mulher deu à luz um bebê saudável depois de um transplante de útero, segundo porta-voz do Centro Médico da Universidade Baylor, em Dallas, Texas. O parto, que ocorreu em novembro, foi divulgado na última sexta-feira, mas a data de nascimento, o sexo e o peso do bebê não foram revelados.

A americana, que pediu para não ser identificada, havia nascido sem útero e, meses antes de engravidar, recebeu o órgão de uma doadora viva – Taylor Siler, de 36 anos, enfermeira e mãe de dois filhos. “Tenho membros da minha família que lutaram para ter um filho e isso não é justo. É incrível poder dar essa opção às pessoas.”, disse Taylor em entrevista à revista americana Time.

Transplante de útero

É a primeira vez que um parto é realizado após um transplante de útero nos Estados Unidos. Até então, o procedimento só havia tido sucesso na Suécia. De acordo com a equipe do hospital americano, que possui um programa de transplantes de útero, dez cirurgias já foram realizadas, mas apenas cinco deles não foram rejeitados.

O transplante de útero ainda é considerado experimental, tendo sido realizado apenas 16 vezes no mundo. O procedimento leva entre seis e dez horas para ser concluído, incluindo a remoção do útero saudável, proveniente de doadoras vivas ou não, e a transplantação na receptora.

Ao contrário dos transplantes de outros órgãos, o objetivo do de útero é apenas possibilitar que a receptora engravide, não que seja um órgão permanente.

Gestação pós-transplante

Depois do procedimento, devido ao fato de os ovários não terem ligação com o novo órgão, a fertilização in vitro é a única forma de fecundação. Para evitar o uso prolongado de imunossupressores, medicamentos que previnem a rejeição do transplante ao suprimir o sistema imunológico, o útero é removido logo no momento da cesárea.

De acordo com as diretrizes da Suécia, deve-se esperar um ano para a inseminação artificial. No entanto, nos Estados Unidos, os médicos passaram a tentar a inseminação assim que a mulher teve sua primeira menstruação.

Para a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, o caso representa um marco importante na história da medicina reprodutiva. O próximo passo é desenvolver diretrizes para a segurança do procedimento.

“Para algumas mulheres que nasceram sem útero em funcionamento, o transplante é a única maneira de engravidar”, disseram os médicos, em comunicado. O grupo está convocando especialistas para desenvolver diretrizes para programas que desejam oferecer esse serviço.

Continue Vendo

Saúde

Cresce interesse por planos de saúde no Brasil

Publicado

dia

Setor dá sinais de recuperação

O brasileiro tem demonstrado cada vez mais interesse em migrar para a saúde privada. A Abramge desenvolveu o Índice de Interesse por Planos de Saúde (IPS) com base no Google Trends, cujo principal objetivo é medir a busca por produtos de saúde suplementar em um intervalo de tempo.

Após um ano de crise, que derrubou em 3 milhões os beneficiários nos planos de saúde, o setor já dá sinais de recuperação. Entre janeiro e outubro de 2017, o índice de buscas por palavras chave como “planos de saúde”, “planos individuais” e “planos empresariais” e suas variantes aumentou 6,1 pontos no IPS.

Entre 2013 e 2015, a busca por ferramentas privadas de saúde cresceu. Em 2016, devido a crise, houve queda.

 

(Reprodução/Reprodução)

Continue Vendo
Publicidade

Escolha o assunto

Publicidade